sexta-feira, 24 de abril de 2015

O deus de Dawkins






















Sinopse: Este livro é um confronto crítico com a visão de mundo de Dawkins, e tem a intenção de perguntar se a afamada agressividade de seu ateísmo está realmente fundamentado nos argumentos que ele apresenta.
O que se espera encorajar é uma investigação sobre o lugar das ciências naturais na formatação do mundo de nossas mentes e da cultura em que vivemos, com base nos textos publicados por Dawkins. 

Comentário: O nome de Richard Dawkins tem sido atrelado nos últimos anos ao seu ateísmo militante. Ele tornou-se mais conhecido por seus livros contra a religião do que por sua ciência. Alister McGrath reconhece o talento de Dawkins para tornar a ciência conhecida do grande público, principalmente com seu primeiro livro O Gene Egoísta. Contudo, no decorrer dos anos, Dawkins fez inúmeras afirmações nos seus livros seguintes que merecem uma investigação mais cuidadosa. Como alguém que também passou pelos caminhos da ciência e caminhou pelo ateísmo no passado, McGrath desafia esses argumentos e os coloca sob uma luz mais abrangente. O resultado pode surpreender o leitor.


terça-feira, 21 de abril de 2015

Vaticano e ONU querem governo global












A participação do secretário-geral da ONU em um próximo evento no Vaticano promovendo um movimento mundial para combater as alterações climáticas, juntamente com um documento pontifício que preconiza a criação de uma autoridade política, econômica e financeira mundial dirigida pela ONU chamou a atenção de um autor que acredita que esses desenvolvimentos apoiam as previsões de um livro seu de 2012. A conferência do Vaticano “Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade”, de 28 de abril, que contará com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais da proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas”.

Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam de Petrus Romanus: O Papa Final Está Aqui, observa que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica do papa Francisco sobre o aquecimento global e o meio ambiente, prevista para publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano em unir forças com as Nações Unidas sobre as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas como prova adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para a estruturação de autoridades políticas e econômicas do mundo em um governo mundial centralizado”.

Ele ressalta que o cardeal Peter Turkson, chefe do Conselho Pontifício Para a Justiça e Paz, ajudou a escrever o primeiro rascunho da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em nome do Vaticano apelando ao estabelecimento de uma autoridade global para eliminar as desigualdades econômicas e redistribuir a riqueza.

Esperado para participar na conferência do Vaticano está o economista norte-americano Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia e um assessor especial do chefe da ONU para assuntos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também exerce o cargo de diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Horn disse à WND que as pessoas “devem estar atentas e tomar conhecimento” do evento da ONU por causa do documento de 24 de outubro de 2011, do Vaticano, de autoria de Turkson, intitulado “Rumo à Reforma dos Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global”.

Horn disse que o documento “acrescentou a um apelo do Vaticano para uma autoridade política, ambiental e financeira global a ser estabelecida no âmbito das Nações Unidas”.

No documento, Turkson reconheceu que “um longo caminho ainda precisa ser percorrido antes de se chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.         

“Parece lógico que o processo de reforma deve prosseguir com a Organização das Nações Unidas como referência”, continuou Turkson, “por causa do alcance mundial das responsabilidades da ONU, a sua capacidade de reunir as nações do mundo, bem como a diversidade das suas funções e das suas agências especializadas.”

Turkson descreveu a visão do Vaticano do que seria um desenvolvimento econômico global eticamente aceitável. “O fruto dessas reformas deveria ser uma maior capacidade de adotar políticas e escolhas que são vinculativos, porque elas têm por objetivo alcançar o bem comum aos níveis locais, regionais e mundiais”, escreveu ele.

“Entre as políticas, as que dizem respeito à justiça social global parecem mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não vão prejudicar os países mais fracos; e políticas que visem à criação de mercados livres e estáveis ​​e uma distribuição justa da riqueza mundial, o que também pode derivar de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que serão tratadas mais tarde.”

Em seu livro Petrus Romanus, Horn e Putnam disseram que a diretiva do Vaticano tenta conceber um mandato “moral” para o estabelecimento de “uma autoridade pública global” e “um banco central mundial”.

Horn, também chamou a atenção para Caritas in Veritate, ou Caridade na Verdade, a terceira e última encíclica publicada pelo papa Bento XVI antes de ter abdicado do papado, que defende uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos da entidade global, disse Bento XVI, deve ser o de “gerir a economia global; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que daí resultariam; proporcionar um desarmamento imediato e integral, a segurança alimentar e paz; garantir a proteção do ambiente e regulamentar os fluxos migratórios”.

