sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Protegido na floresta



 
 
 
 
Ele [o Senhor] está perto de todos os que pedem a Sua ajuda, dos que pedem com sinceridade. Salmo 145:18.

       A oração é a forma que Deus escolheu para conversarmos com Ele. Somos elevados à atmosfera divina.
       A oração é mais do que fazer pedidos a Deus. É o cultivo de uma amizade. Afinal, você já viu amigos se encontrarem e não conversarem? É meio difícil isso acontecer. O simples fato de sentir a presença de Deus deve nos motivar a orar mais. Não importa o lugar ou a situação.
       Um episódio da vida de John Wesley nos mostra como a oração traz bênçãos à vida do cristão. Em um determinado dia, Wesley atravessava uma grande floresta, montado em seu cavalo. Levava consigo muito dinheiro, o qual havia sido incumbido de fazer chegar ao destino. Quando a floresta ficou mais densa, Wesley sentiu um pouco de medo. Resolveu parar o cavalo e orar. Após pedir a proteção de Deus, ele continuou a viagem.
       Alguns anos depois, Wesley foi chamado para orar por um doente. Ele não conhecia o homem, mas se dispôs a ir. Ao chegar ao quarto, o doente agarrou o braço de Wesley e disse:
       – Senhor, tenho algo a lhe contar.
       – Estou aqui para ouvir – afirmou Wesley.
       – Há alguns anos, o senhor estava atravessando uma floresta e eu estava emboscado para lhe roubar o dinheiro.
       – E por que não o fez? – perguntou Wesley.
       – O senhor não estava sozinho. Havia um ser armado que cavalgava ao seu lado. Fiquei com medo e desisti do assalto.
       John Wesley compreendeu imediatamente que Deus o protegera naquele dia.
       Deus prometeu que estará bem pertinho de nós quando orarmos. E, ao descobrirmos como é bom ter Deus ao nosso lado, sentiremos o desejo de orar mais ainda. Que tal aproveitar este momento e fazer uma oração a Ele?


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Opinião de leitora



















Opinião da leitora GIOVANA OLIVEIRA sobre meu livro Crise Espiritual:    


"Comprei o livro "por acaso" e não imaginava como ele seria bom. Aprendi muito e hoje tenho uma visão mais ampla em relação a minha vida espiritual. Consigo finalmente me sentir satisfeita espiritualmente e recomendo para todos. Uma leitura gostosa e que com certeza pode fazer a diferença na vida de quem lê."
 
 
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Servir com alegria



 
 
 
 
Adorem o Senhor com alegria. Salmo 100:2.

       O primeiro missionário enviado à Irlanda foi um homem conhecido atualmente como São Patrício. Ele nasceu na Escócia e foi levado como prisioneiro por um grupo de piratas irlandeses, no ano de 411 d.C. Ele tinha apenas 16 anos quando isso aconteceu.

       Na Irlanda, ele foi cuidar de porcos, obedecendo ao novo patrão. Ali, nas montanhas de Antrim, ele sentiu a necessidade de Deus e de perdão para seus pecados. Através da oração, costume que aprendera com seus pais, entregou o coração a Jesus.

       Seis anos depois, ele conseguiu escapar, voltando para a Escócia. Lá, estudou para se tornar missionário na causa de Deus. Enquanto estudava, sentiu um forte chamado para voltar para a Irlanda. Algum tempo depois, ele finalmente decidiu voltar. Dedicou-se a pregar a Palavra de Deus, pois conhecia bem a língua daquele povo. Viveu o restante de sua vida naquele país.

       São Patrício converteu a língua irlandesa da forma oral para a escrita. Estabeleceu escolas e formou igrejas. Ele viveu o suficiente para ver a religião de Cristo vencer o druidismo – religião pagã dos irlandeses. Sua história contém casos de milagres, o que faz com que tanto católicos como protestantes o admirem. Ninguém tem dúvida de que ele servia a Deus com alegria.

