terça-feira, 29 de setembro de 2015

Cristãos perseguidos na Somália

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Cristãos na Somália enfrentam severa perseguição por parte dos extremistas islâmicos. De acordo com um relatório do site de notícias Morning Star, um convertido, morador de uma ilha, fugiu para a Etiópia para não ser capturado pelos extremistas, deixando a esposa e quatro filhos. O relatório também afirma que outro cristão escapou de seus sequestradores depois de ter os dedos cortados durante um interrogatório.
Nenhum dos dois pode voltar aos seus lares sob o risco de serem presos. De acordo com o analista de perseguição: “A Somália é uma república autodeclarada e considerada estável por muitos, por ter um bom histórico de direitos humanos, mas os líderes religiosos islâmicos estão determinados a não abrir espaço algum para o cristianismo”.
A Constituição do país concede um estatuto de acordo com o islã e os muçulmanos radicais perseguem duramente os cristãos. A estrutura da sociedade é formada por uma mistura de islã, somada aos valores das tribos e das famílias tradicionais. Logo, os convertidos ao cristianismo estão fora dessa estrutura e são considerados infiéis. Segundo o analista: “São poucos os que conseguem fugir do país sem serem descobertos. A notícia sobre os dois convertidos é só uma amostra do que os cristãos vivem na Somália”.

Fonte: PortasAbertas.com

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sal, açucar, gordura





















Sinopse: Em 1999, os principais líderes da indústria alimentícia, da Coca-Cola à Nabisco, se encontraram para uma reunião secreta de emergência. A pauta: o que fazer diante da epidemia de obesidade das últimas décadas. Ao longo de quase um século, fabricantes de alimentos disputam o paladar do público misturando nas fórmulas de seus produtos quantidades cada vez maiores de sal, açúcar e gordura. Em outras palavras: tentam criar alimentos mais saborosos, custe o que custar. E o custo, no caso, é a saúde: um número cada vez maior de estudos científicos tem demonstrado a relação direta entre o alto consumo de alimentos processados e problemas de saúde como obesidade, hipertensão e diabetes Nesse importante livro reportagem, o jornalista Michael Moss não só denuncia esse momento crítico da indústria alimentícia, como leva o leitor para dentro dos laboratórios, salas de reunião e departamentos de marketing a fim de mostrar como os alimentos que estão nas prateleiras do supermercado são cuidadosamente projetados para enganar o paladar e a inteligência do consumidor, seja com sabores artificiais, seja com anúncios de “baixo teor de sódio” (porém, com o dobro de gordura) ou “zero açúcar” (mas com excesso de sal e aditivos). Um livro para mudar definitivamente a maneira de enxergar os rótulos e os alimentos.

Comentário: Escrever sobre a alimentação ocidental é um desafio e tanto, visto que a seara é grande e poucos são os devidamente capacitados. Michael Moss, jornalista vencedor do prêmio Pulitzer, decidiu que era hora de desnudar a indústria alimentícia focando seus três principais ingredientes: sal, açúcar e a gordura. O resultado é revelador, para não dizer assustador. Não só estamos sendo por vezes manipulados pela indústria, como a saúde das pessoas piora na mesma medida que novos produtos processados são colocados no mercado. Ler os rótulos dos alimentos cuidadosamente não será o bastante diante das revelações de Moss. Talvez tenha chegado a hora de dizer não a muitas coisas que gostamos tanto de comer.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Seguro no poder de Deus



 
 
 
 
É o Senhor Deus quem protege aqueles que O temem, é Ele quem guarda os aqueles que confiam no Seu amor. Salmo 33:18.

Na época em que era proibido pregar o evangelho na Sibéria, muitos missionários foram presos; entre eles, John Jacques. Em 1916, ele conseguiu fugir e chegar ao sul da Rússia, onde ficava sua casa. Contudo, não pôde permanecer ali, pois certamente seria preso. Um outro missionário mandou-lhe um roteiro de fuga, com os nomes de cinco cidades escritos numa folha de papel: Irkutsk, Harbim, Mukden, Shanghai, San Francisco.

