quinta-feira, 29 de junho de 2017

Vivendo em Paz com os outros







Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês. Mateus 7:12.

       A colonização de um povo sempre trouxe sofrimento e violência. E os mais fortes acabam por liquidar os mais fracos. William Penn e os colonizadores quacres resolveram usar uma tática diferente. Apresentaram-se aos índios, procurando formar uma amizade entre os dois povos.

       Numa noite fria de 1682, William Penn sentou-se sob uma imensa árvore, como se fosse o líder branco dos colonizadores. À sua frente estava o chefe indígena e seus guerreiros. O chefe lhe passou o cachimbo da paz e o convidou para falar.

       – Meu povo e o seu povo têm aparência diferente, mas somos todos filhos do Grande Espírito, que deseja que convivamos em paz – disse Penn. – Estamos aqui sem armas de fogo ou machados, apenas com amor no coração e boa vontade. Queremos propor ao seu povo um tratado de amizade.

       O acordo proposto por Penn dizia que os índios e os colonizadores viveriam juntos como irmãos. As planícies e florestas estariam livres para todos. As casas dos brancos poderiam receber os índios e as cabanas destes, poderiam receber os brancos. Também propunha que não se dessem ouvidos a relatórios falsos um contra o outro, mas, em caso de suspeita, fizessem uma investigação cuidadosa. Não haveria vingança, pois tudo seria levado a um conselho de 12 homens honestos, que julgariam com justiça. As demais dificuldades seriam vencidas com muita boa vontade e educação.

       O chefe indígena levantou-se e deu um passo à frente. Estendeu a mão e segurou a mão de William Penn. Dessa maneira, o tratado de amizade foi selado sob a grande árvore, e na presença de muitas testemunhas. Nos anos seguintes, índios e colonizadores viveram juntos em perfeita paz e harmonia.

       O respeito entre as pessoas resultará no respeito entre os povos. Isso foi verdade no passado e ainda o é no presente. Você vai fazer a sua parte?



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Experimente um recomeço



"Quando vou para a Bíblia, partindo da convicção que ela é a mensagem de Deus para a humanidade, algo fica muito claro: existe um grande conflito no universo; um conflito exatamente entre duas forças – uma representa o bem absoluto, a outra o mal impiedoso. Diante disso, e da história trágica daquele indivíduo à minha porta (bem como o de tantos outros como ele), tive uma vez mais a forte certeza que é extremamente difícil fugir da realidade de que estamos no meio de uma guerra feroz; uma luta cósmica onde o bem e o mal tentam sobrepujar um ao outro.

          A minha própria experiência de vida tem ajudado a fundamentar tal convicção. O dia a dia que enfrento revela-se constantemente uma batalha que vai além da simples aceitação ou negação das questões de moralidade. Tenho por vezes a nítida impressão que uma luta real está sendo travada em minha mente e coração. Uma luta que me força a fazer escolhas.  E elas trazem sempre uma consequência boa ou ruim.
          Interessante é notar que a Bíblia foi escrita em cima desse argumento...



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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Nossa maior necessidade



Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua Justiça. Mateus 6:33, ARA.

       Conta-se que, quando o famoso escritor Rudyard Kipling visitou os Estados Unidos pela última vez, ficou muito doente. Com febre alta, recebeu a visita de um médico. Como era tarde da noite, foi-lhe recomendado repouso absoluto.

       Mas a febre não abaixava e, durante toda a madrugada, Kiplig delirava e dizia: “Eu preciso... eu preciso!”

       A enfermeira que cuidava dele ficou intrigada com suas palavras, mas não quis interromper seu sossego. Kipling insistia em repetir as palavras “eu preciso”. E ela não pôde deixar de lhe perguntar:

       – Senhor, do que o senhor precisa?

       – Eu preciso de Deus! – respondeu o enfermo.

       A exemplo de Kipling, muitos só descobrem a importância de Deus no momento final da vida. Outros vão vivendo como se Deus nem mesmo existisse. Perdem a oportunidade de buscar em primeiro lugar o Seu reino e a Sua Justiça.

       Muitas vezes, Deus faz um convite para que entreguemos nosso coração a Ele, como fez certa vez com um menino:

       – Meu filho, dá-Me o teu coração.

       – Ainda não – disse o menino. – Mais tarde.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – pediu Deus ao jovem.

       – Ainda não. Eu o farei quando casar e tiver minha casa – foi a resposta.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – insistiu Deus com o homem.

       – Ainda não posso. Estou cuidando dos meus negócios. Quando tudo estiver em dia, então Te seguirei.

        Assim, o homem foi levando a vida, até que morreu inesperadamente.

Deus está chamando você hoje. Ele quer entrar definitivamente em sua vida. Que resposta você vai dar?