sexta-feira, 27 de março de 2015

40 maravilhas do corpo humano












1. Um glóbulo vermelho comum vive por 120 dias.

2. Há 2,5 trilhões (mais ou menos) de glóbulos vermelhos em seu corpo a qualquer momento. Para manter esse número, cerca de dois milhões e meio de novos precisam ser produzidos a cada segundo por sua medula óssea. Isso é como uma nova população da cidade de Toronto a cada segundo.
3. Considerando todos os tecidos e células no seu corpo, 25 milhões de novas células estão sendo produzidas a cada segundo. Isso é um pouco menos do que a população do Canadá – a cada segundo!
4. Um glóbulo vermelho pode circunavegar o seu corpo em menos de 20 segundos.
5. Impulsos nervosos viajam a mais de 400 km/h.
6. Um espirro gera um vento de 166 km/h, e uma tosse sai a 100 km/h.
7. Nosso coração bate em torno de 100.000 vezes por dia ou cerca de 30 milhões de vezes em um ano.
8. Nosso sangue viaja 96.000 quilômetros por dia.
9. Nossos olhos podem distinguir cerca de 10 milhões de cores e absorverá mais informações do que o maior telescópio conhecido pelo homem.
10. Nossos pulmões inalam mais de dois milhões de litros de ar por dia. Sua área de superfície é grande o suficiente para cobrir uma quadra de tênis.
 
11. Nós “damos à luz” mais de 200 bilhões de glóbulos vermelhos a cada dia.
12. Quando tocamos algo, nós enviamos uma mensagem para o nosso cérebro a 200 km/h.
13. Nós exercitamos pelo menos 36 músculos quando sorrimos.
 
14. Somos cerca de 70% água.
15. Nós produzimos cerca de 1 a 1,6 litros de saliva por dia.
16. Nosso nariz é o nosso sistema de ar condicionado pessoal: ele aquece o ar frio, esfria o ar quente e retira impurezas.
17. Em um polegada quadrada de nossa mão, temos 2,74 metros de vasos sanguíneos, 600 sensores de dor, 9.000 terminações nervosas, 36 sensores de calor e 75 sensores de pressão.
18. Temos cobre, zinco, cobalto, cálcio, manganês, fosfato, níquel e silício no nosso organismo.
19. Acredita-se que o objetivo principal das sobrancelhas é manter o suor longe dos olhos.
20. Uma pessoa pode respirar cerca de 20 quilos de pó em sua vida.
 
21. Há mais organismos vivos na pele de um ser humano do que há seres humanos sobre a superfície da Terra.
22. A partir dos 30 anos, os seres humanos começam gradualmente a diminuir de tamanho.
 
23. Seu corpo contém ferro suficiente para fazer um ponto forte o suficiente para manter o seu peso.
 
24. A área de superfície de um pulmão humano é igual à de uma quadra de tênis.
25. A maioria das pessoas perde 50% de suas papilas gustativas quando atinge os 60 anos.
 
26. A quantidade de carbono no corpo humano é o suficiente para fabricar cerca de 9.000 lápis.
27. Um centímetro quadrado de pele humana contém 625 glândulas sudoríparas.
28. Quando você se envergonha, seu estômago também se avermelha.
29. O corpo humano tem menos músculos do que uma lagarta.
 
30. Se você pudesse salvar todas as vezes que seus olhos piscam em um tempo de vida e usar todas as piscadas de uma vez, você veria a escuridão por 1,2 ano.
31. A vida útil de uma papila gustativa é de 10 dias.
 
32. É impossível espirrar com os olhos abertos (não tente fazer isso).
33. Aperte o máximo que conseguir uma bola de tênis. Você está usando mais ou menos a mesma quantidade de força que seu coração usa para bombear o sangue para todo o corpo.
34. A aorta, a maior artéria do corpo, tem quase o diâmetro de uma mangueira de jardim.
35. Os vasos capilares, por outro lado, são tão pequenos que é preciso 10 deles para igualar a espessura de um cabelo humano.
36. Seu corpo tem cerca de 5,6 litros de sangue, que circulam pelo organismo 3 vezes a cada minuto.
 
