sexta-feira, 31 de março de 2017

O alcoólatra e o Psiquiatra



 
 
 
 
 
Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto! Mateus 3:2.

       Quando João Batista disse as palavras do verso de hoje, ele queria preparar o povo para o encontro com o Messias. O arrependimento cumpre exatamente este papel: prepara-nos para o encontro com Jesus e, consequentemente, nos leva à salvação.

       Quando Billy Graham realizava reuniões evangelísticas na Harringay Arena, um alcoólatra foi convidado a comparecer. Esse homem já havia sido desenganado por seu próprio psiquiatra.

       Contudo, naquela noite, o pouco de sobriedade que lhe sobrara fez com que ele pensasse sério no que ouviu. Pensou que talvez houvesse esperança para ele. Continuou a frequentar as reuniões. Certa noite, um forte apelo foi feito, e ele resolveu levantar-se na companhia de outros. Sentindo-se arrependido de sua vida como alcoólatra, aceitou a Jesus como salvador e saiu daquela reunião com o coração convertido.

       Naquela noite, antes de deitar-se, lembrou-se da bebida e estendeu o braço para procurar a garrafa. Ela não estava lá. Curiosamente, ele se sentiu aliviado por isso. Na manhã seguinte, ao acordar, o hábito fez com que de novo ele procurasse a garrafa de bebida. Não encontrou nada, e novamente se sentiu feliz.

       Ele resolveu que iria contar ao seu psiquiatra o ocorrido.

       – Você acaba de perder um cliente. Conheci a Jesus verdadeiramente e não bebo mais.

      O psiquiatra notou que havia convicção na voz daquele homem e disse:

       – Realmente, você está diferente. Talvez eu encontre ajuda também, pois tenho os meus problemas.

       O ex-alcoólatra levou o psiquiatra para assistir às reuniões, e este acabou por aceitar a Cristo também.

       Um ano depois, tanto o psiquiatra como o ex-alcoólatra contaram sua história de conversão para um público que lotava um famoso hotel de Londres.

       Quando somos sinceros em nossa busca a Deus, Ele nos ajuda a vencermos os hábitos errados.


sexta-feira, 24 de março de 2017

Compaixão pelos outros


 









Sejam honestos e corretos e tratem uns aos outros com bondade e compaixão.” Zacarias 7:9.

       Era uma velha e querida catedral. Porém, ela não tinha instalações para luzes artificiais. Isso não era por acaso. O velho duque que a construiu fez isso para que os adoradores participassem da compaixão e do amor ao próximo.

       Por ocasião da inauguração da catedral, o duque forneceu uma pequena lâmpada de bronze, com as seguintes palavras gravadas: “Ao entrar, acenda a lâmpada do que vem atrás você. Por favor, não se esqueça da sua lâmpada, para que uma parte da casa de Deus não fique na escuridão. Se cada um fizer a sua parte, raios radiantes jorrarão desta casa de morada.”

       De fato, não estamos sozinhos, e temos todos os dias a oportunidade de acender uma luz para nosso próximo, através da compaixão.

       Apesar de vivermos num mundo de indiferença, racismo, preconceito e desigualdades, podemos fazer alguma diferença mostrando o caminho do bem e da compaixão. Já pensou como seria triste viver sozinho, sem família e amigos, sem ninguém a olhar por nós?

       Marcela sentia constantemente o frio da rejeição na escola. Por ser obesa, os demais adolescentes a ridicularizavam. Ela era rejeitada quando eram escolhidos os integrantes do time de vôlei, e quando se formavam as duplas para estudo. Bondade e misericórdia pareciam uma piada de mau gosto para ela.

       Certo dia, durante o recreio, Marcela estava sentada no banco do pátio, sozinha, como de costume, quando sua professora apareceu. Colocou diante dela um pequeno livro. Na capa, havia o nome de um famoso pintor. A primeira página continha um pequeno espelho. Enquanto Marcela contemplava o próprio rosto, ouviu a professora sussurrar suavemente:

       – Você pode tornar-se uma grande artista com o auxílio de Deus. Você tem talento e sensibilidade. Você é muito especial.

       Daquele dia em diante, Marcela não ligou mais para as gozações dos colegas, pois agora sabia que era especial para Deus e para sua professora.