Seria uma longa viagem até chegar aos Estados Unidos. Por um momento, John pensou na imensa dificuldade que enfrentaria para ter sucesso em seu plano. Mas, naquele instante, ele se ajoelhou e pediu que Deus o conduzisse até o fim.

Sem perder tempo, John se despediu de seus pais, correu até a estação e comprou uma passagem para Irkutsk. O agente olhou para ele por um tempo, mas não lhe fez perguntas. Entregou-lhe uma passagem, dando-lhe permissão para viajar de trem até a fronteira.

No caminho, um guarda entrou no trem com uma lanterna e olhou atentamente para ele. Ele orou em silêncio. Sem falar nada, o guarda deu meia-volta e foi embora.

John ainda teve que caminhar quase mil quilômetros até chegar em Shanghai. No caminho, enfrentou o frio e a fome. Passou por muitos postos dos guardas russos, sempre se escondendo no denso nevoeiro. Finalmente, chegou ao porto, onde um navio se preparava para a viagem até os Estados Unidos.

No meio do oceano, quando tudo parecia resolvido, John avistou um navio de guerra australiano vindo em direção ao seu barco. Teria sido capturado não fosse a proteção de Deus. Nos Estados Unidos, John estudou medicina e contou a muitas pessoas sobre o amor de Deus.

Quando você enfrentar alguma provação como John Jacques, lembre-se de que os olhos do Senhor estão sobre você. Ele o protegerá e o guiará até o fim da viagem.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Perdão e contentamento



 
 
 
 
Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados Ele apaga! Salmo 32:1.

      Muitas pessoas gostariam de ser perdoadas e não sabem como obter o perdão. Quando o imperador romano Henrique IV decidiu buscar o perdão do papa Gregório VII, em 1077, resolveu ficar descalço por três dias na neve, do lado de fora da casa do papa, na Itália. Ele imaginava que as cicatrizes daquela experiência garantiriam o perdão para seus pecados.

      Em 1957, um homem chamado Henry Alexander e outros membros da Ku Klux Klan cometeram um crime. Eles pararam uma caminhonete dirigida por um homem negro, arrancaram-no da cabine, levaram-no até uma ponte deserta e o empurraram para morrer nas águas do rio que por ali passava.

      Alexander foi acusado pelo crime e levou quase vinte anos para ser julgado. Em todo tempo, ele alegava inocência. Acabou absolvido por um júri composto de pessoas brancas.

      Mas, em 1993, ele não agüentou mais viver com a culpa. Confessou toda verdade à esposa, que acreditava em sua inocência havia trinta e seis anos. Ele lhe disse: “Nem sei como orar por mim mesmo.” Depois da morte de Alexander, ela afirmou: “Henry viveu uma mentira toda a sua vida e me fez vivê-la também.”

      A experiência de Alexander nos lembra de um episódio semelhante na Bíblia. Os irmãos de José o venderam como escravo e, muitos anos depois, a culpa ainda os perseguia. Quando foram acusados de serem espiões pelo próprio José – que eles não reconheceram naquele momento – a culpa voltou à tona: “De fato, nós agora estamos sofrendo por causa daquilo que fizemos com o nosso irmão. Nós vimos a sua aflição quando pedia que tivéssemos pena dele, porém não nos importamos” (Gênesis 42:21).

      Só existe um antídoto para a culpa – o perdão. E a Bíblia diz que feliz é aquele que é perdoado. Os irmãos de José sentiram esse tipo de felicidade quando lhes foi revelado que o irmão havia tanto tempo perdido estava vivo e que ainda os amava.

      Se você sente necessidade de vencer a culpa, tome a decisão de ir a Jesus, e depois vá conversar com aquele contra quem você errou. O único preço cobrado de quem deseja ser perdoado é pedir o perdão.