sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Vale a pena perdoar?






“Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim?” Mateus 18:21.

       Em 1992, um homem chamado Larry Trapp, membro da Ku Klux Klan, apareceu nos noticiários americanos rasgando suas bandeiras nazistas e jogando fora as literaturas voltadas para o ódio. Ele decidiu parar de odiar os judeus e outros grupos de pessoas. Essa mudança na vida de Trapp aconteceu depois que a família de um cantor judeu o convenceu pelo perdão.

       No começo, Trapp lhes enviava folhetos falando contra os judeus e negando o Holocausto. Depois, começou a telefonar para a família judia, ameaçando-os. Disse que explodiria a sinagoga deles na primeira oportunidade que tivesse.

       Apesar dos atos absurdos de Trapp, a família do cantor nunca reagiu com raiva ou indignação. Pelo contrário, demonstravam compaixão e empatia por ele.

       Acontece que Trapp era diabético e a doença acabou atingindo suas pernas, deixando-o definitivamente numa cadeira de rodas. Sua visão também estava sendo afetada. Então, a família do cantor judeu fez algo inusitado. Eles foram até a casa de Trapp, bateram à porta e lhe fizeram um convite – que ele permitisse que eles cuidassem de sua saúde, indo morar com eles.

       Algum tempo depois, Trapp disse para os canais de televisão: “Eles me demonstraram tal amor que eu não pude deixar de amá-los em retribuição.”

Durante seus últimos dias de vida, Larry Trapp buscou o perdão das pessoas por quem ele havia demonstrado seu ódio.

       Quando Pedro perguntou a Jesus quantas vezes ele devia perdoar seu próximo, o Mestre lhe respondeu: “Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta vezes sete”.

O que Jesus queria realmente dizer é que devemos perdoar sempre. Pode parecer difícil, às vezes. Nossa tendência natural é guardar rancor. Contudo, como afirmou William Shakespeare, “guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”.

Perdoar é fácil? "A única coisa mais difícil que perdoar é exatamente não perdoar", escreveu Philip Yancey. Se houver qualquer dificuldade, podemos pedir a ajuda de Deus. Ele pode verdadeiramente transformar nossos sentimentos.




quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Sua cruz é pesada demais?








Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me. (Mateus 16:24, ARA).

       Alguma vez você foi tentado a achar que sua cruz é pesada demais? Seus problemas parecem não ter solução?

       Uma lenda germânica conta de um homem que andava pelos caminhos da vida tendo sobre os ombros uma pesada cruz de ferro. Uma noite, depois de um dia cansativo, ele orou para que sua cruz de ferro fosse substituída por uma cruz de rosas. Estava certo de que seria mais fácil carregá-la. Sabia também que tinha de carregar uma cruz, afinal de contas, quem não tem que levar a sua?

       Ao acordar, na manhã seguinte, lá estava a sua cruz de rosas. Com grande alegria, colocou-a nos ombros e continuou a jornada. Mas logo ele percebeu que, juntamente com as rosas, também vieram os espinhos. Estes logo começaram a lhe ferir a carne e, antes do dia terminar, o sangue manchava-lhe o corpo e a roupa. Impossibilitado de prosseguir, ele orou de novo. Pediu perdão por ter escolhido uma cruz de rosas. Rogou então uma cruz de ouro. Estava certo de que seria melhor carregar uma cruz de ouro.

       No dia seguinte, ao despertar, percebeu que sua oração fora respondida. Saiu feliz da vida por ter uma reluzente cruz de ouro. Seu brilho era belíssimo e dava gosto de olhar. Contudo, não havia caminhado muito longe, quando foi abordado por ladrões. Os homens bateram nele e levaram sua cruz de ouro. Ele ficou inconsciente durante horas, à beira da estrada. Quando acordou e percebeu o que havia acontecido, colocou-se de joelhos e orou: “Misericordioso Pai, perdoa agora minha ignorância. Dá-me de volta a cruz de ferro. Agora compreendo que ela é a única que posso levar.”

       Muitas vezes, em meio às dificuldades da vida, pensamos que tudo seria melhor se nossa situação fosse mudada. Mas Deus é muito sábio para errar. Ele sabe muito bem que a cruz que carregamos é a única que podemos levar.

       Portanto, quando os problemas aparecerem, tenha fé e confiança nEle. Deus é forte o bastante para ajudá-lo a carregar qualquer cruz que surgir em sua vida.




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Crise espiritual?















       Agostinho costumava pedir a Deus que examinasse suas fraquezas com olhar de compaixão. Encontro-me constantemente pedindo a mesma coisa. Durante alguns anos, eu acreditei que tinha de me aperfeiçoar, de me tornar melhor. Depois de muito correr sem sair do lugar, eu percebi que sou um rebelde que precisa desesperadamente de redenção. Quando as coisas não vão bem, minha real necessidade é me entregar novamente a Cristo e dEle receber perdão e poder.

