terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O Livro dos livros




 
 
 
 
 
 
 
 
Um dos grandes responsáveis pela importância que os livros têm em nossa vida hoje viveu há 600 anos. Seu nome é Johannes Gutenberg. Gutenberg é conhecido como o inventor da impressão. Ele desenvolveu o primeiro método para utilizar tipos móveis e a prensa para impressão. Isso significou que uma grande variedade de material escrito poderia ser impressa com precisão e rapidez.

Gutenberg nasceu por volta de 1400, na cidade de Maias, na Alemanha. Quando começou a trabalhar em sua famosa invenção, ele nunca imaginou quanto benefício resultaria de seus esforços. Imagine como seria a nossa vida hoje sem os livros? É claro que nem todos os livros escritos até hoje foram bons. Mas como seriam as escolas, os escritórios ou a igreja sem os materiais impressos? E por falar em igreja, sabe qual foi o primeiro livro impresso por Gutenberg? A Bíblia. Isso mesmo, a Palavra de Deus. Não é interessante?

A “Bíblia de Gutenberg”, como ficou conhecida, foi impressa em alemão, por volta de 1454. Curiosamente, o nome de Gutenberg não aparece em sua Bíblia. Ele deve ter ficado tão atônito com o resultado de seu invento que nem se lembrou disso.

Deus tinha um plano por trás da invenção de Gutenberg. O Senhor deu a Sua Palavra para que o homem encontrasse o caminho da salvação, e o surgimento da impressão permitiu que a Bíblia fosse produzida em grande escala, alcançando muito mais pessoas com a mensagem do evangelho.

Você tem uma Bíblia? Vá buscá-la e leia alguns de seus capítulos. Depois, agradeça a Deus por ter instruído Johannes Gutenberg. Afinal de contas, você provavelmente não conseguiria ler tudo isto hoje, se não fosse pelo invento daquele grande homem.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal!














Feliz Natal para todos os amigos do nosso Blog!

Descoberta arqueológica confirma relato bíblico

     


     










      No começo de dezembro, a Universidade Hebraica de Jerusalém anunciou a descoberta de um selo atribuído à Ezequias, monarca que governou o reino de Judá de 715 até 686 a.C. É a primeira vez que a bula de um rei de Judá foi descoberta em Jerusalém. O ponto é que, nos últimos anos, oito selos contendo o nome de Ezequias apareceram no mercado de antiguidades, o que naturalmente levantou suspeitas quanto à autenticidade deles. Dois desses são idênticos ao que foi divulgado no início do mês. O grande diferencial desse achado, porém, é que se trata do primeiro selo de um rei do relato bíblico encontrado numa escavação arqueológica oficial.
Segundo a responsável pela descoberta, a arqueóloga israelense Eilat Mazar, o pequeno objeto mede 9,7 x 8,6 mm, aproximadamente o tamanho de uma unha humana, e contém as palavras: “Pertencente a Ezequias [filho de] Acaz, rei de Judá”. Os feitos de Ezequias estão registrados nos livros de 2 Reis, 2 Crônicas e Isaías. Para o autor do livro de 2 Reis, Ezequias foi um monarca incomparável na história de Judá, principalmente por liderar reformas religiosas (2Rs 18:5).
      Diferentemente dos impérios da Mesopotâmia, que usavam tabletes de argila para o registro de inscrições, ao que tudo indica os israelitas utilizavam papiro. Por isso, depois de pronto, o documento era enrolado e, com uma corda fina e um pedaço de argila fresca, ele era colocado sobre essa mesma corda para então receber a assinatura de um selo como o que foi encontrado em Jerusalém. Deve ter sido esse tipo de selo que João observou numa visão e registrou nos capítulos 5 e 6 de Apocalipse.

