quinta-feira, 30 de junho de 2016

O Livro dos livros


 


 
 
 
Procurem no livro do Senhor e leiam. Isaías 34:16.

      Um jornalista ateu, que gostava de criticar a Bíblia, desembarcou nas ilhas Fiji. Encontrou-se com uma tribo de nativos convertidos ao cristianismo e começou a zombar das Escrituras, orgulhando-se de ser incrédulo. Um nativo ouviu suas considerações e depois lhe disse:

      – O senhor está vendo aquele forno? Se não fosse este Livro que nos ensinou a amar ao próximo, talvez a estas horas o senhor já estaria sendo assado ali.

      Não só aquele jornalista, mas muitos outros têm zombado da Bíblia. Contudo, pessoas em todas as épocas reconheceram a Bíblia como a Palavra de Deus. Eis alguns exemplos:

      Isaac Newton (cientista): “Considero as Escrituras a ciência mais sublime.”

      D. Pedro II (imperador do Brasil): “Eu amo a Bíblia. Eu a leio todos os dias e, quanto mais leio, tanto mais a amo.”

      Thomas Huxley (biólogo): “A Bíblia tem sido a Carta Magna dos pobres e oprimidos. A raça humana não está em condição de dispensá-la.”

      Abraão Lincoln (presidente dos Estados Unidos): “Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus deu aos homens.”

      Emanuel Kant (filósofo): “A existência da Bíblia como livro para o povo é o maior benefício que a raça humana já experimentou.”

      Napoleão Bonaparte (imperador): “A Bíblia não é um simples livro, senão uma criatura vivente dotada de uma força que vence a quantos se lhe opõem.”

      Winston Churchill (estadista): “Ninguém pode ser considerado bem preparado se não tem conhecimento profundo da Bíblia Sagrada.”
 
 

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Crise espiritual




 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
      "No meu convívio com cristãos, tenho notado que nada é tão prejudicial à vida religiosa de alguém do que sentir que a religião não faz efeito. Na vida de muitos, inicia-se o processo espiritual com grandes certezas e expectativas, e à medida que o tempo passa, a dúvida e a frustração inundam a alma como uma goteira constante. As promessas bíblicas parecem infundadas e o silêncio de Deus torna-se desagradavelmente agudo. Nesse ponto, muitos desistem completamente; outros, perguntam o que se pode fazer a respeito.

“No mundo, passais por aflições”6, afirmou Jesus. Não creio que Ele estava falando apenas das perseguições religiosas contra seus súditos ao longo dos séculos, ou da luta de muitos para colocar o pão dentro de casa. Certamente se referia também as aflições espirituais. O que se passa dentro do nosso coração nos afeta mais que qualquer coisa. Se, como cristão, eu não me sinto bem espiritualmente, de alguma maneira isso vai atingir minhas decisões e escolhas diárias. Também estou convicto de que apenas quando estou seguro com Deus é que me sentirei bem comigo mesmo. Enquanto escrevo, oro ao Pai para que, até o final do livro, Ele nos ajude a encontrar pontos de apoio que farão alguma diferença nos dias em que o chão parecer não tão firme. Por hora, lembre-se disso: “Podemos não sentir hoje a paz e o gozo que sentíamos ontem; mas devemos pela fé, agarrar a mão de Cristo e confiar nEle tão completamente nas trevas como na luz”.7

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6 S. João 16:33. (A partir de agora, todos os textos bíblicos citados serão da Versão Almeida Revista e Atualizada).
7 WHITE, Ellen. Santificação, Tatuí, SP: CPB, 1988, p. 100.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Gladiadores de Cristo













Quem teme o Senhor é feliz. Provérbios 28:14.

       Conta-se que o poeta Martial testemunhou a construção do Coliseu em Roma e o comparou às Sete Maravilhas do mundo. Não há dúvidas de que o monumento iniciado por Vespasiano e terminado por Tito em 80 d.C. era algo grandioso. Isto pode ainda ser conferido nas ruínas do Coliseu na atual Roma.

      Contudo, a história do Coliseu foi feita com muito sangue. Sangue de gladiadores e de cristãos. Sem contar os inúmeros animais que ali foram sacrificados aos deuses romanos.

      Um dia, o imperador ouviu que quarenta gladiadores haviam se tornado cristãos. Mandou-lhes o recado de que deveriam renunciar à fé ou seriam condenados a morrer no alto das montanhas geladas no norte da Itália. Os gladiadores convertidos receberam a mensagem com espanto, mas permaneceram fiéis à fé. Então, eles foram levados para as montanhas.

      Depois de alguns dias de caminhada, os gladiadores algemados foram deixados para morrer de fome e frio. Os soldados armaram suas tendas não muito longe dali. Porém, o oficial responsável não conseguia dormir, pois ouvia os outrora lutadores de arena cantando: “Quarenta gladiadores que lutam por Cristo reclamam dEle a vitória e a coroa.”

      Impressionado com a atitude daqueles homens, o soldado pensou em sua própria vida vazia e sem sentido. De repente, seus pensamentos foram interrompidos por um dos quarenta gladiadores que, quase congelado, pedia para retratar-se.

      – Você é o único que quer isso? – perguntou o oficial.

      – Sim, senhor.

      O oficial levantou-se, desabotoou o casaco militar e colocou-o sobre os ombros do gladiador.

      – Então, tomarei seu lugar – disse ele. E desapareceu na escuridão.

      Da tenda, ainda se podia ouvir o hino: “Quarenta gladiadores que lutam por Cristo reclamam dEle a vitória e a coroa”.

      Um dia, alguém poderá lhe pedir que renuncie a sua fé em Cristo. Se porventura isso acontecer, espero que a sua resposta seja a mesma daqueles gladiadores.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A mente do Criador




















Sinopse: Este clássico é um comentário sobre a natureza da arte e também uma análise brilhante das doutrinas fundamentais do cristianismo. Entre as ideias que Sayers examina encontram-se a imagem de Deus, a Trindade, o livre-arbítrio e o mal, e das páginas desse livro emerge uma maneira inteiramente nova e revitalizada de entender tais ideias. A autora encontra a chave desse entendimento nos paralelos entre a criação de Deus e o processo criativo humano.

Comentário: Em tratando-se de uma das grandes escritoras do século 20, este livro tem muito a oferecer. Dorothy Sayers deixa claro que sua exposição da teologia cristã não é sua opinião pessoal nem sua regra de fé. Seu desejo é apenas lançar uma nova luz sobre as crenças fundamentais do cristianismo. Ela acaba indo mais longe que isso, levando o leitor a repensar seus próprios argumentos em favor da fé. Sem dúvida alguma, uma clássico da literatura espiritual e leitura obrigatória.