sexta-feira, 27 de maio de 2016

Livro: Crise Espiritual


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"O filósofo humanista e escritor de best-sellers, Luc Ferry, afirmou recentemente que, apesar do aumento do número de pessoas indo à igreja nos últimos anos, nenhuma dessas pessoas morreria pelo Deus que professam. Ele afirmou ainda:

Hoje, no Ocidente, ninguém mais aceita morrer por um deus, um país, um ideal. Há sim, religiosos extremistas no Islã. Há gente na Chechênia ou na Ossétia disposta a morrer pela nação. Mas garanto que não há cidadãos com tais intenções na Alemanha, na França ou nos Estados Unidos. [...] Mais do que nunca, vivemos num mundo no qual a religião não é suficiente para dar ao homem as respostas que ele procura.4

Pergunto-me se Ferry disse isso como uma provocação aos cristãos, ou se o problema esbarra na dificuldade cada vez maior dos cristãos contemporâneos de demonstrar o quanto sua fé é essencial e inegociável. Parece que muitos crentes não conseguem levar adiante uma vida religiosa significativa.

O problema da comunhão com Deus e as demais dificuldades que mencionei serão abordados com mais profundidade na primeira metade do livro. Apresentarei casos reais de pessoas em crise espiritual, com as quais lidei bem de perto. Talvez o leitor se identifique imediatamente com seus exemplos. Talvez não. Contudo, eles serão como pequenos pontos de luz que nos levarão até a trilha da insubstituível graça de Deus. A graça, e a esperança dela advinda, serão os temas da metade final do livro.

Enquanto escrevia, pensando sempre em como ajudar àqueles que enfrentam crises espirituais, uma frase de C. S. Lewis sempre me voltava à mente. Ele afirmou:

Em certo sentido, médico nenhum tem a capacidade de curar, e os próprios médicos seriam os primeiros a admiti-lo. A mágica não está na medicina, mas no corpo do paciente – na vis madicatrix naturae, a energia curadora ou autocorretiva da natureza. O que o tratamento faz é estimular as funções naturais ou remover o que as prejudica.5

Não tenho a pretensão de curar as crises espirituais de quem quer que seja. Também não creio que as lucubrações e especulações humanas podem resolver todos os anseios do coração de uma pessoa. Porém, como cristão, aceito pela fé que Jesus Cristo é o grande Médico, e que, enfermo pelo pecado, estou em tratamento. Ao recebê-Lo cada dia em meu coração, creio que a tal mágica apontada por Lewis acontece: Ele estimula a funções da natureza espiritual que me concedeu e remove aquelas que causam prejuízo. [...]
 
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4 REVISTA VEJA, 22 de Outubro, 2008, p. 17.
5 LEWIS, C. S. Milagres, São Paulo: Vida, 2006, p. 212.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Um bom nome


 


 
 
 
O bom nome vale mais do que muitas riquezas. Provérbios 22:1.

     Shakespeare escreveu que um bom nome vale mais do que milhões, e não é prudente sacrificá-lo por causa de um ato desonesto.

     Fred Lorz com certeza não tinha isso em mente durante a Olimpíada de 1904. Na prova da maratona, ele correu durante catorze quilômetros, quando sentiu fortes cãibras e teve que parar. Pensou que tudo estava perdido, até resolver aceitar a carona de um automóvel. Quando faltavam poucos quilômetros para chegar ao estádio, o carro parou por causa de problemas mecânicos. Então, Lorz resolveu aproveitar a situação para fazer algo inusitado: percorreria o resto da maratona e chegaria como grande vencedor. E assim aconteceu. O público aplaudiu sua chegada e gritou seu nome. No momento em que a esposa do presidente ia colocar a medalha em seu pescoço, chegou a denúncia de fraude cometida por Lorz. Nunca mais ele pôde competir oficialmente. O nome Fred Lorz seria identificado dali em diante como um grande impostor.

     Já Rafer Johnson decidiu seguir um caminho diferente de Lorz. Desde pequeno, decidiu ser honesto naquilo que fazia. Mesmo sofrendo preconceito por causa da cor de sua pele, ele desenvolveu um caráter brilhante.

     Quando chegou à escola secundária, Rafer tornou-se uma estrela do basquete, do futebol americano e do beisebol. Nunca guardou ressentimento daqueles que o insultaram por sua cor negra.

     Em 1960, a abertura do Jogos Olímpicos de Roma contou com mais de 4.000 atletas. Entre eles, estava Rafer Johnson, que levou a bandeira de seu país. Todo o público presente escutou o locutor dizer:

     “A honra de levar a bandeira americana cabe a Rafer Johnson, atleta de renome mundial. Ele também é um moço de caráter elevadíssimo.”