37. O coração bombeia cerca de 1 milhão de barris de sangue durante uma vida média – que é o suficiente para encher 2 superpetroleiros!
38. Os bebês começam a sonhar mesmo antes de nascer.
39. Os seres humanos são os únicos primatas [sic] que não têm pigmentação nas palmas das mãos.
 
40. 10% do peso seco humano vem de bactérias.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Vitória na tragédia?


















Apesar de tudo o que havia acontecido, Jó não pecou, nem pôs a culpa em Deus. Jó 1:22.

       Imagine um homem que perdesse todos os dez filhos, todos os seus bens, e ainda ficasse com um monte de úlceras pelo corpo – tudo isso em pouco tempo. É uma situação quase inimaginável, não é mesmo? Mas creia, isso aconteceu a um homem chamado Jó. Sua história está na Bíblia. O mais incrível é que ele não se rebelou contra Deus. Ele sabia que havia um plano por trás da tragédia. A experiência de Jó tem ajudado muitos cristãos durante os séculos. João Huss foi um deles.
       Na manhã do dia seis de julho de 1415 d.C., colocaram sobre a cabeça de João Huss uma espécie de coroa de papel, na qual estava pintada a figura de demônios e a palavra “Heresiarca”.
       – O meu Senhor Jesus usou uma coroa de espinhos. Por que eu não usaria esta leve coroa por amor a Ele?
       O bispo que colocou a coroa na cabeça de João Huss replicou:
       – Agora entregamos sua alma ao diabo!
       – Mas eu – disse João Huss – entrego em Tuas mãos, ó Senhor Jesus, o meu espírito.
       – O sagrado Concílio de Constança – afirmou o bispo – entrega João Huss, neste momento, ao poder e julgamento civil.
       João Huss sabia o que aquelas palavras significavam. Morrer queimado era o resultado de viver contra as regras da igreja daquela época. Estava ele com medo? Revoltado contra Deus? Veja o que ele disse um pouco depois: “Senhor Jesus, ajuda-me para que com mente firme e paciente eu possa enfrentar a cruel e ignominiosa morte que estou condenado por falar do Teu santo evangelho.”
       Enquanto ele era amarrado à estaca, algumas pessoas gritavam: “Herege!” O duque de Baviera ainda tentou apelar para que ele renunciasse à sua fé. João Huss lhe disse: “A que devo renunciar, se não me sinto culpado? Meu objetivo sempre foi poder ensinar a verdade do evangelho de Jesus Cristo. Estou preparado para enfrentar a morte.”
       A fogueira foi acesa e João Huss começou a cantar em voz alta. Os habitantes de Constança contemplaram o servo de Deus tornar-se um mártir da verdade.

       Mesmo na situação mais difícil e extrema, devemos confiar em Deus. Ele prometeu estar conosco até o fim e Sua promessa nunca falhará. 

F. Beier

sexta-feira, 13 de março de 2015

Perseguidos: o ataque global aos cristãos






















Sinopse: Perseguidos não é um livro fácil de ler. Não foi concebido como obra de referência; não é mero estudo demográfico e estatístico sobre excessos sofridos por um segmento da sociedade. Seu enfoque é altamente pessoal e narrativo, apontando muitos casos específicos de abuso e tortura com pessoas reais em situações registradas e documentadas. Com dezenas de cenas de brutalidade e horror, o conjunto dessas narrativas é arrasador.

Também vista como uma obra com escopo e objetivos similares aos encontrados em O livro dos mártires, de 
John Foxe, publicado no século 16, é considerado um dos livros mais influentes do último milênio. Seu alvo não é providenciar registro histórico, é mudar a história.