       Na verdade, a luta maior reside exatamente em render-se, submeter-se. Nossa natureza não é voltada para essas coisas. Quando sinto necessidade de Deus, torna-se difícil não notar como sou egoísta e orgulhoso. É como se, ao me aproximar da luz, a mancha do pecado se revelasse em sua totalidade. Isso, muitas vezes, leva-me a Jesus em busca de purificação. Porém, há momentos em que simplesmente deixo a situação como está, e o dia seguinte será um incômodo maior do que o anterior. Saber o caminho certo e não andar por ele, é um drama da natureza humana.

       “O caminho dos seguidores é apertado”, afirmou Bonhoeffer. “Facilmente fica despercebido, é fácil não atinar com ele; facilmente o perdemos mesmo já estando nele. É difícil encontrá-lo.” 3 Demorou um tempo, depois da minha conversão, para que eu aceitasse que a vida da fé pode vicejar num dia e esmorecer no outro. Embora vivesse o problema, na minha mente eu não podia crer que o cristão enfrentasse o tédio e a frustração. Era como se o simples pensamento sobre o assunto fosse pecado. Então, de forma insistente, uma pergunta martelou minha cabeça durante meses: esses sentimentos são normais na vida do cristão?



3 BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado, São Leopoldo, RS: Sinodal, 2004, p. 119.


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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Uma capa partida ao meio







Quem ama o seu irmão vive na luz. 1 João 2:10.

       Era uma manhã fria na cidade de Amiens, na França. As pessoas circulavam de um lado para o outro, cuidando da vida. Poucos notaram um mendigo esfarrapado, tremente de frio, junto a um muro da cidade. Quando o pobre homem estendia a mão, ignoravam-no, num misto de piedade e repugnância.

       Um grupo de soldados do imperador se aproximou do local. Eles conversavam alegremente, recebendo a admiração de todo o povo pelas ruas. Suas espadas e lanças brilhavam ao sol.

       Um jovem soldado puxou as rédeas, ao cruzar a muralha onde o mendigo permanecia. Percebeu que se tratava de apenas um desafortunado maltrapilho. Nenhum dos seus amigos lhe estendeu um único olhar de misericórdia. Concluiu que talvez ele mesmo tivesse sido enviado para ajudar o homem.

       Contudo, não havia dinheiro em sua bolsa. Tudo fora gasto com caridades e os últimos presentes a familiares. Mesmo assim, ele sentiu que precisa fazer alguma coisa.

       Então, de repente, ele teve uma idéia. Retirou dos ombros a capa militar, puxou a espada e a cortou ao meio. Chegou perto do mendigo, disse uma palavra de conforto e colocou a capa sobre seus ombros trementes. Devolveu a espada à bainha, colocou a outra metade da capa de volta sobre os ombros e partiu velozmente para alcançar os companheiros.

       Alguns dos soldados que observaram a cena deram gargalhadas; outros pareceram tocados pelo gesto.

       Naquela noite, Martinho, como era chamado o soldado da boa ação, teve um sonho. Viu Jesus cercado de anjos e vestido com metade de uma capa. Jesus Se dirigiu aos anjos e disse:

       – Vejam o agasalho que Martinho me deu.

Diz a tradição que Martinho converteu-se ao cristianismo pouco depois desse episódio, tornando-se bispo de Tours e fundando a Abadia de Marmoutier.

       Amar as pessoas é um sinal que estamos andando na Luz de Deus.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

500 anos da Reforma Protestante



          Hoje é uma data importantíssima para os cristãos de todo o mundo. Há 500 anos, Martinho Lutero divulgava sua lista de 95 teses contra as indulgências. Abriu-se então a porta para que o evangelho de Jesus Cristo ultrapassasse fronteiras antes impossíveis, alcançando milhões de pessoas ao redor do planeta.
          Resta aos cristãos contemporâneos não apenas comemorar, mas decidir honrar o legado que nos foi deixado.



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Glória na cruz


    



  













       O que significa "se gloriar"? O dicionário Aurélio diz: "fazer consistir sua glória em alguém ou algo". No caso de Alarico, o célebre rei dos godos, sua glória consistia em sua imensa riqueza. Ele tanto se apegou a isso, que mesmo depois de morrer, ele não se separou de sua imensa fortuna.

       Por ocasião de seu funeral, um grande número de escravos foi recrutado para trabalhar no desvio do curso de um rio. Em seguida, colocaram o corpo do tirano num grande túmulo, adornados com ouro e jóias, ganhos nas conquistas sobre outros povos. Sepultaram-no no leito do rio e, depois, fizeram o rio voltar ao seu curso normal. Todos os escravos que participaram da operação foram mortos a espada, para que no futuro ninguém pudesse identificar a sepultura do rei e saquear os tesouros ali depositados.