       Na montanha de Tara, o mesmo lugar em que os druidas construíram seus altares de fogo, existe uma grande estátua de Patrício. Ele é apresentado com o cajado de pastor e a mitra. Mas, para muitas pessoas, o verdadeiro monumento em sua homenagem é a colina de Slemish onde, ainda menino e escravo, ele decidiu servir a Deus e ao próximo.

       Da mesma maneira que São Patrício, somos convidados por Deus para servir ao evangelho, ajudando as pessoas o caminho de Cristo. Pode-se pensar em muitas maneiras de realizar tal trabalho, mas se você decidir ser simplesmente um bom cristão em sua comunidade, já será um grande feito. Deus não pergunta se somos capazes ou competentes, mas se estamos à disposição. Pense nisso!
 
 

Mitos sobre o consumo de álcool













Uma campanha britânica está propondo às pessoas que passem 31 dias sem consumir álcool, defendendo que a prática traz benefícios à saúde que vão de perda de quilos extras a um sono melhor. A iniciativa, chamada Dry January (“Janeiro seco”, em tradução literal), ganhou a adesão do médico e apresentador da BBC Michael Mosley. Para mostrar os efeitos do álcool nos processos químicos de seu corpo, Mosley se submeteu a uma série prévia de exames de sangue e fará outra rodada assim que o desafio chegar ao fim. Enquanto os resultados não saem, Mosley conversou com especialistas para descobrir a verdade sobre mitos espalhados há décadas – ou por séculos? – a respeito dos efeitos do consumo de álcool, alguns deles relacionados a supostos benefícios à saúde. Confira, abaixo, respostas para quatro deles:

1. “Beber moderadamente não faz mal.” Infelizmente, explica Mosley, qualquer quantidade de álcool que você ingerir irá provocar um aumento nos riscos de desenvolver algumas formas de câncer – particularmente câncer de mama –, incluindo algumas ocorrências mais raras da doença, em partes do corpo como cabeça, pescoço e garganta. É claro que esses riscos são menores quando se bebe moderadamente, mas eles tendem a crescer bastante rápido conforme a ingestão de drinques avance. O apresentador da BBC conversou com o professor Tim Stockwell, diretor do Centro de Pesquisas sobre Dependência Química da Universidade de Victoria, no Canadá. O pesquisador tem prestado consultoria a diversos governos, inclusive o de seu país, sobre recomendações a respeito do consumo dessas bebidas. Ele acredita não haver nenhuma vantagem bioquímica no hábito de beber, embora reconheça que o consumo moderado possa trazer eventuais “benefícios sociais”. “Há ao menos 60 formas diferentes de o álcool te fazer mal ou matar”, afirmou. “E não apenas por meio de doenças óbvias, como as de fígado.” Segundo Stockwell, o consumo de bebidas alcoólicas, em qualquer quantidade, aumenta o risco de mulheres desenvolverem câncer de mama. “Teríamos 10% a menos de mortes no mundo por causa dessa doença se ninguém bebesse”, alerta. Para ele, os estudos que apontam que beber moderadamente não faz mal consideram como abstêmios até mesmo ex-alcoólatras e pessoas de saúde ruim, o que prejudica seus resultados.

2. “Tomar vinho tinto faz bem para você.” É quase uma tradição: há tempos, ouve-se dizer que beber vinho tinto faz o coração funcionar muito melhor – idosos de algumas partes do mundo, por exemplo, atribuem a longevidade ao hábito de tomar uma taça antes das refeições. A verdade é que as uvas, e por consequência o vinho, têm uma substância chamada resveratrol, que, segundo estudos, diminui os níveis de um tipo de colesterol que pode se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos, e, no limite, causar obstruções e doenças cardiovasculares. O problema, afirma Mosley, é que esse benefício só é alcançado com o consumo de uma quantidade muito grande de vinho. E os malefícios desse hábito seriam tão grandes, incluindo os riscos de câncer citados acima, que essa vantagem ficaria pequena perto dos potenciais malefícios.

