quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Clube de Satã nas escolas?










Um grupo ateu chamado The Satanic Temple (Templo Satânico) está causando polêmica nos Estados Unidos ao propor que as escolas adotem uma atividade extracurricular chamada “Clubes de Satã” - descrita como uma aula de formação distinta da proporcionada por grupos religiosos. A discussão ganha força por ocorrer no momento em que o ano letivo está prestes a começar nos EUA. É quando pais e filhos falam sobre atividades extracurriculares que as crianças poderão frequentar durante o ano. Há petições do grupo para que as aulas comecem a valer já neste semestre em diversas escolas de cidades como Nova York, Boston e Detroit, segundo o jornal The Washington Post. Mas o jornal explica que o plano do grupo não é promover a adoração ao diabo: o templo rejeita a noção de sobrenatural e defende a racionalidade científica. Satã seria, segundo o grupo, uma “metáfora” para rejeitar todas as formas de tirania sobre a mente.

Ainda de acordo com o grupo, o programa do curso seria formado por aulas de ciências, pensamento crítico, artes e história indígena para crianças do ensino primário. Também haveria exercícios para elevar a autoestima e desenvolver a empatia. Mas o que se sabe sobre o Templo Satânico? O fato de o nome da organização remeter a reuniões clandestinas, nas quais se sacrificam animais e se adora a figura de Lúcifer, provocou receio entre muitos pais de alunos. Porém, o Templo Satânico se apresenta como um grupo ateu cujos objetivos seriam proporcionar igualdade, justiça social e defender a separação entre a Igreja e o Estado. A organização tem sede em Nova York e 20 escritórios espalhados pelos Estados Unidos.

Ali explicou que o grupo usa Satã como mascote por interpretar que, segundo a Bíblia, ele desafiou a autoridade de Deus e foi expulso do Céu. O grupo, na opinião de Ali, enfrentaria situação similar à do personagem bíblico. “De forma similar, nós desafiamos a autoridade intolerante na política, na sociedade e na cultura e somos marginalizados por isso. Além disso, recebemos ameaças de morte pela simples associação com o nome”, disse ele.

O grupo, que diz ter mais de 200 mil membros, afirma não acreditar em seres sobrenaturais e se distancia de conceitos como o medo do inferno e da ira de Deus.
Seus dogmas são [e segue a lista das sete crenças deles].

O Templo Satânico foi criticado por suas atividades, especialmente por organizações cristãs. Alguns dizem que o Templo não é uma organização, mas sim uma espécie de brincadeira, sátira ou simples provocação. Assim, a proposta do grupo de levar sua mensagem para as escolas tem despertado suspeitas, não apenas pela referência ao diabólico, como pelas dúvidas sobre a seriedade da iniciativa.

O grupo diz que baseia seu pedido para dar essas aulas na existência dos Good News Clubs, programas extracurriculares de estudos bíblicos organizados pelo grupo Children Evangelism Fellowship (Sociedade de Evangelismo Infantil). Em 2001, a Justiça dos Estados Unidos determinou que nenhum discurso religioso específico pode ser discriminado nas escolas. “Os evangélicos cristãos, em particular a Sociedade de Evangelismo Infantil, vêm se beneficiando dessa regra desde então”, diz a organização. “Por ser ilegal discriminar religiões concretas ou que se dê preferência a alguma delas, os clubes extraescolares de Satã não podem ser negados onde operem clubes cristãos ou de outras religiões.”

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Apreciação de leitor



















Trata-se de um livro objetivo, interessante e atual. Recomendo a todos aqueles que desejam fortalecer a fé em Deus para seguir adiante.

Um dos pontos que me atraiu neste livro foi o fato do autor, ao tratar de um assunto tão complexo, não presumir que tem todas as respostas e sim contar de suas experiências, com os seus erros e acertos.

Em meio às minhas inquietações, em cada página eu encontrei um Deus que se interessa em me ajudar, em superar minhas crises espirituais, e a permanecer firme diante dos combates do vida.

Depois da leitura, eu reafirmei a minha decisão de permanecer ao lado de Cristo em todos os momentos.

Josué F. Junior (Sorocaba)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Transfusão Divina



 
 
 
Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores. Isaías 53:4, ARA.

Quando as bombas atingiram por engano um orfanato dirigido por missionários, as pessoas da aldeia vietnamita pediram socorro através do rádio e uma equipe médica americana foi enviada para atendê-las.

Quando chegaram, encontraram muitas crianças feridas. Perceberam que uma menina de oito anos estava em estado crítico e resolveram cuidar dela primeiro. Seria necessária uma transfusão de sangue.

Feito um teste rápido, percebeu-se que nenhum dos americanos tinha o sangue compatível com a menina; contudo, a maioria das crianças do orfanato tinha.

O médico havia aprendido um pouco da língua vietnamita com outros feridos e, com a ajuda de gestos e sinais, tentou explicar a situação para as demais crianças. Perguntou se alguém estaria disposto a doar um pouco de seu sangue.

Ninguém se manifestou. Depois de alguns instantes, uma pequenina mão se levantou com hesitação.

O menino foi colocado no local e a agulha inserida em sua veia. Ele sentia dor, mas não falava nada. Logo depois, começou a chorar baixinho.

– Está doendo? – perguntou o médico.

O menino balançou a cabeça negativamente. Mas, após alguns instantes, começou a chorar e a soluçar. O médico ficou preocupado. Uma enfermeira vietnamita chegou e conversou com o menino. Repentinamente, ele parou de chorar. Voltando-se para os americanos, a enfermeira disse:

– Ele achou que teria que doar todo o sangue de seu corpo.

– Mas por que ele estaria disposto a fazer isso?