Iconografia

       Para o Dr. Michael Hasel, arqueólogo da Southern Adventist University (EUA), um aspecto importante desse objeto tem que ver com o que os especialistas chamam de iconografia, ou seja, suas representações gráficas. De posse de uma lente de aumento e com um olhar atento para esse achado, nota-se a imagem de um sol com asas emitindo raios de luz e com um ankh, o símbolo egípcio para vida eterna, à direita dele. Em relação ao primeiro ícone, ele pode ser tanto uma clara referência ao deus sol egípcio Rá ou ao Deus nacional de Judá, Yahweh, que é comparado a um sol em algumas passagens do Antigo Testamento (Sl 84:11 e Ml 4:2).
      A primeira explicação para esse símbolo é improvável, porque Ezequias é conhecido na história sagrada como um reformador da religião de Judá. Como então entender um ícone egípcio associado com Ezequias? A hipótese mais forte é de que seja um indicativo de uma aliança política entre Ezequias e o faraó egípcio Tiraca, no fim do 8º século a.C. Essa aliança deve ter provocado a campanha militar arrasadora do rei assírio Senaqueribe contra Judá, no ano 701 a.C. Em seus documentos reais, Senaqueribe se referiu ao Egito como qana hasasu, “cana esmagada”, a mesma expressão usada por um oficial assírio ao ridicularizar a confiança do rei Ezequias no poder militar do Egito (Is 36:6). Até o momento, a aliança política entre Ezequias e Tiraca é a melhor explicação para essas imagens que aparecem no objeto.
      Apesar de uma descoberta como essa trazer um colorido mais autêntico para um personagem bíblico, eventos relacionados com Ezequias e seu reinado em Jerusalém estão bem documentados em registros extrabíblicos. O principal motivo para isso é que existem vários achados que comprovam a campanha militar de Senaqueribe contra Judá. Além das três narrativas bíblicas sobre essa intervenção (Is 36-37; 2Rs 18 e 2Cr 32), documentos egípcios, oito inscrições reais assírias, e objetos arqueológicos e relevos que adornavam o palácio de Senaqueribe estão entre as inúmeras evidências, diretas e indiretas, dessa investida estrangeira contra o reino de Ezequias.
Em um dos seus registros, Senaqueribe afirma ter conquistado 46 cidades importantes e capturado mais de 200 mil habitantes do reino de Judá. Ele se referiu à Ezequias (em acadiano, Hazaqiau) como um pássaro em sua gaiola, isto é, em Jerusalém, que estava amedrontado diante da sua grandeza.   Curiosamente, Senaqueribe não se vangloriou da conquista de Jerusalém, a cidade mais importante da região. Os três relatos da Bíblia apresentam o mesmo quadro. Portanto, não é exagero dizer que esse evento durante o reinado de Ezequias é a história bíblica mais bem documentada arqueologicamente até o momento.

Fonte: RA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Cristão é condenado a prisão perpétua

16-NorthKorea-Hyeon Soo Lim
A Coreia do Norte é o primeiro país na Classificação da Perseguição Religiosa 2015, sendo o lugar mais difícil do mundo para um cristão praticar sua fé. O regime governamental mantém uma lei tão severa a ponto de punir seus cidadãos, mesmo que eles estejam morando em outro país.

O cristão Hyeon Soo Lim, nascido na Coreia do Norte e que liderava uma igreja coreana em Toronto, no Canadá, foi condenado hoje à prisão perpétua por diversas acusações, entre elas, por insultar e difamar a dignidade e a liderança da República do seu país.

"Lim estava na Coreia do Norte em missão humanitária e já havia visitado o país mais de cem vezes para trabalhar em orfanatos e asilos. Sua igreja perdeu o contato com ele desde janeiro, e recebeu a informação de que ele estava retido por causa da propagação do vírus Ebola. Só muitos meses depois descobriram que ele estava tendo problemas com o governo", comentou um dos analistas de perseguição da Portas Abertas.

Segundo a imprensa, em julho ele foi forçado a ler uma confissão pública para uma conferência jornalística. "É muito difícil um cristão norte-coreano conseguir a liberdade, a não ser que o Canadá faça uma oferta irrecusável. Normalmente, os cristãos são tratados com muito mais severidade", diz o analista.
 
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Incrédulo Resolve Acreditar



 
 
 
 
O Teu amor é melhor do que a própria vida. Salmo 63:3.

O evangelista Luis Palau conta a respeito de um diálogo que teve com um professor de química, de 77 anos:

– O senhor já conhece a esperança da vida eterna? – perguntou Palau.

– Minha esposa irá para o Céu, e eu para o inferno. – desconversou o homem.

– Por que o senhor acha que vai para o inferno?