3. “Misturar bebidas te deixa mais bêbado.” Na verdade, explica Mosley, não interessa muito que tipos de álcool há nos drinques que você está bebendo: o resultado será o mesmo. Uma das exceções é quando é feito o uso de bebidas com bolhas, como champanhe, por exemplo. O motivo é que elas relaxam os músculos que controlam a passagem de álcool e comida entre o estômago e o intestino delgado, onde as substâncias passam a ser absorvidas pelo organismo. Ou seja, se você tomar champanhe e, logo em seguida, partir para a cerveja, essa segunda bebida chegará ao intestino delgado, te deixando bêbado muito mais rápido.

4. “Cafeína ajuda a melhorar da bebedeira.” Trata-se de outro mito, de acordo com o apresentador da BBC. Segundo Mosley, todo o álcool que você consumiu vai continuar no seu corpo até ser totalmente metabolizado, mesmo que você tome uma jarra inteira de café na manhã seguinte. O máximo que a cafeína pode fazer é te deixar um pouco mais desperto durante a ressaca.

Fonte: BBC Brasil
 
 

domingo, 17 de janeiro de 2016

Cresce a perseguição aos cristãos

Mapa da perseguição ao cristianismo
























     














       A perseguição religiosa na África e na Ásia está cada vez mais intensa. No Oriente Médio, milhões de cristãos são forçados a fugir de suas casas para campos de refugiados lotados e se arriscam pelas perigosas rotas até a Europa. Segundo a organização de caridade Open Doors, que monitora casos de violência e perseguição por motivos religiosos, a intolerância contra os cristãos só cresceu no último ano.

       A Coreia do Norte é o primeiro país do mundo quando se trata de perseguição a adeptos do cristianismo. Mas, segundo a organização que produz um relatório anual sobre o tema, em 2015, o maior número de cristãos mortos por sua fé foi registrado na Nigéria. Foram 4.028 mortes no país, de um total de 7.100 assassinatos reportados em todo o mundo. Das 50 nações listadas pela Open Doors, as seis em que mais cristãos foram mortos por motivos religiosos estão na África subsaariana: Nigéria, República Centro-Africana, Chade, República Democrática do Congo, Quênia e Camarões. "Em termos numéricos pelo menos, não em grau, a perseguição de cristãos na região supera o Oriente Médio", diz o relatório da organização.

       Na Nigéria, mais de 2 milhões de pessoas, muitas delas seguidoras do cristianismo, foram forçadas a deixar suas casas no norte do país, onde o grupo terrorista islâmico Boko Haram age com mais força. Muitos casos de violência contra agricultores cristãos também foram praticados pelo grupo Hausa-Fulani, formado pelos povos semi-nômades Hausa e Fulani. Em 2015, segundo a Open Doors, foram aproximadamente 1.500 assassinatos cometidos por essas tribos. Para a organização, os grupos terroristas "estão fazendo uma limpeza religiosa, para erradicar o cristianismo" na região.
Em terceiro lugar na lista de países que mais perseguem cristãos está a Eritreia. Tentando escapar do governo totalitarista do presidente Isaias Afewerki, muitos cristãos se arriscam e acabam caindo nas mãos de traficantes de pessoas ou de grupos radicais como o Estado Islâmico.

       Segundo o relatório da organização de caridade, mulheres e crianças são as que mais sofrem com a perseguição religiosa em todo o mundo. Entre os abusos enfrentados por elas estão sequestro e casamento forçado, violações e espancamentos. Além disso, muitas ainda têm ácido jogado em seus rostos e sofrem violência doméstica diária.

       Infelizmente, o Oriente Médio ainda é um dos polos da perseguição. Muitos povos sofrem com execuções bárbaras, escravização e violência sexual motivadas por um ódio religioso que muitas vezes já se encontra enraizado e objetiva destruir parte da história e cultura cristã. Nessa região, muitas famílias são obrigadas a viver de forma discreta, dentro de igrejas ou em apartamentos de parentes lotados.