Bento XVI disse que “em face ao crescimento incessante da interdependência global, há uma necessidade fortemente sentida, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e também das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o conceito da família de nações possa ser realmente concretizado”.

Em um e-mail para a WND, Horn confirmou as conclusões do “Accuracy in Media’s Cliff Kincaid” após a publicação da Caritas in Veritate, em 2009.

“Kincaid está certo em se preocupar porque o líder da Igreja Católica em todo o mundo, considerado pelos católicos o representante pessoal de Jesus Cristo, se tornou um defensor de uma das organizações mais corruptas na face da terra – as Nações Unidas”, disse Horn. “Esses desenvolvimentos têm implicações proféticas para os cristãos, que temem que uma ditadura global vai tomar o poder na terra nos últimos dias.”

Fonte: WND

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O mal não vencerá

















A alegria de quem é mau dura pouco. Jó 20:5.

       Em um dia escolar de 1978, uma correspondência chegou à Universidade Northwestern, perto de Chicago, EUA. O oficial policial do campus resolveu abrir o pacote, que continha uma trágica surpresa – era um pacote-bomba.
       Esse foi o primeiro atentado do criminoso que ficou conhecido como Unabomber. Suas vítimas preferidas eram cientistas, pessoas ligadas à indústria de computadores e políticos. Dos 32 pacotes por ele enviados, três resultaram em morte. As bombas eram construídas com precisão, todas manualmente, para nunca falharem.
       Depois de 18 anos de atividades, o Unabomber foi preso com a ajuda de seus próprios familiares. Seu nome era Theodore Kacynski, professor de matemática na Universidade de Berkeley e graduado em Harvard.
       O que todos se perguntavam era: Por que um professor respeitado por todos gostava de ferir os outros? Seria ele louco ou cruel?
       São perguntas que nunca encontram respostas satisfatórias. Mas a Bíblia garante que a alegria dos ímpios é momentânea. Sua maldade tem um tempo determinado para acabar.
       E ainda bem que é assim. Imagine o que seria do mundo, hoje, se homens como Nero, Mao Zedong ou Saddam Hussein pudessem continuar com suas maldades indefinidamente. Imagine como seria nossa vida hoje se Adolf Hitler continuasse a matar milhares de pessoas, como fez durante a Segunda Guerra Mundial, sem ninguém para impedi-lo.
       O mal pode vencer por um tempo, mas não vencerá eternamente. Deus prometeu que muito em breve o pecado e a maldade acabarão. Quando Jesus voltar, poderemos dizer: “Onde está, ó morte, a sua vitória?” (1 Coríntios 15:55).
       No dia do juízo, aqueles que praticaram o mal perceberão que a única coisa que podemos construir para a eternidade é o bem que fazemos nesta vida. Como disse o profeta Miquéias: “O que Ele quer é que façamos o que é direito, que amemos uns aos outros com dedicação e que vivamos em humilde dedicação ao nosso Deus” (Miquéias 6:8). Portanto, façamos o bem que Deus nos pede!


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Anseios que precisam de respostas



 
 
 
 
Por que eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a Terra. Jó 19:25, ARA.

Estamos acostumados a ouvir que Jesus é a resposta para os anseios do coração humano. Muitas pessoas perguntam se isso realmente é verdade. Que tal se Jesus respondesse algumas perguntas do homem moderno? Então, imagine o seguinte diálogo:

Homem moderno: Onde está a verdade?

Jesus: “Eu sou a verdade”. (João 14:6).

Homem: E que caminho devemos seguir?

Jesus: “Eu sou o caminho”. (João 14:6).

Homem: De onde viemos?

Jesus: “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem”. (Gênesis 1:27)

Homem: Qual o propósito de estarmos aqui?

Jesus: “A fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, e em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste”. (João 17:21).

Homem: Para onde vamos?

Jesus: “Voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também”. (João 14:3).

Homem: O que nos reserva o futuro?

Jesus: “Vem à hora em que todos os que se acham no túmulo ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”. (João 5:28 e 29).

Homem: Como terei tal certeza?

Jesus: “Quem ouve as Minhas palavras e crê nAquele que Me enviou tem a vida eterna, não entrará em juízo, mas passou da morte para a vida”. (João 5:24).

Homem: Que faço agora?

Jesus: “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”. (Marcos 16:16).

As respostas de Jesus são suficientes para você?