       O apóstolo Paulo afirmou que seu único motivo de glória era a cruz. Por que? Por que não podemos nos gloriar da ressurreição ou na segunda vinda de Jesus? Por que a glória tem a ver com um símbolo de morte?

       Primeiro, a cruz significa submissão. Quando um criminoso era condenado a morte de cruz, ele lutaria até o final para não morrer daquela terrível maneira. Ser pregado na madeira era uma forma de garantir que ele não escaparia; e de faze-lo sofrer. Jesus não tentou escapar ou fugir da cruz.

       Submissão não é abandonar algo, é renunciar a nós próprios. E é o que nós devemos fazer também. Jesus foi submisso para nos salvar, e nós devemos ser submissos para continuarmos salvos. Significa renunciar a você mesmo, para que Deus possa controlar seu viver.

       Se Jesus não houvesse sido submisso, estaríamos perdidos para sempre. Satanás sabia disso, e por isso tentou dissuadi-lo tantas vezes.

       Segundo, a cruz significa perdão. Convido você a fazer o seguinte teste: Pegue uma caneta e um papel, vá até uma rua movimentada, e faça a seguinte pergunta as pessoas: O que lhe vem à  cabeça quando você vê uma cruz? É bem provável que você ouvirá respostas do tipo: “Cruz lembra a igreja” ou “Cruz é onde Jesus foi pregado”, ou até mesmo “Cruz é para colocar no túmulo”. Talvez um ou outro se lembre de dizer: “Cruz significa perdão!”.
       A morte de Cristo foi necessária a fim de sermos perdoados. Apesar de milhares de pessoas acharam que a morte de Jesus foi resultado da inveja dos líderes, ou que sua morte aconteceu por causa de seu discurso “radical”, a Bíblia aponta para o fato que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo”. Jesus morreu como sacrifício pelo homem porque a raça caída nada pôde fazer para se recomendar a Deus. Sem a cruz do Calvário, Jesus não poderia dizer: “Pai, perdoa-lhes”, e nós não poderíamos pedir: “Pai, perdoe-me”.

       Terceiro, a cruz significa justiça. Depois que Satanás se rebelou contra Deus e foi expulso do céu, ele tomou uma decisão: iria fazer a raça humana pecar. Se eles pecassem, isto provaria que a lei de Deus é injusta, que não podia ser obedecida. Mas se Deus oferecesse algum plano para restaurar a humanidade ao favor do céu, então Satanás também poderia ter a chance de ser reincorporado lá.

       Deus, entretanto, já tinha pensado em tudo. Desde a eternidade, havia um plano de emergência que permitiria que Deus restaurasse o homem caído. Ao mesmo tempo, desmascararia Satanás. A vida sem pecado de Jesus, e conseqüentemente sua morte na cruz, permitiram que Deus fosse “justo e justificador daquele que tem fé em Jesus”. (Romanos 3:26).

       Em resumo, a cruz do Calvário é o único motivo de glória para o cristão, pois sem ela não haveria importância para o passado, nem esperança para o futuro. Sem a cruz não haveria a certeza da ressurreição e da volta de Jesus. Sem a cruz, a humanidade estaria condenada para sempre.




terça-feira, 17 de outubro de 2017

Preseguição religiosa na Ásia















          Confrontos entre o Exército da Independência de Kachin e as tropas do exército birmanês continuam a eclodir em todo o estado de Kachin, que é predominantemente cristão. Mais conflitos foram registrados nas regiões oeste e sudeste do país. Devido aos conflitos étnicos que se estendem há muito tempo, milhares de pessoas já foram deslocadas, e muitas foram abusadas e mortas. 
Mianmar era conhecido como um dos países mais fechados do mundo. Uma esperança de mudança veio em 8 de novembro de 2015, quando a Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, subiu ao poder.          O governo forçou a assinatura de um acordo de cessar-fogo, mas somente oito dos quinze maiores grupos étnicos assinaram. 
         Em agosto, dois membros de uma reconhecida igreja foram abordados por soldados do exército birmanês, que levaram quase mil dólares da igreja e também alguns itens pessoais dos irmãos. Ore pela unidade desta nação, marcada por conflitos étnico-religiosos. Peça também por conforto para os que foram abusados e consolo para as famílias e indivíduos afligidos.

Fonte: Portas abertas


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A loucura da Cruz?


     
 

      











         



         Muitos afirmam que vivemos num mundo enlouquecido. Um mundo onde se vende a honra em troca de poder e status. Um mundo onde se gastam milhões de dólares em armamentos de guerra enquanto milhões morrem de fome diariamente. Um mundo desigual, onde boa parte da riqueza total está nas mãos de apenas uma minoria da população. Um mundo onde o essencial é trocado pelo passageiro. Onde a dor e a morte parecem ser o resultado natural das coisas.