       A Índia também aparece em destaque nas pesquisas da Open Doors. A perseguição a muçulmanos, cristãos e outros grupos religiosos minoritários aumentou desde a eleição de Narendra Modi como primeiro-ministro. Atualmente, é o 17º país que mais comete violência contra praticantes da fé cristã.

Fonte: Veja.com


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Tentilhões e a teoria da evolução
















Os tentilhões são um grupo de espécies de pássaro das Ilhas Galápagos apresentado por Charles Darwin e utilizado como um clássico exemplo de evolução. O naturalista estudou pessoalmente essas espécies ao passar pela América do Sul, em 1835.[1] Ele notou que cada ilha do arquipélago tinha suas próprias espécies de tentilhões, cada uma com um formato de bico próprio. No entanto, Darwin não conseguiu tirar nenhuma conclusão com base nas espécies de pássaros - os quais ele pensara ser corruíras (wrens), melros e tentilhões -do arquipélago antes de recorrer à ajuda de um especialista em aves na Inglaterra. Em março de 1837, o ornitólogo John Gould - a quem Darwin confiou as espécies para serem identificadas – informou que as três cópias dos tentilhões, entre os pássaros capturados das Ilhas Galápagos, eram, na verdade, tentilhões, mas cada um de uma espécie distinta.

Muitos livros didáticos procuram induzir os estudantes a crer que a variação dos tentilhões de Darwin aponta para a origem das espécies por meio da seleção natural. Mas o fato é que não ocorreu nenhuma megaevolução (especiação). Os tentilhões, apesar da variedade de bicos e costumes alimentares, continuavam sendo tentilhões. Por exemplo, nunca foram encontrados fósseis de pré-tentilhões (fóssil de transição) ou observada uma espécie se transmutando em outra espécie. O que foi observado de mais notável, até hoje, é a redução do tamanho médio de bicos em uma população de tentilhões-da-terra-médios (Geospiza fortis) que já possuíam naturalmente bicos pequenos.[2] Isso é chamado de “deslocamento de caráter” (character displacement), quando uma espécie adquire características diferentes em razão da competição com outra.

Em 1982, uma população de tentilhões-da-terra-grandes (Geospiza magnirostris) de uma ilha vizinha invadiu a ilha de Daphne Maior, competindo devido à seca por comida com a população dominadora de tentilhões-da-terra-médios (G. fortis).[3] A espécie Geospiza fortis estava bem estabelecida na ilha de Daphne, e tinha sido estudada em profundidade. Seu bico era perfeitamente adequado para quebrar nozes grandes. Esses tentilhões maiores (invasores) poderiam afastar os tentilhões médios de sua terra natal e comer todas as nozes de grande porte. Durante o período de estudo, os tentilhões médios da ilha de Daphne desenvolveram (variações limitadas) bicos menores e mais adequados para nozes menores, ignoradas pelos tentilhões invasores. No caso dos tentilhões de Galápagos, a profundidade média dos bicos reverteu ao normal após a seca.[4] Como pode ser observado, não houve especiação.

Mesmo assim, Jerry Coyne escreveu em seu livro Why Evolution Is True que “tudo que nós exigimos da evolução por seleção natural foi amplamente documentado” pelas pesquisas dos tentilhões.[5: p. 134] Uma vez que as teorias científicas permanecem ou caem devido à evidência, a tendência de Coyne a extrapolar as evidências não é algo correto para a teoria que ele está defendendo.[4] Em 1999, um livreto publicado pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos chamou a mudança de bicos dos tentilhões de “um exemplo particularmente convincente de especiação”.[6: p. 10] Devido a isto, o professor de Direito Phillip E. Johnson escreveu no The Wall Street Journal: “Quando nossos principais cientistas têm que recorrer ao tipo de distorção que colocaria um corretor da Bolsa na cadeia, você sabe que eles estão em dificuldades.” [7]

