sexta-feira, 29 de maio de 2015

Ignorando o Criador da Obra

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Sobre a entrevista da revista VEJA com o zoólogo Richard Dawkins, o jornalista Michelson Borges fez as seguintes considerações:

     André Petry é ateu, evangelicofóbico, parcial, fã de carteirinha de Darwin e admirador de Dawkins. E foi a ele que a revista Veja designou a tarefa de entrevistar o biólogo ateu mais incensado do nosso tempo. Ele mesmo, o ídolo de Petry: Richard Dawkins, aquele que cometeu o livro Deus, Um Delírio. Seria como pedir a um cardeal que entrevistasse o papa ou que Marcelo Crivella entrevistasse o “bispo” Macedo. O que você acha que aconteceu? Lógico! A entrevista é um bate-papo amistoso entre iguais. Petry ajeita a bola para Dawkins chutar. Não faz uma pergunta incômoda, não questiona, não pressiona, como deve fazer o bom jornalista. Mais uma vez Veja oferece sua tribuna de páginas amarelas e deixa Dawkins falar à vontade. E veja só algumas coisas que ele disse:

     “Certos órgãos complexos e funcionais, como os olhos, por exemplo, vão gradual e progressivamente ficando melhores na execução de suas tarefas.” Petry, por que você não perguntou como? De que forma os olhos teriam “surgido” e se tornado mais complexos, se isso depende de surgimento e aprimoramento de informação genética? Informação complexa surge do nada? A evolução pode contrariar as leis da termodinâmica e desafiar a entropia? Vamos deixar Dawkins falar o que quer só por que ele é famoso?

     “Obviamente, a consciência evoluiu como uma propriedade emergente dos cérebros. Nós, seres humanos, temos consciência. Portanto, é certo que, em algum momento, nossos ancestrais obrigatoriamente desenvolveram consciência.” Só porque ele é o Dawkins pode usar tautologias como bem entende? A consciência surgiu da matéria cerebral? Como se prova isso? Temos consciência porque temos consciência? É mais ou menos como dizer que a casa é vermelha porque é vermelha. Tautologias não explicam nada. O que me garante que um ajuntamento de moléculas seria capaz de dar origem à consciência? E se nossa consciência depende de um ajuntamento casual de moléculas, por que devo confiar nela? Aliás, por que devo acreditar que o amontoado de moléculas que forma o cérebro de Dawkins pode gerar pensamentos confiáveis? Por que devo aceitar as opiniões dele?

     “Não existem grandes debates teológicos. Teologia é um não assunto, carente de conteúdo.” Quero ver ele dizer na cara do Stephen Hawking que a teoria dos multiversos, as branas e outros conceitos são um “não assunto, carente de conteúdo”! E o que dizer do naturalismo filosófico que ele defende com unhas e dentes? É um assunto com conteúdo? Que evidências empíricas há de que o Universo e a vida surgiram a partir do nada e que a matéria teria dado origem a leis e constantes finamente ajustadas, ou que essas leis teriam possibilitado a origem da matéria? O naturalismo filosófico é, ele mesmo, um conceito que não pode ser submetido ao método científico. Então não me venha, Dawkins, dizer que a teologia é um “não assunto”. Grandes intelectuais ao longo da história (de alguns dos quais o próprio Dawkins foge, como o diabo da cruz) têm dedicado suas energias mentais e seu tempo ao estudo de algo que, se for real (e há boas evidências de que é), se constitui na maior de todas as ciências: o estudo de Deus. A descrença de Dawkins (ou de quem quer que seja) não pode ser motivo para considerar a teologia irrelevante – ainda mais se levarmos em conta que, segundo Rochard Panek, conhecemos apenas 4% da realidade que nos rodeia. É muita pretensão achar que o método científico é suficiente para nos fornecer respostas absolutas como as de Dawkins.

     “O Universo, o mundo e a vida têm complexidade suficiente. Não precisamos importar a complexidade manufaturada e inventada da teologia.” Não precisamos mesmo. E é a própria ciência quem nos convence do que Paulo afirma em Romanos 1:19 e 20, por exemplo. É a própria ciência que nos mostra cada vez mais o quão complexo é o Universo e que todo projeto pressupõe a existência de um projetista. Não foi a ciência que convenceu o diretor do projeto Genoma, Dr. Francis Collins, a abandonar seu ateísmo? Não foi a ciência que levou Antony Flew, considerado o maior filósofo ateu do século 20, a declarar que Deus existe? Aliás, que contribuições científicas de Dawkins podem ser comparadas às contribuições para a ciência de um Pasteur ou um Collins? Dawkins é um teórico que não deve pôr os pés num laboratório há muitos anos, do contrário não teria tempo para escrever tantos livros nos quais destila seu ódio contra Deus (que a psicologia poderia explicar).