       No início da história humana, o homem nunca poderia imaginar o que séculos de pecado fariam nesse miserável planeta. Adão e seus descendentes não podiam prever o caos que se tornaria nosso mundo. O único que descortinava o futuro era Deus. O que se passou então em Sua mente quando percebeu que, para salvar a raça humana caída e miserável, teria de se tornar um homem comum em mundo de loucura e morte? Ele ficou com medo? Com raiva? Pensou em desistir?

       Obviamente que são questões da limitada mente humana e nunca vamos compreender todos os desígnios de Deus. Porém, olhando friamente, não deixa de parecer loucura a ideia de um Deus imortal, Criador do Cosmo infinito, se preocupar tanto com um pequenino planeta azul perdido num canto do universo. Por que não passar uma borracha divina e apagar nosso mundo da história? Por que não estalar os dedos e eliminar o câncer?

       Parece mais difícil ainda entender tal questão quando percebemos o que aconteceu a dois mil anos atrás. Deus se dispôs a ser envolto por uma placenta e ficar nove meses na barriga de uma mulher. Por favor, tente captar o tamanho dessa realidade. Se alguém no universo durante essa época perguntasse por Deus, lhe diriam: “Ele está no planeta terra, dentro de uma de suas frágeis criaturas”. E lembre-se, Ele passou por todos os estágios da gravidez – de um pequeno embrião até o desenvolvimento total dos tecidos, ossos e músculos. Correu todo o perigo desse período, tais como o aborto ou o nascimento prematuro.

       Perto de nascer, não havia um plano de saúde que garantisse um bom hospital. Na verdade, nem sequer havia um local para nascer. A única alternativa foi uma estrebaria, junto com os animais, onde uma infecção qualquer seria fatal. Ali, tendo como berço uma manjedoura, Deus chorou pela primeira vez como homem.

       Poucas pessoas estavam ali para ver tal cena arrebatadora. Talvez na mente de cada uma delas estivesse o seguinte pensamento: “Ou o amor de Deus é maior do que podemos imaginar, ou tudo isto não passa de loucura!”.

       Uma loucura de Deus? Pode até parecer isso para a mente moderna. Mas lembre-se que o nascimento é só o início da história. O Deus-homem passou por todas as fases de crescimento até se tornar adulto. (Eu me pergunto constantemente como terá sido a adolescência de Jesus?). Loucura mesmo foi o que aconteceu depois disso. Com 30 anos, deixou seu lar, sua mãe e seus irmãos para uma estranha missão. Missão que não visava o poder, a riqueza ou qualquer posição oferecida pelos homens. Uma missão de agruras e sofrimentos. E após pregar o amor e a paz, de curar e salvar milhares, de alimentar multidões, Ele é condenado à morte.

       Morte? “Mas espere, morte é algo que não existe para Deus. Ele é Criador, o autor da vida! Ele não pode morrer!”.

       É verdade. Deus não pode morrer. Mas ele se tornou humano, lembra-se. E seres humanos morrem.

       Mas o pior de tudo foi à forma como ele morreu. Depois de ser traído por um beijo, açoitado rudemente, acabou por ter o corpo cravado na madeira e pendurado entre o céu e a terra. O sangue dele, que era uma mistura de sangue humano com o sangue de Deus, escorreu molhando a terra seca, numa mensagem não entendida pelas pessoas que ali se encontravam – o perdão a um coração seco pela culpa.

       A loucura daquele momento atingiu a todos. Tanto aqueles que contemplaram a cena como a nós que vivemos séculos depois. Alguns disseram naquele momento: “Desce da cruz se és Deus!”. Outros afirmaram: “Verdadeiramente este era filho de Deus!”. A própria história foi dividida em dois. Ninguém pôde ficar sem uma opinião definida sobre a história da cruz.

       O que significa a cruz para você? De todas as loucuras da vida nesse mundo, a cruz foi mais uma delas? Por que tantos fogem de sua sombra?

       Cada um de nós tem de responder a estas questões. Mas como cristão posso afirmar a exemplo do apóstolo: a cruz é loucura para os que se perdem. Mas para os que querem salvação é o poder de Deus. Como disse Martin Luther King Jr., ”Devemos ver na cruz o símbolo do amor que conquista o ódio e da luz que vence a escuridão”.
        A cruz não é loucura. A cruz representa a liberdade conquistada pelo amor.