Em 2015, um estudo sequenciou o genoma de 120 tentilhões e encontrou uma correspondência com uma sequencia do gene ALX1 – responsável pelo controle do desenvolvimento da forma do bico dos tentilhões.[8] De fato, esse estudo contribui para a compreensão do fator adaptabilidade (microevolução). Infelizmente, ele também é um exemplo de deturpação da ciência pelos neodarwinistas. Os autores descreveram uma partilha (transferência) de genes entre as espécies de tentilhões através de eventos de hibridização. Em 1992, outro estudo já havia demonstrado que diversas espécies de tentilhões pareciam estar se misturando por hibridização, em vez da diversificação através da seleção natural.[9]

Uma vez que uma bem-sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, ambas as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões. Essa situação está em desacordo com a teoria de Darwin a qual refere que “uma espécie [foi] tomada e modificada”.[10: p. 345-356] Embora, Lamichhaney e colaboradores afirmem que os tentilhões de Darwin “constituem um modelo icônico para estudos de especiação e evolução adaptativa”[8: p. 371], seus resultados estão diretamente opostos às expectativas da teoria evolutiva. O processo evolutivo deveria ser lento e gradual, não rápido. O processo deveria construir novos projetos, não escolher de entre os preexistentes. O processo deveria continuar em uma direção e chegar a novas espécies, não oscilar para trás e para frente.

Em 2015, outro estudo corroborou os achados de Lamichhaney e colaboradores ao demonstrar as capacidades adaptativas de espécies como os tentilhões.[11] Observou-se que as várias espécies desse pássaro têm, sim, capacidades de adaptação fantásticas, mas não é fato o surgimento de novas espécies a partir destas que ocorre por meio de sucessivas mutações acumuladas e selecionadas naturalmente. Em vez disso, os autores observaram que há uma mudança rápida entre modelos pré-existentes, e ativados por mecanismos também pré-existentes. Isto é, as aves são rápidas em se adaptar, mas elas estão simplesmente seguindo o ambiente e a oferta de alimentos. Devido à escassez de comida (sementes e insetos) nas ilhas, os tentilhões são obrigados a alargar (mudar) seus hábitos alimentares. Eles exploram os recursos florais e agem como polinizadores potenciais em todo o arquipélago, tornando mais generalizada sua rede de contatos pássaro-flor do que seus homólogos presentes no continente. O resultado disso é sua flexibilidade e adaptabilidade. Como afirmou o pós-doutor Willemoes, do Museu de História Nacional da Dinamarca, “não houve evolução especializada em longo prazo”.[12]

Assim, é possível constatar que a adaptação (microevolução) não está relacionada ao surgimento de novas espécies (especiação).

(Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM)

Referências:
[1] Mayr E. Historia do pensamento biológico: diversidade, evolución, herdanza (tradução de Emilio valadé del Río). Santiago de Compostela: Universidade, Servícios de Publicacións e Intercambio Científico, 1998.
[2] Almeida Filho, EE. “A evolução é ‘fato, Fato, FATO’! Como? Os bicos dos tentilhões encolheram!” [jul. 2006]. Blog Desafiando a Nomenklatura Científica, 2006. Disponível em:http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2006/07/evoluo-fato-fato-fato-como-os-bicos.html
[3] Grant PRGrant BR. “Evolution of Character Displacement in Darwin’s Finches.”Science. 2006; 313(5784):224-6.
[4] Almeida Filho, EE. “Por que o darwinismo é falso” – parte 3/3. [abr. 2012]. Blog Desafiando a Nomenklatura Científica, 2012. Disponível em:
[5] Coyne JA. Why Evolution Is True. Oxford: Oxford University Press, 2009.
[6] Capítulo “Evidence Supporting Biological Evolution”, p. 10. In: National Academy of Sciences. Science and Creationism: A View from the National Academy of Sciences. 2. ed., Washington, DC: National Academy of Sciences Press, 1999. Disponível em:http://www.nap.edu/openbook.php?record_id=6024&page=10
[7] Johnson PE. The Church of Darwin. The Wall Street Journal (august 16, 1999): A14.Disponível em: http://www.arn.org/docs/johnson/chofdarwin.htm
[8] Lamichhaney SBerglund JAlmén MSMaqbool KGrabherr MMartinez-Barrio APromerová MRubin CJWang CZamani NGrant BRGrant PRWebster MTAndersson L. “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing.”Nature. 2015; 518(7539):371-5.
[9] Grant PR, Grant BR. “Hybridization of Bird Species.” Science. 1992; 256:193-197.
[10] Darwin C. Journal of Researches into the Natural History and Geology of the Countries visited during the Voyage of H. M. S. BeagleLondon: Murray, 1845.
[11] Traveset AOlesen JMNogales MVargas PJaramillo PAntolín ETrigo MMHeleno R. “Bird–flower visitation networks in the Galápagos unveil a widespread interaction release.” Nat Commun. 2015; 6:6376.
[12] Entrevista concedida por Mikkel Willemoes. “Birds on the Galápagos Islands have developed new eating habits” [mar. 2015]. Entrevistador: Johan Skov Andersen.ScienceNordic, 2015. Disponível em: http://sciencenordic.com/birds-gal%C3%A1pagos-islands-have-developed-new-eating-habits-0