– Eu tive fé um dia, mas a perdi. Agora é tarde.

– Nunca é tarde. O senhor deseja conhecer a verdade?

– Sim, eu quero.

– Quando o senhor perdeu a fé?

– Enquanto estudava – afirmou o professor. – Eles a tiraram de mim na universidade, e eu tenho estado 40 anos sem fé. Deus nunca trará minha fé de volta.

– Sim, Ele trará de volta sua fé.

– Não, Ele não pode.

– Por que o senhor diz isso?

– Por que sou indigno, muito indigno.

– O senhor está certo ao dizer que é indigno. Eu e toda a humanidade também somos. Mas, na cruz, Jesus tomou toda a nossa culpa. O senhor deseja ser perdoado?

– Sim, eu desejo.

– Deus pode levar sua culpa, mesmo 40 anos depois. Ouça o que a Bíblia diz: “Não lembrarei mais dos seus pecados nem das suas maldades” (Hebreus 10:17).

– Isto é maravilhoso! – disse o professor.

– O senhor gostaria de receber a Deus novamente em sua vida? – perguntou Palau.

– Sim, eu gostaria, agora mesmo.

Luis Palau abraçou o velho professor, enquanto ele tremia e abria o coração a Jesus.

– Obrigado – disse mais tarde o ancião a Palau. – Estou certo de que posso ter a vida eterna.

Só o amor de Deus pode transformar vidas. Você não gostaria de ser transformado por Ele hoje?

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dados curiosos sobre casamento e divórcio














Hoje o IBGE divulgou um dado que, a meu ver, é triste e alarmante: o divórcio cresceu 160% na última década no Brasil. E curiosamente o interesse pelo casamento não diminuiu. Mais curioso ainda é o resultado de pesquisadores que analisaram como o casamento afeta o bem-estar do homem. John Helliwell e Shawn Grover, ambos do Canadá, publicaram um estudo no National Bureau of Economic Research sobre o assunto. A pesquisa levou em conta também o nível de felicidade antes do casamento, assim foi possível saber em que medida a união com uma mulher de fato mudou a vida do homem. Veja as conclusões dos pesquisadores, segundo o site  GQ Brasil (os comentários também são do site):

1. Aqueles que se casam são mais satisfeitos com a vida do que os que permanecem solteiros, mesmo quando considerado o nível de felicidade pré-matrimônio.

2. Os benefícios do casamento persistem em longo prazo, ainda que as grandes vantagens da união surjam logo após formalizá-la.

3. O casamento se mostra mais importante durante a meia idade, quando crises emocionais costumam ser mais frequentes, porque provê amparo para enfrentá-las.

4. Homens que tornam as esposas suas melhores amigas têm em média o dobro de benefícios do que os demais dos pontos de vista financeiro e de felicidade.

“Os maiores benefícios aparecem em ambientes de alto estresse, e pessoas que são casadas conseguem lidar com o estresse de meia idade melhor porque elas compartilham a carga e compartilham uma amizade”, resumiu Halliwell em entrevista ao The New York Times.

Os resultados coincidem com os que teve Jay Zagorsky, pesquisador da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, em 2013. Ele levantou dados do censo americano que mostravam que em 2010 um casal com idades entre 55 e 64 ganhava US$ 261 mil por ano, ante US$ 71 mil de um homem solteiro e US$ 39 mil de uma mulher solteira. Obviamente, duas remunerações somadas serão maiores que uma só, mas há mais por trás disso.

Um homem casado pode trabalhar 12 horas por dia num certo período para ganhar uma promoção, e a mulher o ajudará a resolver os afazeres domésticos. Depois que o sexo feminino diminuiu a desigualdade perante o masculino na sociedade, esse padrão inverteu em diversos casais, mas os manteve no mesmo sentido: forças somadas e estáveis fazem diferença.

Mas tenha em mente que para um divorciado, em termos de riqueza, seria melhor ter continuado solteiro por mais tempo. Zagorsky concluiu que o patrimônio da pessoa que desiste de um casamento cai em média 77% após assinar os papéis da separação. Embora os dados não digam com certeza por que isso acontece, o pesquisador especulou que os gastos com os procedimentos jurídicos pesam no bolso de quem passa por isso.

Fonte: GQ Brasil