domingo, 27 de março de 2016

Cristãos em crise...


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A verdade é que a vida cristã é um imenso desafio. Para começar, existe o problema do pecado. É difícil aceitar que, mesmo quando nos entregamos a Jesus sem reservas, nossa natureza pecaminosa não desaparece. Sempre tive dificuldades com aquelas frases repetidas à exaustão por alguns cristãos: “O pecado não reinará no seu coração se Jesus estiver lá!”. Ou, então: “Você necessita orar mais para vencer o pecado”. Embora tentasse, sentia-me como que tolhido de alcançar a realidade de tais afirmações. Não demorou muito para perceber que quando meu foco principal era o desejo de não pecar, mais eu pensava no pecado, e mais desanimado eu ficava. Afinal, o pecado simplesmente não ia embora. E mesmo quando acontecia, eu continuava pensando nele, em como reagiria se ele voltasse. A coisa toda se torna uma estressante e incômoda obsessão. No seu ponto mais extremo, pode-se chegar a pequenos atos de loucura, como a notícia que li no jornal de um rapaz evangélico que não aguentava mais ceder-se à masturbação e realizou uma autoemasculação.

De fato, a nossa natureza pecaminosa é um grande fardo. Mas o que realmente é difícil de aceitar é a dor que surge de onde menos se deveria esperar: da igreja. É difícil passar uma semana sem encontrar alguém que se sente decepcionado com a igreja. Não estou me referindo às pessoas que enfrentaram problemas de relacionamento com outros cristãos, mas sim, àqueles que não encontraram na igreja o consolo ou motivação para enfrentar suas dúvidas e crises espirituais. Não que a igreja seja realmente culpada, mas em alguns lugares, o púlpito é usado mais para chamar a atenção dos pecados de seus membros (não estou dizendo que não seja necessário) do que para enfatizar a graça de Deus. Certa senhora que fui visitar me afirmou que desistiu de frequentar a igreja porque estava exausta de ouvir os pregadores dizerem como ela deveria agir, falar, vestir-se, alimentar-se, etc.
 
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segunda-feira, 21 de março de 2016

Líder cristão é perseguido e morto














De acordo com os relatórios da Portas Abertas, vários incidentes isolados têm ocorrido no Paquistão, tendo como alvo os cristãos. Nem sempre os autores fazem parte do Estado Islâmico, os relatórios mostram que os próprios paquistaneses estão realizando os ataques. “As minorias religiosas estão enfrentando uma grande discriminação e a violência aumenta a cada dia”, comenta um dos analistas de perseguição.

Além disso, segundo o analista, há relatos de que um cristão chamado Liaqat Masih, da cidade de Gujranwala, que fica na província de Punjab, tenha sido torturado até a morte por policiais locais. “Ele estava preso por uma falsa acusação de roubo, o que é muito comum de acontecer aqui no Paquistão. A tortura tinha como objetivo fazê-lo confessar o suposto roubo, na frente do próprio filho. É lamentável saber de episódios como este”, diz o analista. O cristão era líder em uma igreja local e era muito querido por todos. A família está traumatizada. “Isto aconteceu porque nós somos cristãos e nesse país, os cristãos não tem valor algum. Nós somos cuidadosos, não nos envolvemos em conversas religiosas em local de trabalho e nunca falamos sobre a nossa fé. E mesmo assim, fizeram isso com Liaqat”, disse um dos membros da família.

O corpo do líder foi entregue aos familiares que confirmaram as marcas visíveis de tortura física. O incidente causou uma grande revolta entre cristãos e muçulmanos, a notícia se espalhou e um protesto foi feito contra a polícia, bloqueando inclusive a estrada principal da cidade. “Não posso nem imaginar se meu filho me visse sendo torturado até a morte, isso foi muito desumano. A polícia precisa saber que nós não estamos de acordo com estas práticas. Nós não podemos trazer Liaqat de volta, mas podemos evitar que isto aconteça novamente”, lamenta um dos cristãos que participou do protesto.

Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 18 de março de 2016

Perigo à mesa











           A carne vermelha é uma importante fonte do metabólito óxido de trimetilamina, mais conhecido como TMAO (TriMetilAmina n-Óxido). E pacientes com insuficiência cardíaca aguda frequentemente apresentam altos níveis do TMAO. “Nosso estudo mostra que níveis mais elevados de TMAO, um metabólito de carnitina derivada da carne vermelha, estão associados a piores resultados [em tratamentos para] insuficiência cardíaca aguda, uma das principais doenças do coração. “Essa via metabólica fornece uma possível ligação entre a forma como a carne vermelha está associada com as doenças cardíacas”, explicou o professor Toru Suzuki, da Universidade de Leicester (Reino Unido). A carne vermelha, que tem sido associada com doenças cardiovasculares em vários estudos, é uma fonte de L-carnitina que é decomposta por bactérias do intestinopara formar TMAO. Em estudos anteriores, o óxido de trimetilamina foi associado com maior risco de mortalidade em condições de insuficiência cardíaca crônica, mas essa associação na insuficiência cardíaca aguda ainda era desconhecida.

        O professor Suzuki mediu os níveis de TMAO na circulação sanguínea de aproximadamente 1.000 pacientes internados nos hospitais da Universidade de Leicester com quadros de insuficiência cardíaca aguda, mas que não apresentavam um quadro crônico anterior da doença. A insuficiência cardíaca aguda é uma condição com alta mortalidade e morbidade, e há vários estudos sugerindo o envolvimento do microbioma intestinal e da dieta nos resultados dos tratamentos.

       “Observamos níveis mais elevados do metabólito oxidado TMAO nos pacientes com insuficiência cardíaca aguda que morreram ou que tiveram uma readmissão no hospital com o mesmo problema no período de um ano”, disse o Professor Suzuki.


O queijo contém um dos químicos encontrados nas drogas pesadas. É a conclusão de uma equipe de pesquisadores que quis descobrir por que razão alguns alimentos são mais viciantes do que os outros – e o queijo é especialmente aditivo porque contém caseína. Presente em todos os produtos lácteos, a substância pode ativar os receptores opiáceos do cérebro, relacionados com a adição. Com recurso a uma escala de adição alimentar concebida para medir a dependência, os cientistas concluíram, no entanto, que no topo da escala estão os alimentos que contêm queijo. Para o estudo, foi pedido a 120 participantes que respondessem às perguntas da escala e foi-lhes depois pedido que escolhessem entre 35 alimentos de valor nutricional variado. Numa segunda fase, o estudo, publicado no Public Library of Science One, envolveu 384 pessoas.

Fonte: Visão

         Um novo estudo mostra que o que você come é muito afetado pelo sal, e ele pode te fazer comer mais. Pesquisadores da Universidade Deakin (Austrália) pesquisaram os efeitos do sal no consumo de alimentos. Segundo o trabalho, o sal faz as pessoas comerem mais do que a gordura faz. Num dos testes da pesquisa, participantes eram alimentados com uma de quatro possibilidades: comida baixa em sal e baixa em gordura, comida alta em sal e baixa em gordura, comida alta nos dois e comida baixa em sal e alta em gordura. Os cientistas descobriram que adicionar mais sal realmente faz as pessoas acharem o alimento mais agradável. E os participantes também preferiam as comidas com mais sal do que as com menos, o que não ocorre com as de mais contra menos gordura.

          A preferencia pelo sal também fez com que as pessoas comessem mais: uma refeição mais salgada fez com que os participantes ingerissem 11% mais comida e calorias, sem consideração por quanta gordura o alimento tinha. “Em um dia inteiro, essa quantidade é considerável”, diz o principal investigador da pesquisa, professor Russell Keast.

             Outra descoberta foi que as pessoas com sensitividade ao gosto da gordura comem menos alimentos gordurosos, e se controlam quando apresentados a comida com pouco sal. “Mas quando adicionamos sal, de repente todos esses controles vão embora”, diz Keast. Quem tem sensitividade para a gordura comeu comida salgada na mesma quantidade que os sem sensitividade, sugerindo que a percepção do sal é tão prazerosa que atordoa os outros sinais.

             Gordura ainda pode ser culpada por uma boa porção do assunto “comer demais”. Comidas altas em gordura consumidas no estudo aumentaram o consumo de calorias em 60%. Mas era a mesma quantidade de comida, ela apenas é mais calórica. Já comer mais sal realmente fez as pessoas comerem mais. O sal parece ser o motor por trás do excessivo consumo de gordura, calorias e comida de forma geral.

Fonte: O Globo

sexta-feira, 11 de março de 2016

Como lidar com a crise espiritual?


