quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Descoberta arqueológica confirma história Bíblica












       Quem já leu a Bíblia provavelmente conhece a narrativa do rei Ezequias. Segundo conta a história do Livro Sagrado, ele reinou em uma cidade histórica e baniu dela todas as referências pagãs que ela possuía. Por muito tempo, especulou-se sobre a veracidade da cidade, que ficaria onde hoje é Israel. E um grupo de arqueólogos conseguiu provar que, sim, a história do rei Ezequias é realmente verdadeira. Em explorações na região, os arqueólogos fizeram a descoberta que especialistas da área e religiosos esperavam havia séculos. Lá encontraram um santuário e seu portal extremamente antigo. O portal, que foi desenterrado por inteiro pelo grupo de arqueólogos, está localizado no que hoje é a cidade israelense de Tel Lachish. Parte do portal já havia sido encontrada, mas só sua descoberta por inteiro confirmou a história.

       “O que temos hoje é algo realmente muito especial, desenterramos o portal por inteiro. E podemos afirmar que o tamanho do portal coincide bastante com os conhecimentos históricos e arqueológicos que temos sobre essa história bíblica”, afirma Sa’ar Ganor, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel.

      A porta encontrada é a entrada para uma área de 24,5 metros quadrados onde foram encontradas outras seis câmaras orientadas para a rua principal da antiga cidade. A descoberta foi muito comemorada tanto pela comunidade de arqueólogos como entre religiosos.


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Grandeza além da conta



 
 
 
 
E procuras tu grandezas? Não as procures. Jeremias 45:5, ARA.

O grande conquistador Napoleão Bonaparte nasceu em Ajaccio, na Córsega, em 1769. A França havia conquistado a Córcega um pouco antes do nascimento de Napoleão, o que fez com que ele se tornasse um nacionalista corso em sua juventude. Contudo, com a idade de dezesseis anos, ele conquistou a posição de segundo-tenente no exército francês. Aliás, conquistar seria a marca de sua vida.

Em 1793, destacou-se no cerco de Toulon, cidade que estava em poder dos britânicos. Foi promovido a general-de-brigada, e em 1796 tornou-se comandante do exército francês na Itália. Depois de algumas vitórias espetaculares, foi recebido em Paris como herói.

Napoleão participou do golpe de estado e tornou-se o primeiro cônsul da França. Com apenas trinta anos, ele se tornou um dos maiores ditadores da História. Durante os quatorze anos em que esteve como imperador, Napoleão promoveu muitas mudanças na França e criou o famoso código civil francês – o Código de Napoleão.

Napoleão persistiu em sua sede de conquista, desejoso de tornar-se o dono do mundo. Lutou inúmeras vezes contra os britânicos, declarou guerra contra a Rússia, e enfrentou a revolta de países como a Áustria e Prússia.

Em 18 de junho de 1815, sofreu a derrota final, na famosa batalha de Waterloo. Um dos motivos do fracasso naquele famoso embate foi a falta de um punhado de pregos. Pode parecer estranho, mas era comum naquela época a prática de inutilizar as peças de artilharia fincando pregos nos ouvidos dos canhões. Tapando o orifício onde se colocava a pólvora e o fogo, inutilizava-se o canhão. No momento crucial, os comandantes do exército napoleônico perceberam que os soldados que tinham os pregos estavam todos mortos. Com a artilharia britânica funcionando com força total, Napoleão avistou perplexo a derrota de seu exército.

Finalmente, Napoleão Bonaparte foi aprisionado pelos britânicos na ilha de Santa Helena, onde morreu de câncer, em 1821.

Sempre que penso em Napoleão, lembro das palavras de Jesus: "O que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" A maior batalha já travada por qualquer ser humano é a batalha interior, onde se acha a oportunidade constante de escolher entre o bem e o mal. Ao colocar o foco e energia em nosso próprio eu, escolhemos o caminho da derrota. Tudo aquilo que se ganha do esforço de coroar o eu resume-se em frustração e humilhação. Pode-se ganhar muitas batalhas, mas perde-se a guerra. E única guerra que não podemos perder é aquela contra o pecado. Com a ajuda de Jesus, certamente você será vencedor.
 
 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Salvo duas vezes



 
 
 
 
Estarei com vocês para salvá-los. Jeremias 30:11.

Ser salvo da morte uma vez já é muito bom. Imagine, então, ser salvo duas vezes. Isso aconteceu com Winston Churchill, um dos maiores estadistas do século 20.

Quando criança, Churchill morava numa enorme mansão rodeada de belos jardins. Havia ali também uma grande piscina. Um dia, várias crianças brincavam e nadavam, quando Churchill escorregou e caiu na piscina. Ele se debateu e estava quase se afogando quando o filho do jardineiro percebeu a situação. O rapaz correu e saltou na água, salvando o pequeno Churchill.

O pai de Churchill chamou o jardineiro e disse:

– Seu filho salvou o meu. O que posso fazer para recompensá-lo?

– Bem, não estou certo...

– O que ele quer estudar?

– Ele quer ser médico. – afirmou o jardineiro.

– Pagarei, então, os estudos dele na melhor universidade.

Muito tempo se passou depois desse episódio. Winston Churchill tornou-se primeiro-ministro da Inglaterra. Um dia, ele ficou doente, com uma forte pneumonia. O caso se tornou grave, e os melhores médicos foram chamados. Um deles, chamado Alexander Fleming, aplicou em Churchill uma de suas descobertas – a penicilina. Depois de algum tempo, o ministro britânico estava salvo.

Alexander Fleming era o filho do jardineiro. “Este homem me salvou a vida duas vezes”, costumava contar Churchill.

Fleming salvou Churchill e milhares de vidas através de suas descobertas científicas. Em 1945, ele ganhou o prêmio Nobel.

Deus promete nos salvar, não uma ou duas vezes, mas tantas quantas forem necessárias. Ele está mais perto de nós do que podemos imaginar. E se as angústias da vida nos levam a clamar por socorro, tenhamos a certeza de que Deus enviará o auxílio.