segunda-feira, 22 de junho de 2015

Descoberta arqueológica confirma a Bíblia















Uma inscrição rara que remonta ao tempo do rei Davi foi exibida pela primeira vez em Jerusalém na terça-feira, 16 de junho, pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Os fragmentos do vaso de cerâmica de 3 mil anos que contêm a inscrição foram descobertos em 2012 durante escavações realizadas pelos pesquisadores Yosef Garfinkel, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica, e Saar Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel. Os artefatos foram localizados em Khirbet Qeiyafa, nas imediações da cidade de Beit Shemesh, onde, segundo o relato bíblico, aconteceu a famosa batalha entre Davi e Golias.
Esta é a quarta inscrição descoberta até agora que data do século 10 a.C. e faz referência ao Reino de Judá. Ao juntar as centenas de peças do “quebra-cabeças” para formar um vaso inteiro, os arqueólogos encontraram o nome “Eshba’al Ben Beda” em letras antigas, o que chamou a atenção dos pesquisadores.
Fato inédito
“É a primeira vez que aparece o nome Eshba’al em uma inscrição antiga no país. Eshba’al Ben Shaul, que governou Israel na mesma época que Davi, é mencionado na Bíblia”, afirma Garfinkel. Ele explica que Eshba’al foi “assassinado e decapitado e sua cabeça levada a Davi em Hebrom” (2 Samuel 3 e 4). “É interessante notar que o nome Eshba’al aparece na Bíblia, e agora também em um documento arqueológico. Esse nome só foi usado durante o reinado do rei Davi. A correlação entre a narrativa bíblica e os achados arqueológicos indica que este era um nome comum apenas durante esse período”, destaca. Outro detalhe observado pelo pesquisador é o nome Beda, que ‘é único e não ocorre em inscrições antigas ou na tradição bíblica”.
Ganor acrescentou que, durante esse tempo, parecia haver uma certa relutância em usar o nome Eshba’al, pela semelhança com Baal, o deus cananeu da tempestade. “Embora o nome tenha mudado para Ish- Bashat, o original Eshba’al foi preservado no livro de Crônicas”, observa. Mudança semelhante aconteceu, segundo Saar Ganor, como o nome do senhor da guerra, Gideon Ben Joás, que foi alterado de Jerrubaal para Jerubesheth.
Várias descobertas
Segundo informou a porta-voz da Autoridade de Antiguidades de Israel, Yoli Shwartz, no lugar das escavações também foram encontrados uma fortificação, dois portões, um palácio e armazéns, além de quartos e salas de culto, que faziam parte de um assentamento datado do final do século 11 e início do século 10 a.C. “Artefatos originais que antes eram desconhecidos foram descobertos no local. Em 2008, por exemplo, a mais antiga inscrição hebraica do mundo foi descoberta lá. Agora, uma outra inscrição do mesmo período está sendo publicada”, acrescentou.
Fenômeno recente
A descoberta de inscrições que remontam ao tempo do mais importante rei hebraico é um fenômeno recente. “Há uns cinco anos, não conhecíamos nenhuma inscrição do século 10 a.C. do Reino da Judeia. “Isso muda completamente a nossa compreensão da distribuição da escrita nesse reino e deixa claro que ela era muito mais difundida do que se pensava anteriormente”, concluem os arqueólogos.

Fonte: The Jerusalem Post]

terça-feira, 16 de junho de 2015

Você Consegue Vê-lo lá?



 
 
 
 
 
O céu anuncia a glória de Deus e nos mostra aquilo que as suas mãos fizeram. Salmo 19:1.

      Quando você olha para o céu estrelado e a lua brilhante, o que lhe vem à mente?

      Yuri Gagarin teve uma experiência fantástica como o primeiro homem que viajou na órbita da Terra, a bordo da nave russa Vostok 1, em 1961. Lá de cima, ele disse: “A Terra é azul.” Depois de voltar à Terra, todos queriam ouvir dele mais alguma coisa sobre sua experiência no espaço. Uma das coisas que ele disse deixou muita gente triste: “Eu estive no céu e não vi Deus lá.”

      Estava Yuri Gagarin certo?

      A resposta veio em 25 de dezembro de 1968, quando três astronautas da nave Apollo 8 viajavam ao redor da Lua. Eles estavam numa distância muito maior à alcançada por Yuri Gagarin. Quando a nave se deslocou para longe do satélite, apareceu a imagem do nosso planeta. Era a mesma imagem que o astronauta russo havia contemplado.

      A nave Apollo estava conectada a vários canais de comunicação aqui na Terra. Os técnicos que acompanhavam a aventura espacial, bem como as pessoas que ouviam o rádio ou assistiam à TV, aguardavam uma declaração dos homens no espaço. Depois de alguns instantes de silêncio, os astronautas disseram em uníssono: “No princípio criou Deus o Céu e a Terra.”
 