     Rafer ainda conquistou a medalha de ouro no decatlo. Contudo, sua maior medalha foi seu nome e seu caráter.

     Você também já possui essa medalha em sua carreira?
 
 
 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Consumo de carne e a saúde publica














          Uma revisão de seis estudos que avaliaram os efeitos de dietas carnívoras e vegetarianas concluiu que todas as causas de mortalidade são maiores para aqueles que comem carne, particularmente vermelha ou processada, em uma base diária. A meta-análise envolveu mais de 1,5 milhão de pessoas, foi conduzida por médicos da Clínica Mayo, no estado americano do Arizona, e publicada no Journal of the American Osteopathic Association. Há pouco tempo, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer das Nações Unidas afirmou que a carne é uma substância cancerígena tão perigosa quanto o plutônio ou o tabagismo. A nova análise corrobora essa visão. Apesar da variabilidade dos dados, os pesquisadores concluíram que o aumento da ingestão de carne vermelha, especialmente a vermelha e processada, está associado com o aumento da mortalidade por qualquer causa.

O estudo acompanhou mais de um milhão de pessoas e considerou a associação de mortalidade e carne processada (como bacon, salsicha, salame e presunto), bem como carne vermelha não processada (como carne não curada nem salgada de vaca, porco e cordeiro).

A meta-análise de 2014 examinou as associações com mortalidade por doença cardiovascular e doença isquêmica do coração. Nesse estudo com mais de 1,5 milhão de pessoas, pesquisadores descobriram que a carne processada aumenta significativamente o risco de mortalidade por qualquer causa.

Além disso, uma revisão com mais de 500 mil participantes feita em 2003 revelou uma diminuição do risco de 25% para quase 50% de todas as causas de mortalidade em pessoas com consumo muito baixo de carne em comparação com pessoas com alto consumo.

Os cientistas também descobriram um aumento de 3,6 anos na expectativa de vida das pessoas que levavam uma dieta vegetariana durante mais de 17 anos, em comparação com os vegetarianos de curto prazo.

Fonte: Hypescience
 
 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Arca de Noé no Brasil?












Ela mede 29 metros de largura, 125 metros de comprimento e 23 metros de altura. Tem cinco andares, com capacidade para comportar mais de cinco mil pessoas, e pesa 2,5 mil toneladas. Construída nas medidas informadas no livro do Gênesis (6:15), a réplica da Arca de Noé concluída em 2012 por um carpinteiro holandês é maior do que um campo de futebol. E a novidade é que essa obra da arquitetura naval em breve deve cruzar o oceano Atlântico e aportar no Brasil. A notícia que ganhou repercussão em alguns portais de notícias nas últimas semanas, foi confirmada pelo site da Fundação Arca de Noé. A previsão do holandês Johan Huibers, construtor do grande barco, é que ele chegue ao Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos.

Segundo a página da fundação, a arca deve permanecer no Brasil por um período de dois a quatro anos. O roteiro inclui várias cidades: Fortaleza, Manaus, Belém, Recife, Salvador, Vitória, Santos, Florianópolis e Porto Alegre. A ideia é que, posteriormente, ela também navegue rumo a Montevidéu, no Uruguai, Buenos Aires, na Argentina, além de San Francisco e Seattle, nos Estados Unidos.

De acordo com o site da Fundação Arca de Noé, os organizadores da turnê estão buscando levantar doações para que crianças e famílias carentes possam visitar gratuitamente a réplica.

“Em cada porto, os visitantes poderão vir a bordo, visitar a Arca de Noé, ver exposições e aprender sobre a história de Noé e os ensinamentos de Cristo”, informa o site.

A programação, que inclui palestras, filmes e seminários, deve contar com o apoio da Sociedade Criacionista Brasileira. “Eles fizeram contato conosco solicitando materiais em língua portuguesa”, conta Rui Corrêa Vieira, diretor executivo da entidade. Ele afirma que alguns materiais publicados pela SCB foram sugeridos para auxiliar na divulgação do tema durante o período em que a megaestrutura irá permanecer no Brasil. Entre eles, o livro Depois do Dilúvio, e a edição especial da Folha Criacionista que tratou sobre a Arca de Noé, além dos cursos que vêm sendo oferecidos pela Sociedade Criacionista Brasileira.

Como afirma Johan, seu objetivo ao reconstruir o barco mencionado no livro sagrado foi que a mensagem por trás da história bíblica do Dilúvio se tornasse mais conhecida ao redor do mundo. Assim, o barco deixará a Holanda para iniciar o que ele está chamando de “jornada da esperança”.

Por meio de doações, a Fundação Arca de Noé também pretende implantar centros comunitários em algumas das regiões por onde o barco passar. O propósito desses locais será oferecer projetos na área de educação e saúde, vinculados a programas de ensino da Bíblia.

Fonte: Criacionismo.com