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O verdadeiro Rei


      



        












         Ao ser pregado e erguido na cruz, não foi somente a humilhação e a dor física que Jesus teve de enfrentar. Algumas pessoas presentes ali trataram de lembrá-lo de certas coisas: Olha lá, o grande Messias. Desce daí! Você não é o filho de Deus? Você não disse que era um profeta? Então, faça algo.

Ei, capitão, temos um rei aqui. Por que não ajoelhamos diante de Sua Majestade? Olha que linda coroa ele tem!

       Difícil é tentar descobrir o que de fato mais doía em Jesus: se a dor física causada pelo martírio, ou a dor de ser rejeitado por aqueles que tanto amou.

       Em cima de sua cabeça estava a placa escrita por Pilatos: REI DOS JUDEUS. Também fica a dúvida: Pilatos colocou a placa por simples zombaria, ou pelo fato de não ter entendido a explicação de Jesus sobre o “Reino”?

       Contudo, havia algo naquela placa que transcendia o momento da crucificação -- a palavra “Rei”. O que nem Pilatos ou os líderes judaicos imaginavam era que o homem pendurado na cruz sempre fora um Rei.

       Antes que nossa galáxia fosse criada, e conseqüentemente nosso planeta, Jesus sempre foi o Rei do universo. As mãos que foram pregadas naquela sexta-feira foram as mãos do supremo Rei. Mãos que se ergueram pela eternidade ordenando que os mundos viessem à existência. Mãos que criaram a matéria e o cosmo. Mãos que moldaram o barro artisticamente para criar o ser humano. Mãos que escreveram os Dez mandamentos na pedra e no coração de seu povo. Mãos que se formaram novamente no útero de Maria. Mãos que ajudaram José na carpintaria. Mãos que curaram os doentes e aflitos da Palestina. Mãos que lavaram os pés dos discípulos. Mãos que terminaram sendo atravessadas por rudes pregos. Que rei seria capaz de chegar a esse ponto?



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Recomeço possível...

















        
          "Possivelmente, uma variedade de sentimentos invadia o coração de Jesus cada vez que ele se aproximava de Jerusalém. Além de ser o centro festivo da religião judaica, com suas festas ao redor do Templo, seria lá que Ele haveria de ser julgado, condenado e morto. A emoção para Ele certamente não era pequena.

          "Apesar de ter passado toda a sua infância em Nazaré, seus pais o carregavam junto de si toda vez que resolviam participar de alguma cerimônia religiosa na capital. Na verdade, Jesus aprendeu desde cedo o respeito que todo judeu tinha por aquela cidade antiga e misteriosa. A exemplo da maioria de seus conterrâneos, Ele foi apresentado no Templo depois do nascimento. E ano após ano, lá estava Ele, acompanhado de seus familiares para a festa da Páscoa.

          "Em especial, Jesus aproveitava as festas em Jerusalém para demonstrar Seu apreço pelas ordenanças da Torá. Mas não só isso. Desde que iniciara sua missão, aproveitava toda oportunidade de apresentar seus ensinos e falar do Reino. Oportunidade que trazia consigo muitas bênçãos, mas também certos riscos...

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Cristãos perseguidos

 


       









          A população estimada de cristãos na China é de 97 milhões, dos quais apenas alguns milhares são ex-muçulmanos e algumas centenas são ex-budistas (em sua maioria tibetanos). Apesar de ser a minoria, são esses os grupos cristãos mais perseguidos na China. Além das restrições religiosas, também são discriminados pela própria família e comunidade. Estatísticas oficiais mostram que há cerca de 6,4 milhões de tibetanos e mais de 20 milhões de muçulmanos no país. Longe dos grandes centros urbanos da região costeira, a maioria dos cristãos ex-muçulmanos e ex-budistas vive em áreas remotas. Além disso, são comunidades que têm a própria língua e muitos deles não falam mandarim, que é a língua mais comum na China. Daí a necessidade de material nas línguas dessas minorias, como uigur, cazaque e tibetano.
          Ao receber a Bíblia em sua própria língua, um cristão ex-muçulmano a abraçou junto ao peito e disse: “Muito obrigado! Há quanto tempo eu sonho ter uma Bíblia”. Seus olhos brilhavam como se estivesse diante de um tesouro. Depois soubemos que ele deu a Bíblia a um amigo que estava interessado em lê-la. Patrick*, um ex-muçulmanos líder da igreja, diz: “Precisamos de tantas Bíblias quanto possível na nossa própria língua. Nós não sabemos onde encontrá-las, então tragam quantas vocês puderem. Os irmãos e irmãs precisam delas!”. Além de Bíblias, é necessário também ter o evangelho em áudio e vídeo, já que muitos desses irmãos são analfabetos.
        Apesar de rígido controle, existe um material sendo produzido nas línguas minoritárias
A Portas Abertas fez uma parceira com alguns grupos internacionais para traduzir o Velho Testamento para o tibetano, o que é um grande projeto de longo prazo. Para testar a qualidade do Velho Testamento, pretendemos publicar alguns livros no prazo de um ou dois anos. O Novo Testamento em áudio nos três maiores dialetos tibetanos (Kham, Amdo e Lhasa) também está sendo desenvolvido. Traduzir a Bíblia para essas línguas requer recursos espirituais e financeiros, bem como um bom planejamento sobre como levar as Bíblias de modo seguro.
          Desde o começo desse ano, o controle e as restrições foram reforçados em Xinjiang (uma região autônoma no noroeste da China, onde vivem muitos grupos minoritários). Policiais fortemente armados vigiam cada rua dia e noite com o objetivo de controlar possíveis atividades extremistas muçulmanas. Revistar bolsas e até celulares é uma prática comum em áreas públicas, como shoppings e cinemas. Nesse contexto, a distribuição de material cristão é muito arriscada, pois poderia ser facilmente descoberta. Apesar dos desafios, a Portas Abertas apoia nossos irmãos com material contextualizado em sua própria língua, treinamento de liderança e discipulado, visando fortalecê-los nesse ambiente de perseguição.


