sexta-feira, 26 de maio de 2017

Experimente um recomeço




         















[...] O homem a minha frente não aparentava ter mais que quarenta anos. As roupas envelhecidas cobriam um corpo bastante emagrecido, e as manchas embaixo dos olhos davam a ideia de alguém que não dormia bem há um bom tempo. Depois de repetir o seu nome e dizer onde morava, ele afirmou:


          -- Sou soropositivo. Eu tenho AIDS! [...]




sexta-feira, 19 de maio de 2017

Surpreendido pelo sentido





















Sinopse: Vivemos em uma era em que o crescimento da internet deixou mais fácil que nunca ter acesso à informação e acumular conhecimento. Mas informação não é a mesma coisa que sentido, e conhecimento não é a mesma coisa que sabedoria. Muitas pessoas são engolidas por um tsunami de fatos nos quais não conseguem encontrar sentido. 

Agora, um dos melhores escritores cristãos do mundo — o teólogo e cientista Alister McGrath — escreve um sucinto guia em linguagem acessível e agradável ao leigo para ajudar os cristãos “a fazer sentido das coisas” conforme elas contemplam o lugar da ciência e da religião no mundo. 

Comentário: Alister McGrath tem se destacado nos últimos anos como um autor cristão preocupado não apenas em escrever sobre teologia, mas em alimentar seus leitores com livros que trazem as discussões acadêmicas mais atuais para a realidade das pessoas comuns. Nesta obra, ele investe no diálogo entre ciência e religião, partindo do pressuposto que elas se complementam e tem condições de apresentar uma quadro do universo bastante surpreendente. Para além do horizonte cientifico, pode-se discernir uma digital imensa em cada ângulo da natureza. Digital que revela um Criador. Algo que muitos cientistas recusam a aceitar, enquanto outros insistem em descrever. No fim, cada leitor é chamado a olhar o horizonte mais a frente, buscando encontrar sua relevância no mundo. (F. Beier)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

A luz que brilhou na África





Vocês são a luz para o mundo. Mateus 5:14.

       Davi Livingstone nasceu na Escócia, em 1813. Criado num lar cristão, desde criança Livingstone amava a Bíblia. Com a idade de nove anos, ele ganhou um Novo Testamento como prêmio por recitar de cor o Salmo 119, o capítulo mais longo das Escrituras.

       Aos dez anos, Livingstone já ajudava no sustento da família, trabalhando numa tecelagem. Nos intervalos, estudava um livro de gramática de latim. À noite, estudava mais um pouco na escola.     Também gostava de excursões por matas e rios, onde verificava a natureza que tanto amava. Gostava de livros de geologia e botânica.

       Com vinte anos, recebeu o diploma de licenciado da Faculdade de Médicos e Cirurgiões de Glasgow, conseguido sem a ajuda financeira de ninguém. Nesse tempo, sentiu desejo de ser missionário na China. Então, conheceu Roberto Moffat, um outro missionário, numa reunião entre cristãos da cidade. Moffat contou-lhe acerca do seu trabalho no interior da África. As histórias daquele homem comoveram o coração de Livingstone. “Há uma vasta planície ao norte – disse Moffat –, onde tenho visto, nas manhãs ensolaradas, a fumaça de milhares de aldeias, aonde nenhum missionário ainda chegou.”

       Após ouvir essas palavras, Davi Livingstone disse para si: “Eu irei imediatamente para a África.”

Livingstone viajou de Glasgow até o Rio de Janeiro e, de lá, para a Cidade do Cabo, na África do Sul. Iniciou-se, então, uma aventura no continente africano, que duraria 40 anos. Davi ficou de cama 31 vezes por causa da febre africana. Teve um encontro com um leão, o que resultou num ferimento em seu ombro que nunca sarou completamente. Mas, acima de tudo, ele foi uma luz na vida de milhares de pessoas.

       Certa vez, Livingstone disse a um grupo de estudantes: “De minha parte, nunca cesso de me regozijar por Deus ter-me apontado tal trabalho.”

       Que a mesma luz que brilhava em Davi Livingstone brilhe em você também!