      Muita gente afirma que tudo não passou de uma encenação por causa da Guerra Fria , que vigorava entre as duas potências naquela época - EUA x URSS. Pode até ser. Mas o que não se pode perder de vista é que muito tempo antes das naves espaciais viajarem ao redor da Terra, o salmista Davi já se encantava com a imensidão do Universo, louvando a Deus por isso. E ele nem sabia que somente a nossa galáxia contém mais de 100 bilhões de estrelas e que, para percorrer sua extensão à velocidade da luz (300.000 quilômetros por segundo), seriam necessários 100 mil anos de viagem. Alguns astrônomos calculam que existam 100 bilhões de galáxias no Universo. Seria tudo obra do acaso ou obra das mãos do Criador?

      Quero lhe convidar para dar uma olhadinha ao céu quando escurecer. Olhe as estrelas e faça uma oração a Deus, agradecendo-Lhe por tanta beleza e poder.

 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

O Neymar errou?




     








      A hipocrisia e a falta de ética no Brasil beira o impensável. Fala-se o tempo todo em preconceito, mas parece que para muita gente, o preconceito só aparece quando lhe convém. Veja o caso do Neymar. Por ter colocado uma faixa na cabeça com a frase "100% Jesus", muitos (inclusive altos escalões da mídia jornalística), criticaram-no. Mas por que o criticaram? Segundo alguns, os dizeres da faixa eram ofensivos aos que não seguem o cristianismo.

      Veja o absurdo disso: se eu quero professar a minha fé, colocando uma faixa na cabeça ou vestindo uma camiseta, isso é ofensivo as pessoas?

      Eu queria perguntar a esses supostos defensores da ética social: e se alguém usa a palavra "Cristo" ou o símbolo da cruz para desdenhar a religião, isso pode? Pois foi o que aconteceu na última parada gay. Ou seja, usar os símbolos religiosos de forma a ofender aqueles que o celebram pode, mas usar esses mesmos símbolos para defender sua fé neles, não pode! Isso é de uma hipocrisia sem tamanho.

      Defendemos a liberdade de expressão, liberdade defendida em nossa constituição. Se eu não apoio uma passeata gay ou não tenho interesse numa manifestação a favor da paz, eu demonstrarei isso não participando. Não sou obrigado a ir ou deixar de ir. Mas tenho a liberdade de dar minha opinião acerca do assunto, desde que isso não represente perigo às pessoas. Assim como o indivíduo tem a liberdade de dizer que não concorda com a frase da faixa do Neymar. Mas passar disso e usar os símbolos da fé de milhares de pessoas para escarnecer delas é um passo que nunca poderia ser dado.

      Por que os mesmos que criticaram o Neymar não criticam aqueles que ridicularizam os símbolos do cristianismo? Ou a cristofobia tá liberada?

      Para pensar...

      

terça-feira, 2 de junho de 2015

Pompéia e sua tragédia



 
 
 
 
Aqueles que correm atrás de outros deuses trazem muito sofrimento para si mesmos. Salmo 16:4.

     No ano 79 a.C., as lavas furiosas do vulcão Vesúvio atingiram as cidades de Pompéia e Herculano. Dentre os milhares de pessoas que morreram, muitos tiveram suas histórias reconstruídas pela arqueologia moderna.

     Quando a chuva de cinzas e pedras atingiu as cidades, o pânico tomou conta da população. Muitas casas ruíam ou simplesmente desabavam com as explosões. Um escravo tentou fugir; mas, em meio à escuridão e os gases tóxicos, resolveu ficar e procurar um lugar seguro. Com toda pressa, ajuntou os tesouros da casa, as jóias, os copos de ouro e os talheres de prata. Ao carregar todo aquele peso, seus pulmões buscaram mais ar, e os gases o fizeram perecer alguns metros depois.

     Na rua de Stabias, em Herculano, havia um famoso mosaico representando um cachorro, em que se encontravam as palavras “Cave canem”. Ali, duas jovens perderam a vida enquanto procuravam suas estimadas jóias.

     Em uma das portas da cidade, muita gente corria desesperadamente à procura de salvação. Aqueles que moravam nos bairros mais próximos do mar conseguiram se salvar. Entre estes, havia um homem chamado Caius Sallustius, cuja casa ficava na rua de Mercúrio. Sua mulher, no entanto, tentando reunir as jóias e o dinheiro, perdeu tanto tempo que, ao sair da casa para fugir, foi alcançada pela fúria do vulcão.

     Para aquelas pessoas, a salvação só valeria a pena se os pequenos deuses particulares estivessem ao seu lado. Acabaram perdendo a vida e aquilo que levavam.

     Quando fazemos de algo ou de alguém a coisa mais importante da nossa vida, a ponto de Deus ficar em segundo plano, perdemos a proteção que Ele quer nos dar. As lavas da cobiça e as cinzas da idolatria são mortais. Não perca tempo e fuja delas o mais rápido possível.