Fonte: portasabertas.com



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O valor que temos







Portanto, não tenham medo, pois vocês valem mais do que muitos passarinhos. Mateus 10:31.

       Aconteceu por volta de 1890, na Inglaterra. Um rico capitão trabalhava cuidando de sua frota de navios. Sua vida consistia em manter-se informado através dos jornais. Precisava saber da meteorologia e das guerras, pois seus navios ficavam expostos a essas atividades. Para ele, seus navios eram mais preciosos que tudo o mais.

       Quando atingiu a idade de sessenta anos, ele resolveu vender os navios por cerca de seis milhões de dólares. Milionário e aposentado, pensava em gozar a vida sem a luta de cada dia. Seria feliz e abastado. Contudo, a felicidade não veio. Os dias lhe pareciam negros e sem graça. Não queria mais ler as notícias dos jornais e nada lhe trazia prazer. Então, tomou uma decisão: iria afogar-se.

       Numa manhã fria e cinzenta, ele caminhou até uma das pontes sobre o rio Tâmisa, planejando saltar dali. Quando estava subindo na grade para pular, avistou um homem pobre, com roupas surradas, agachado ali perto.

       – O que você faz aqui? – perguntou ele ao aproximar-se.

       – Ó, senhor, não se importe comigo. Vim aqui para me afogar, pois não tenho dinheiro e minha família será despejada hoje.

       O capitão sentiu-se impelido a ajudar. Tirou a carteira do bolso, mostrou-a ao homem e lhe disse:

       – Vou ajudá-lo.

       – Ó, senhor, obrigado! Deus o abençoe.

       Acompanhando o pobre homem até seu lar, ele pagou o aluguel atrasado e comprou alimento para a família faminta. Até mesmo brincou um pouco com as crianças.

Ao voltar para casa naquela noite, o capitão sentia uma felicidade que havia tempo lhe fora embora. Havia descoberto que, assim como o homem na ponte e sua família lhe pareceram de muito valor, ele também era muito precioso para Deus.

       Sim, temos um valor imenso para Deus. Amá-Lo em retribuição, bem como as pessoas ao nosso redor, não me parece que é pedir demais. Na verdade, nossa felicidade e utilidade neste mundo dependem muito desta realidade.




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Qual o antídoto para a crise espiritual?



Jesus Cristo é o único que pode dar sentido à nossa vida, e eu sei disso por que experimentei por mim mesmo. Mas a vida cristã não é feita apenas de êxtase e alegria. Os espinhos existem e por diversas vezes machucam pra valer. Quando a crise espiritual chega e a fé torna-se vacilante, tentamos encontrar uma saída e, nem sempre, ela aparece na hora e do jeito que esperamos.

Em nenhum momento, no entanto, deveríamos nos esquecer de que o amor de Deus por nós continua tão forte quanto antes. Não é porque nossa fé anda mal das pernas que a misericórdia divina vai nos abandonar. “Eis que Eu estou convosco todos os dias”11, foi a promessa de Jesus.



11 Mateus 28:20.


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terça-feira, 22 de agosto de 2017





       "O grande conflito atingiu seu clímax quando Deus, surpreendentemente, decidiu se colocar no campo de batalha junto com aqueles que procurava defender. Encarnando-se como um mortal, tornou-se completamente vulnerável ao poder e engano de Satanás. Sem dúvida, foi uma decisão assombrosa e magnífica. Um ato de amor.