     Petry comenta: “À medida que o conhecimento científico sobre o mundo vai se ampliando, fica mais difícil acreditar em certos dogmas religiosos, como a ideia de que a humanidade tem apenas 6.000 anos de existência.” E é claro que Dawkins aproveita mais essa bola devidamente posicionada pelo amiguinho. Ocorre que Petry parece nem mesmo saber a diferença entre doutrina e dogma, ou quis usar a palavra num sentido pejorativo mesmo. Para os católicos, dogma se trata de uma afirmação do Espírito Santo por meio do magistério da igreja. Doutrinas bíblicas são conceitos revelados pelo Espírito Santo por meio dos profetas inspirados. Bem, para um ateu isso faz pouca diferença, mas, para quem crê, faz, sim. De qualquer forma, no fim das contas, os piores ataques são sempre contra os criacionistas que creem na literalidade do relato da criação no Gênesis...

     E lá vem Dawkins de novo: “A ciência poderia ter progredido muito mais rapidamente num mundo não religioso.” Diga isso para os pais da ciência, gigantes do quilate de Newton, Galileu, Copérnico, Kepler e outros. Há estudiosos que atribuem justamente ao berço cristão o desenvolvimento da ciência moderna. Aí vem Dawkins e tenta dar uma de revisionista profético, dizendo o que poderia ter sido da história da ciência caso não tivesse havido religião. Bem, ele poderia ter sido um dos muitos milhões de mortos no regime comunista ateu da ex-União Soviética...

     Na recém-escrita autobiografia de Dawkins (que Veja já está divulgando), ele imagina que, se as crianças não tivessem contato com contos de fada, talvez não acreditassem em Deus. Mas ele se esquece de que foi justamente o cristianismo que ajudou a banir as religiões de mistério, o panteísmo, o ocultismo, o misticismo. A crença em um Deus lógico, racional, pessoal é o maior antídoto contra o misticismo e forneceu os pressupostos sobre os quais a ciência está fundamentada. Aliás, veja o que escreveu um filósofo ex-ateu que Veja nunca entrevistou: “O secularismo vivido na Europa e exportado para o mundo deixa o interior do indivíduo arruinado e o torna vulnerável a todo tipo de crença” (Ravi Zacharias, A Morte da Razão, p. 21).

     Gostaria de ter lido uma entrevista questionadora como as que a Veja faz quando o entrevistado é um petista ou um evangélico. Mas, infelizmente, não foi isso o que eu li.

     Enquanto o diabo se diverte com os incautos, seu "capelão" (em referência a um de seus livros) enviado aos céticos deixa sua marca de um ateísmo ácido e de um evolucionismo ufanista em nosso país. A situação está mesmo complicada... Deus tenha misericórdia dos que querem Lhe ser fiéis!

Michelson Borges

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Culto familiar



 
 
 
 
Quando o sol nasce, eu faço a minha oração e espero a Tua resposta. Salmo 5:3.

       Segundo o verso de hoje, Davi tinha o costume de buscar a Deus logo após o nascer do sol. Ele sabia que o dia só terminaria com vitória se Deus o abençoasse.
       Você também tem o hábito de buscar a Deus logo pela manhã? Permita-me dar-lhe algumas sugestões para seu culto matutino:

       • Acorde um pouco mais cedo do que o normal, para aproveitar o tempo.

       • Se puder, faça o culto antes do desjejum.

       • Convide a família para participar.

       • Cante um hino do hinário, ou uma música conhecida.

       • Faça uma pequena oração inicial, pedindo a bênção sobre a leitura da Bíblia.

       • Leia um capítulo da Bíblia em voz alta. Pode-se ler em grupo. Cada membro da família lê um verso. Destacam-se os pontos principais do texto, ou aqueles que mais chamaram a atenção da família.

       • Ler livros com temática cristã também enriquece o culto matinal.

       • Antes da oração, permita que os presentes façam seus pedidos de oração.

       • A oração pode ser feita com todos de mãos dadas. Quem sabe uma oração só para agradecimentos e outra só para os pedidos.

       • Depois da oração, dê um abraço em cada membro da família.

       • Marque o horário para o próximo culto.

       A comunhão com Deus deve ser encarada como uma questão diária. Dia a dia devemos nos entregar nas mãos de Deus. Assim, seremos cada vez mais semelhantes a Ele.
       Que tal começar hoje?

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Um lar seguro



 
 
 
 
Quando me deito, durmo em paz, pois só Tu, ó Senhor, me fazes viver em segurança. Salmo 4:8.

Quando Isaías Moody tinha quinze anos, fugiu de casa. Seu pai havia morrido pouco tempo antes. Depois de meses sem notícias, a Sra. Moody disse ao filho mais moço:

– Dwight, vá ao correio ver se chegou alguma carta de seu irmão.

– Não adianta – reclamou Dwight. – Nunca veio nenhuma carta. Por que se preocupar?

– Pode ser que tenha chegado alguma carta hoje. Vá verificar.