A pergunta foi repetida para o garoto, que respondeu simplesmente:

– Ela é minha amiga.

Jesus fez a mesma coisa por nós, quando derramou Seu sangue na cruz do Calvário, morrendo em nosso lugar. Tal sacrifício é a garantia que temos da salvação e da vida eterna. Que tal agradecer agora mesmo a Jesus por ter-Se disposto a nos salvar?

 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Conversão de monges budistas ao cristianismo

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No ano passado, um monge budista tibetano decidiu entregar sua vida a Jesus Cristo e tornou-se pastor, depois de ver o amor de Cristo, demonstrado por um grupo de missionários, que ajudaram e forneceram bens de ajuda humanitária para o povo de sua região.


O apoio dos missionários chegou ao Tibet em decorrência de um grande terremoto que atingiu a região, de acordo com Joe Handley, presidente da Missão ‘Asian Access’, uma organização cristã busca espalhar a Palavra de Deus no sul da Ásia.

Agora, a semente do amor de Cristo tem crescido. Em um relato mais atualizado, Handley informou que outros 62 monges budistas decidiram fazer o mesmo que seu ex-lama e agora também estão seguindo a Cristo.

E isso não é tudo. “Só no ano passado, [os líderes da igreja] estão estimando-se que mais de 200.000 pessoas entregaram suas vidas a Cristo, como resultado dos trabalhos da comunidade cristã na região”, diz Handley.

Mas o que estaria causando essa avalanche de conversões cristãs?

Handley diz que isso tudo é devido também ao trabalho dos missionário, que levam uma mensagem de esperança e cura para o povo do Tibete, após o terremoto devastador do ano passado.

“Eles não viram budistas, hindus ou outros grupos religiosos ajudando no meio dos escombros. Em vez disso, semana após semana, os seguidores de Jesus que sacrificaram o seu tempo e arriscaram suas próprias vidas para servir, se dispondo a ser as mãos e os pés de Jesus”, diz ele.

A ‘Asian Access’ está desempenhando um papel fundamental neste movimento espiritual, por meio da formação de líderes das igrejas, com o objetivo de estabelecer o crescimento espiritual a longo prazo na região.

“A ‘Asian Access’ só tem o privilégio de se colocar ao lado de pastores-chave como os que investiram na vida deste sacerdote tibetano”, diz Handley. “Investimos profundamente, construindo a sua capacidade para que eles possam alcançar suas comunidades”.

“Deus faz coisas incríveis quando você investe nas pessoas. É possível vê-las crescendo mais profundo nEle, crescendo mais forte como líderes, aprendendo a reproduzir outros líderes e depois se espalhando pela região com os esforços de plantação de igrejas, de maneiras notáveis”, acrescenta.

A ‘Asian Access’ está agora pedindo por orações e apoio financeiro dos cristãos em todo o mundo, para que a organização possa alimentar o movimento espiritual no sul da Ásia.

 
Fonte:Christian Today
 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Vício em smartphone?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os smartphones são realmente incríveis. Mas quando sua avó te pede para guardar o celular na mesa de jantar, talvez você deva ouvi-la. O vício em smartphoneé algo real! Checamos obsessivamente nossossmartphones quando estamos falando, trabalhando, andando e dirigindo, mesmo quando sabemos que não devemos fazer isso. Apenas não conseguimos evitar! Mas você sabe o que dizem por aí: reconhecer que você tem um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Por isso, parabéns por ler a matéria aqui. Abaixo selecionamos oito dicas que você pode usas para ajudá-lo a acabar com seu vício em smartphones, resgatar seu lugar no mundo real e até sair por aí sem um celular grudado na mão (obrigado, Pokémon Go!).

1. Não use o smartphone na cama. Estudos mostram que usar o smartphone na cama não é uma boa ideia, pra começar porque a luz azul da tela mexe com seus hormônios do sono. Então, o primeiro passo é tornar sua cama um lugar livre de smartphones. De verdade, pela sua saúde.

2. Arranje um despertador de verdade. É tentador pegar o smartphone logo no começo do dia, especialmente se é ele que te faz acordar. Acabe com essa tentação e diminua o risco de acidentes caros com smartphones ao gastar um pouco em um despertador de verdade.

3. Refeições sem smartphone. Desafie a si mesmo para manter conversas com amigos e familiares sem o auxílio do smartphone por uma hora ou mais. Sem trapacear! Se alguém mencionar uma imagem engraçada do Reddit, faça com que a pessoa a descreva com gestos/palavras e/ou papel e caneta.

4. Desabilite as notificações. Sem notificações = sem razão para ficar checando o seu smartphone. Na teoria, pelo menos.

5. Apague aplicativos desnecessários. A maioria dos aplicativos do seu smartphone está lá apenas para ocupar espaço. Além disso, imagine como você seria mais produtivo se não ficasse checando Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, seis contas de e-mail e o Reddit o tempo todo.

6. Dê atenção para a pessoa que está falando com você. Faça um esforço consciente para manter o smartphone fora das suas mãos durante as conversas na vida real. Foque na pessoa que está com você. De verdade.

7. Tenha um dia livre do smartphone na semana. Uma vez por semana (talvez no final de semana [melhor ainda: no sábado]), faça uma loucura e deixe o smartphone em casa. Por um dia inteiro - ou talvez metade de um dia, se estiver começando. Saia! Leia mapas de papel! Dirija sem GPS! O céu é o limite!

Lembre-se: o objetivo é combater seu vício em smartphones, não voltar completamente para a Idade da Pedra. Largar mão totalmente do seu smartphone e da Internet não vai te ajudar, mas provavelmente te deixará perdido e te fará ser demitido. Existe um meio-termo entre checar seu celular 3.165 vezes por dia e não ter um smartphone.

Fonte: IDG Now