          Pode-se afirmar que Deus, através de Jesus Cristo, entrou no campo do inimigo para a maior e mais espantosa missão de resgate da história. Um resgate que acabaria por custar um preço absurdamente alto – Sua própria vida. Ele o fez para que seus filhos escravizados fossem libertos da tirania do mal, e pudessem sonhar com um recomeço, onde o medo e o fracasso nunca mais provocariam suas lágrimas [...]

Para ler mais, acesse:



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Cristãos em perigo na Venezuela




         No mês de abril, informamos sobre a difícil situação dos cristãos venezuelanos logo após o Supremo Tribunal destituir a Assembleia Nacional de seus poderes. O risco que o país enfrenta é de uma possível ditadura, o que pode dificultar ainda mais o desenvolvimento da igreja nessa nação. Há poucos dias, os líderes cristãos informaram que depois das últimas reuniões políticas, os cristãos que não apoiaram o governo ficaram vulneráveis.
Eles explicam que, entre as maiores dificuldades, eles estão enfrentando roubos, prisões e até perda de propriedades. Segundo um dos líderes, não apoiar o regime do presidente Nicolas Maduro é motivo de repressão e violência. As últimas notícias ilustraram um cenário religioso ameaçado, já que o governo passou a sufocar o cristianismo e a se abrir para o islã.
         A liberdade religiosa na Venezuela, como também em alguns outros países da América Latina, está passando por um momento complexo. Não há segurança para aqueles que se declaram cristãos, além de se sentirem excluídos das comunidades, principalmente para aqueles que vivem dentro de comunidades indígenas, as quais lutam para preservar seus valores e cultura. Ore pelos cristãos perseguidos na América Latina.

Fonte: portasabertas.com


terça-feira, 25 de julho de 2017

Recomeço possível...


          
         














         
          [...] Quando vou para a Bíblia, partindo da convicção que ela é a mensagem de Deus para a humanidade, algo fica muito claro: existe um grande conflito no universo; um conflito exatamente entre duas forças – uma representa o bem absoluto, a outra o mal impiedoso. Diante disso, e da história trágica daquele indivíduo à minha porta (bem como o de tantos outros como ele), tive uma vez mais a forte certeza que é extremamente difícil fugir da realidade de que estamos no meio de uma guerra feroz; uma luta cósmica onde o bem e o mal tentam sobrepujar um ao outro.
          A minha própria experiência de vida tem ajudado a fundamentar tal convicção. O dia a dia que enfrento revela-se constantemente uma batalha que vai além da simples aceitação ou negação das questões de moralidade. Tenho por vezes a nítida impressão que uma luta real está sendo travada em minha mente e coração. Uma luta que me força a fazer escolhas.  E elas trazem sempre uma consequência boa ou ruim.

          Interessante é notar que a Bíblia foi escrita em cima desse argumento. Desde suas primeiras páginas até as últimas [...]


Para ler mais: 
https://www.cpb.com.br/produto/detalhe/15528/experimente-um-recomeco



sexta-feira, 14 de julho de 2017

A fé e um tambor








“Coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé.” Mateus 9:22.

       Conta-se que, certa vez, o exército papal subiu o vale para perseguir os valdenses. Para alcançá-los, os soldados tinham que passar por um estreito desfiladeiro. Os valdenses ouviram sua aproximação e oraram fervorosamente por livramento.

Alguns minutos depois, enquanto o inimigo avançava, uma densa neblina começou a se formar nos altos picos. As nuvens desceram rapidamente e finalmente caíram sobre o desfiladeiro. A escuridão tomou conta do caminho, e os soldados não podiam enxergar para onde estavam indo. Em seu desespero, começaram a empurrar e cutucar uns aos outros. Alguns caíram nas águas caudalosas do rio e se afogaram. O restante dos homens fugiu, e os valdenses foram salvos.

       Alguns anos depois, o mesmo exército marchava em direção ao abrigo natural dos valdenses. Não demorou para que o povo indefeso ficasse encurralado num vale entre as montanhas. Quando faltavam alguns quilômetros para encontrá-los, os soldados já se gabavam de seu sucesso.

       Então, os soldados ouviram o som de cânticos. Eles riram mais ainda. O povo de Deus orava repetindo o Salmo 46: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

       – Vejamos se o seu Deus vem para livrá-los – disseram os soldados.

       Então, durante a madrugada, eles ouviram um som diferente dos cânticos. Era o toque de um tambor, que se aproximava mais a cada minuto. Os soldados olharam uns para os outros, confusos e temerosos. Chegaram à conclusão de que o barulho representava um poderoso exército marchando para ajudar os valdenses. Em pânico, eles abandonaram suas armas e fugiram apressadamente. Os valdenses foram salvos mais uma vez por causa da força de sua fé.

       O mais curioso foi saber mais tarde que uma criança havia encontrado um tambor na noite anterior e resolveu brincar batendo nele. Deus usou uma criança e um tambor para salvar Seus seguidores.