O pequeno Dwight foi e voltou com as mãos vazias. Detestava ter que dizer à  mãe que não havia chegado carta nenhuma de seu irmão.

– Ele vai voltar em breve. Vou até buscar uma lâmpada e colocá-la na janela. Talvez ele venha hoje à noite.

– Como é que a senhora pode ter tanta certeza? – perguntou Dwight.

– Deus ouve as orações de uma mãe – respondeu a Sra. Moody. – Ele vai trazer meu filho de volta.

Dwight não compreendia muito a fé que sua mãe mostrava, mas percebia seu amor por um filho perdido. Muitas vezes, ele ouvia a voz de sua mãe de madrugada, clamando: “Senhor Jesus, cuida de meu menino. Guarda-o dos males e perigos. Traze-o de volta para ele repousar seguro.”

Os meses se transformaram em anos. Então, um dia, enquanto estava sentada à porta de sua casa, a Sra. Moody viu um estranho se aproximar do portão de sua casa. “Quem será aquele homem?” perguntou a si mesma. Ele usava uma longa barba e não parecia com nenhum conhecido seu.

O homem parou diante do portão, abaixou a cabeça e começou a chorar. Quando ela viu as lágrimas, exclamou:

– Meu Deus, é o meu filho!

– Mamãe, não vou entrar enquanto a senhora não disser que me perdoa.

A Sra. Moody abraçou o filho e disse:

– É claro que eu lhe perdôo. Aqui é o seu lar!

Só Jesus nos oferece um lugar seguro e de paz. E este lugar é ao lado dEle!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Dormir cedo e seus benefícios











Menos preocupação no dia seguinte - Estudo mostrou que quanto mais se demora para ir deitar, mais pensamentos negativos repetitivos surgirão. Ir dormir mais cedo seria uma forma de evitar o aumento dessas sensações que geram ansiedade no dia seguinte. A pesquisa mostrou que quem dorme cedo lida melhor com suas emoções.

Mais produtividade no trabalho - Dormir mais cedo permite maior tempo de sono, o que é fundamental para melhorar a cognição na hora do trabalho. Uma diminuição do tempo na cama influi diretamente na produtividade no trabalho. Pesquisa recente demonstrou que quem dorme mais cedo melhora seu trabalho em até 30%.

Ajuda a manter um peso saudável - Um estudo publicado no ano passado mostrou que quem dorme mais tarde geralmente está acima do peso. O motivo seria que, quando se está privado de sono, o corpo possui menos energia para fazer escolhas saudáveis como uma boa alimentação e exercícios físicos regulares.

Menos riscos de doença no inverno - Um sono regular promove melhorias no corpo e o mantém saudável. Com um sistema imunológico forte, as chances de se pegar um resfriado ou uma gripe no inverno, por exemplo, se tornam menores. E mesmo doente, pessoas com sono regular conseguem se recuperar mais rapidamente.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Verdade ou mentira?



 
 
 
 
 
Os meus lábios nunca dirão coisas más, e a minha língua não contará mentiras. Jó 27:4.

Certo dia, a Verdade e a Mentira se encontraram na estrada:

– Boa tarde! – disse a Verdade.

– Boa tarde! – respondeu a Mentira. – Como você tem passado?

– As coisas não vão muito bem para alguém como eu.

– Dá para notar – disse a Mentira, olhando para as roupas esfarrapadas da Verdade. – Você deve estar com fome, não é?

– Pois é, muita gente me ignora ou faz pouco caso de mim.

– Venha comigo, então, que vou lhe mostrar como se dar bem.

A Verdade concordou em acompanhar a Mentira, mais por causa da fome do que da companhia. Ao chegarem à cidade, a Mentira conduziu a Verdade para o melhor restaurante da região.

– Garçom, traga o prato mais saboroso, as sobremesas mais deliciosas e a bebida mais refrescante – pediu a Mentira.

Depois de horas de completo deleite gastronômico, a Mentira começou a bater na mesa com a mão e a chamar pelo gerente.

– Que espécie de lugar é esse? Eu entreguei uma moeda de ouro ao garçom há quase uma hora e ele ainda não trouxe o meu troco.

O gerente mandou chamar o garçom, que disse não ter recebido moeda alguma.

– O quê? Duas respeitáveis senhoras vêm a este lugar para almoçar, e vocês tentam roubar-lhes o pouco dinheiro que têm! Seus mentirosos! Podem me enganar uma vez, mas nunca mais me verão novamente. Tome! – E jogou uma moeda na mão do gerente. – E não se esqueça do meu troco desta vez.

O gerente, no entanto, preocupado com a reputação do restaurante, não aceitou e foi buscar o suposto troco da primeira moeda.

Assim que chegou à rua, a Mentira deu uma grande gargalhada e congratulou-se com a Verdade.

– Está vendo como funciona? Você não acha que eu me saí muito bem?

Mas a Verdade se afastou dela e disse:

– Prefiro morrer de fome a viver com você.