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
      Algumas coisas ainda me impressionam quando penso nas mudanças que minha conversão produziu. Por exemplo: apesar de minha mãe ter me levado à igreja desde pequeno, eu detestava ouvir sermões ou participar de estudos bíblicos. Era como enfrentar um pequeno suplício. Só de saber que ficaria quase duas horas “preso” dentro da igreja, obrigado a assistir ao culto e tudo mais, já era o suficiente para detonar uma dor de barriga. Porém, depois da conversão, fazia uso do púlpito da igreja desembaraçadamente, pregando para um auditório de quinhentas pessoas. Nos bastidores, coordenava estudos Bíblicos para jovens da minha idade. Passava mais tempo na igreja do que em casa. A conversão realmente mudou as coisas.

       Todavia, o que experimentei naquele tempo não permaneceu durante os anos seguintes. Como uma estação de chuvas que vai chegando ao seu fim, minha espiritualidade deixou de demonstrar o frescor de outrora.

       No começo, eu achava que era apenas fraqueza espiritual passageira, possivelmente provocada pela ausência de oração. Procurava cumprir fielmente meus votos com Deus. Entretanto, definitivamente, alguma coisa tinha se perdido. Ouvi então um pregador dizer que a conversão colocava o cristão na experiência conhecida como “primeiro amor”. Contudo, ele também afirmou que esse período não durava para sempre. Minha cabeça ficou confusa. O primeiro amor tinha passado para mim? O que viria depois?

Desde então encontro cristãos que me contam – alguns o fazem com lágrimas – do mesmo sentimento de nostalgia do período imediato à conversão. Falam da alegria contagiante daqueles dias, do desejo incontido de falar de Jesus para outras pessoas, do arroubo de satisfação ao participar de um culto na igreja, da facilidade de enxergar o lado bom nas pessoas; enfim, da experiência gostosa e palpitante que infelizmente se dissipou.

Muitas dessas pessoas têm algo em comum: o fim do primeiro amor trouxe consigo um período de crise espiritual. A partir desse ponto, algo como um novo ciclo teve início. Um ciclo em que as crises vêm e vão.
[...]
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sexta-feira, 4 de março de 2016

A recompensa de fazer o bem



 
 
 
 
O homem de bem alcança o favor do Senhor. Provérbios 12:1.
        A história a seguir nos diz porque vale a pena fazer o bem...
        Na época em que os índios dominavam o oeste da América do Norte, Jake Wallock e sua esposa decidiram estabelecer sua casa naquele lugar. Era um território marcado por lutas entre índios e colonos. Jake era moleiro. Muitas pessoas viajavam até sua casa trazendo os grãos de trigo para fazer a farinha. Os índios também descobriram o caminho e sempre eram bem recebidos pela família Wallock.
       Numa noite fria, bateram à porta. Jake a abriu e viu um índio alto e forte tremendo de frio.
      – Boa noite, o que posso fazer por você, meu amigo? – perguntou animado o dono da casa.
      – Índio está com fome e frio! – foi a resposta.
      – Ora, entre aqui. Vamos lhe preparar uma refeição!
      O nome do índio era “Chefe Nuvem-de-Trovoada”. Wallock o colocou perto da lareira, enquanto sua esposa preparava a comida. Depois da refeição farta, o índio recebeu uma manta para se aquecer.
      O “Chefe Nuvem-de-Trovoada” não foi o único índio a receber favores da família Wallock. Muitos outros se dirigiram àquele lar para receber compaixão e respeito.
      Um dia, houve uma guerra entre os índios e os homens da região. Muitos índios foram torturados e mortos. As tribos mais fracas não tinham como se defender e suas casas foram incendiadas. Apenas uma família foi poupada naquela confusão: os Wallock. Ninguém chegou perto da casa deles. Eles foram salvos por causa de suas ações bondosas.
      Da mesma maneira que Deus salvou os Wallock naqueles dias de revolta, Ele salvará os homens e mulheres de bem. Muitos afirmam que nos dias atuais é impossível ser honesto e bondoso. Alguns até mesmo acreditam que precisam passar por cima do próximo para sobreviver. Contudo, a Bíblia ensina um caminho diferente. Quando seguimos as orientações de Deus, podemos ter certeza de que Ele nos abençoará e nos guardará.