       Às vezes, um pequeno gesto de bondade pode transformar uma vida. Procure ser bom para alguém hoje.


sexta-feira, 17 de março de 2017

Consumo de carne no Brasil e seus perigos












       Dentre as irregularidades investigadas pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF), estão a liberação de lotes de carne estragadas, contaminadas com bactérias e com utilização de produtos cancerígenos. A operação é a maior da história da PF e foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, apurando irregularidades na fiscalização de frigoríficos. Em nota, a Polícia Federal informou que aproximadamente 1.100 policiais federais estão cumprindo 309 mandados judiciais, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao esquema. Essa é a maior operação policial da história da PF.

       Segundo decisão da justiça, a veterinária da Peccin Industrial Ltda – empresa envolvida nos casos investigados – relata “a utilização de carnes estragadas na composição de salsichas e linguiças, a ‘maquiagem’ de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico, carnes sem rotulagem e sem refrigeração”.

       A Polícia Federal também interceptou conversa entre dois integrantes do Ministério da Agricultura falando sobre a transferência de uma fiscal que teria encontrado problemas de infecção com a bactéria Salmonella em lote da empresa Rio Verde e tomava medidas para fechar essa unidade de produção.

Fonte: Veja.com

sexta-feira, 10 de março de 2017

Crise espiritual?



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
      Como um cristão em luta, reconheço que os caminhos que levam ao desânimo espiritual são (aparentemente) bem mais numerosos do que os que nos conduzem ao contentamento. Quando Deus parece distante, começo a pensar em como os heróis bíblicos lidavam com esse problema. Alguém com uma visão mais romântica diria que eles não tinham tempo para distúrbios espirituais. Mas tenho dificuldade em acreditar que, dentre os servos de Deus do passado, não tenha havido muitos que sentiram frustrações na experiência com Jeová. Pergunto-me, por exemplo, que pensamentos inundavam a cabeça de Moisés depois de uma semana em que Deus não tinha dado sinal de vida, e o povo o criticava duramente como a causa dos seus problemas no deserto? Como ficava o coração de Davi depois de uma madrugada inteira deitado na trincheira, junto ao seu exército, esperando um sinal do céu para avançar contra o inimigo ou fugir dele? E o apóstolo Paulo? Diante da oposição do seu próprio povo, mais o incômodo de ter duas naturezas lutando pela posse de sua vida (como ele mesmo confessou aos romanos), como seriam suas noites de sono?
 
 
 
 
 

sexta-feira, 3 de março de 2017

Cristãos perseguidos

 
 
 
 
 
 
 
 
 
      Nabila* deu uma última olhada para sua casa, pela janela quebrada do carro que a estava levando embora junto de alguns familiares. Eles estavam fugindo para salvar suas vidas, dentro de uma pequena van, para nunca mais voltar. De longe, ainda dava para ver a fumaça que subia por causa do incêndio, algumas horas antes, provocado por militantes islâmicos.
      Quando eles entraram na casa, violentamente, mataram o filho e o marido de Nabila. Alguns minutos depois, tiraram dela a aliança, o único ouro que ela já teve na vida. Depois roubaram todos os utensílios de cozinha, junto do fogão a gás e outros objetos que tinham valor para eles. Ela foi colocada para fora de sua própria casa e obrigada a assistir aos homens ateando fogo onde um dia foi o seu lar.
     Ela não teve direito a pegar nada, nem mesmo os corpos do filho e do marido, que só foram retirados quando as chamas se apagaram. As cenas foram das mais tristes e traumáticas que a cidade de Alarixe já presenciou, além da morte de outros sete cristãos, nos últimos dois meses. Atrás da van, seguia outro carro com os dois caixões, além do comboio de 84 famílias que se dirigiam para a cidade de Ismaília, em busca de refúgio.
      Esses cristãos se despediram de sua cidade com o amargo sentimento da rejeição, do ódio e do preconceito. Crianças e adultos choravam juntos, seguindo para um futuro incerto. Assim como eles, há muitos outros em situações semelhantes. Centenas de famílias já abandonaram suas comunidades, comércios e pertences, em busca de proteção e segurança. Atualmente, muitos estão vivendo deslocados em diversas partes do vale do Nilo. Ore por eles e pela Igreja Perseguida no Egito.
*Nome alterado por motivos de segurança.
 
Fonte: Portas abertas