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Vivendo em Paz com os outros







Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês. Mateus 7:12.

       A colonização de um povo sempre trouxe sofrimento e violência. E os mais fortes acabam por liquidar os mais fracos. William Penn e os colonizadores quacres resolveram usar uma tática diferente. Apresentaram-se aos índios, procurando formar uma amizade entre os dois povos.

       Numa noite fria de 1682, William Penn sentou-se sob uma imensa árvore, como se fosse o líder branco dos colonizadores. À sua frente estava o chefe indígena e seus guerreiros. O chefe lhe passou o cachimbo da paz e o convidou para falar.

       – Meu povo e o seu povo têm aparência diferente, mas somos todos filhos do Grande Espírito, que deseja que convivamos em paz – disse Penn. – Estamos aqui sem armas de fogo ou machados, apenas com amor no coração e boa vontade. Queremos propor ao seu povo um tratado de amizade.

       O acordo proposto por Penn dizia que os índios e os colonizadores viveriam juntos como irmãos. As planícies e florestas estariam livres para todos. As casas dos brancos poderiam receber os índios e as cabanas destes, poderiam receber os brancos. Também propunha que não se dessem ouvidos a relatórios falsos um contra o outro, mas, em caso de suspeita, fizessem uma investigação cuidadosa. Não haveria vingança, pois tudo seria levado a um conselho de 12 homens honestos, que julgariam com justiça. As demais dificuldades seriam vencidas com muita boa vontade e educação.

       O chefe indígena levantou-se e deu um passo à frente. Estendeu a mão e segurou a mão de William Penn. Dessa maneira, o tratado de amizade foi selado sob a grande árvore, e na presença de muitas testemunhas. Nos anos seguintes, índios e colonizadores viveram juntos em perfeita paz e harmonia.

       O respeito entre as pessoas resultará no respeito entre os povos. Isso foi verdade no passado e ainda o é no presente. Você vai fazer a sua parte?



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Experimente um recomeço



"Quando vou para a Bíblia, partindo da convicção que ela é a mensagem de Deus para a humanidade, algo fica muito claro: existe um grande conflito no universo; um conflito exatamente entre duas forças – uma representa o bem absoluto, a outra o mal impiedoso. Diante disso, e da história trágica daquele indivíduo à minha porta (bem como o de tantos outros como ele), tive uma vez mais a forte certeza que é extremamente difícil fugir da realidade de que estamos no meio de uma guerra feroz; uma luta cósmica onde o bem e o mal tentam sobrepujar um ao outro.

          A minha própria experiência de vida tem ajudado a fundamentar tal convicção. O dia a dia que enfrento revela-se constantemente uma batalha que vai além da simples aceitação ou negação das questões de moralidade. Tenho por vezes a nítida impressão que uma luta real está sendo travada em minha mente e coração. Uma luta que me força a fazer escolhas.  E elas trazem sempre uma consequência boa ou ruim.
          Interessante é notar que a Bíblia foi escrita em cima desse argumento...



Para ler mais, clique no livro ao lado direito...

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Nossa maior necessidade



Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua Justiça. Mateus 6:33, ARA.

       Conta-se que, quando o famoso escritor Rudyard Kipling visitou os Estados Unidos pela última vez, ficou muito doente. Com febre alta, recebeu a visita de um médico. Como era tarde da noite, foi-lhe recomendado repouso absoluto.

       Mas a febre não abaixava e, durante toda a madrugada, Kiplig delirava e dizia: “Eu preciso... eu preciso!”

       A enfermeira que cuidava dele ficou intrigada com suas palavras, mas não quis interromper seu sossego. Kipling insistia em repetir as palavras “eu preciso”. E ela não pôde deixar de lhe perguntar:

       – Senhor, do que o senhor precisa?

       – Eu preciso de Deus! – respondeu o enfermo.

       A exemplo de Kipling, muitos só descobrem a importância de Deus no momento final da vida. Outros vão vivendo como se Deus nem mesmo existisse. Perdem a oportunidade de buscar em primeiro lugar o Seu reino e a Sua Justiça.

       Muitas vezes, Deus faz um convite para que entreguemos nosso coração a Ele, como fez certa vez com um menino:

       – Meu filho, dá-Me o teu coração.

       – Ainda não – disse o menino. – Mais tarde.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – pediu Deus ao jovem.

       – Ainda não. Eu o farei quando casar e tiver minha casa – foi a resposta.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – insistiu Deus com o homem.

       – Ainda não posso. Estou cuidando dos meus negócios. Quando tudo estiver em dia, então Te seguirei.

        Assim, o homem foi levando a vida, até que morreu inesperadamente.

Deus está chamando você hoje. Ele quer entrar definitivamente em sua vida. Que resposta você vai dar?