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Conquistas reais



 
 
 
A vida passa logo, e nós desaparecemos. Salmo 90:10.

       Um dos maiores conquistadores que já existiu foi Alexandre, o Grande. Foi através de sua liderança que o império grego se tornou mundial.

       Alexandre era conhecido por sua coragem. Demonstrou muito cedo habilidade para o sucesso. Conta-se que, durante o cerco a uma cidade inimiga, um general de Alexandre foi morto quando tentava entrar na cidade por uma brecha aberta em um dos muros. Sem hesitar, Alexandre ocupou o lugar do general, e a vitória foi alcançada. Ele também era perseverante, pois era capaz de marchar durante uma noite inteira.

       Alguns historiadores afirmam que o sucesso militar de Alexandre se devia a uma pequena invenção – a artilharia de torção. Ela era formada por grandes catapultas controladas por extensas cordas feitas de crinas e tendões e tracionadas por engrenagens. Tais máquinas eram capazes de lançar pedras enormes contra alvos nos muros das cidades. Elas também podiam lançar flechas maiores que as convencionais, e muitas ao mesmo tempo.

       Alexandre instituiu uma cultura, ao casar-se com uma princesa bactriana e ao endossar o casamento de 10 mil de seus soldados gregos com viúvas persas. Essa mistura teve como resultado a civilização conhecida atualmente como “helenística”. Quando Alexandre conseguiu conquistar quase todo o mundo conhecido, uma febre dos pântanos o atingiu. Ele morreu em junho de 323 a.C., com apenas 32 anos.

       Podemos tirar uma lição da história de Alexandre, o Grande. Tudo sempre aconteceu muito rápido para ele – sua infância, suas conquistas; enfim, sua vida. Mas o que se sabe sobre o caráter de Alexandre? Acredite, muito pouco.

       Ao ter em mente que a vida passa rapidamente, você pode gastar seu tempo nas verdadeiras conquistas – o amor a Deus, o amor ao próximo e a fé que vence o mundo. Conquistas como estas ajudam o mundo a se tornar melhor.
 
 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Estátua de Mao é para adoração?


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
     Uma estátua gigantesca do controverso líder comunista chinês Mao Tsé-Tung foi construída em uma zona rural do país, supostamente financiada por um grupo de empresários locais, informa a imprensa chinesa. A estátua dourada, de 37 metros de altura, foi construída em meio a um campo na província de Henan e representa o homem que comandou a China com mão de ferro durante três décadas sentado e com as mãos cruzadas. Segundo o site HMR.cn, a obra foi financiada por vários empresários locais e custou três milhões de yuanes (460.000 dólares). A estátua foi concluída em dezembro, após nove meses de trabalho. Apesar de sua responsabilidade por milhares de mortes, Mao continua sendo uma figura respeitada na China, onde o Partido Comunista controla o debate sobre a história do país. O atual presidente, Xi Jinping, o considera uma “grande figura”.

Fonte: Exame