Se de fato reservamos as emoções mais fortes para o que nos afeta diretamente, sugerimos que o leitor se sensibilize para a leitura deste livro. Nosso objetivo ao publicar 
Perseguidos em português não é apenas informar, mas degelar mentes e corações, e conclamar o povo de Deus para comprometer-se em oração, conscientização e ação social em defesa daqueles que sofrem.


Comentário: A perseguição religiosa tem feito cada dia mais vítimas ao redor do mundo, e isso por si só já se constitui uma afronta ao direito inalienável de cada ser humano - sua liberdade de religião. Mas surpreendentemente, a religião mais perseguida nos dias atuais é o cristianismo. Os autores desta obra são líderes internacionais em Liberdade Religiosa, e expõem dados atuais sobre a tragédia que milhares de cristãos tem enfrentado em países intolerantes à mensagem de Cristo. Alguns relatos apresentados são chocantes, mas expressam o nível de perigo em que se colocam aqueles que desejam viver o evangelho do Reino em suas vidas. Leitura obrigatória para aqueles que lutam contra o preconceito cristofóbico, seja politicamente, ou apenas em oração.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Arqueólogos fazem descoberta sobre Jesus


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sob camadas do piso de um antigo prédio abandonado em Jerusalém, o suposto palco de uma das mais famosas cenas narradas no Novo Testamento: o julgamento de Jesus. Arqueólogos anunciaram nesta semana terem descoberto os restos do palácio do rei Herodes ao lado do Museu da Torre de Davi. No local, o governador romano Pôncio Pilatos teria condenado Jesus à morte, segundo o relato da Bíblia. A descoberta pode ter impacto no caminho percorrido por peregrinos cristãos que viajam a Jerusalém. Mas os ecos do achado, divulgado pelo jornal americano Washington Post, vão muito além de questões religiosas, avaliam especialistas. As possíveis pistas do palácio foram encontradas durante escavações que tinham como objetivo inicial a expansão do Museu da Torre de Davi, planejada há 15 anos. Os profissionais envolvidos no trabalho sabiam que o prédio, localizado no lado ocidental da cidade, havia sido usado como prisão quando a cidade estava sob domínio otomano e britânico. Os arqueólogos já sabiam, há algum tempo, que a prisão estava lá - mas não o que estava embaixo dela. Apenas agora, depois de anos de escavação e de atrasos causados por guerras e por falta de verbas, a descoberta está sendo exibida para o público em excursões organizadas pelo museu.

Para Amit Re’em, arqueólogo de Jerusalém que liderou a equipe de escavação há mais de uma década, a prisão “é uma grande parte do quebra-cabeça de Jerusalém e mostra a história da cidade de uma forma muito original e clara”. Em entrevista ao Washington Post, ele afirmou que o local preserva um punhado de importantes descobertas de todo os séculos. Nas paredes, há símbolos gravados por prisioneiros da resistência judaica lutando para criar o Estado de Israel em 1940, bacias usadas para tingimento de tecidos do período das Cruzadas e um sistema de esgoto que provavelmente pertenceu ao palácio construído por Herodes, o Grande, o excêntrico rei da Judeia sob o Império Romano, já morto quando Jesus foi condenado.

Professor de arqueologia da Universidade de Carolina do Norte em Charlotte, Shimon Gibson afirma que estudiosos estão quase certos de que o julgamento de Jesus ocorreu no complexo de Herodes. O episódio é descrito como tendo ocorrido “perto de um portão e em um pavimento de pedra irregular”. Os detalhes coincidem com os achados arqueológicos anteriores perto da prisão: “Obviamente, não há qualquer inscrição informando o que aconteceu aqui, mas tudo (relatos arqueológicos, históricos e religiosos) recai sobre este lugar e faz sentido.”

Especialistas brasileiros afirmam que a descoberta é um importante fragmento na reconstrução da história do período. Pedro Paulo Abreu Funari, arqueólogo e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) explica que, do ponto de vista histórico, os achados servem para ser comparados com relatos bíblicos. A partir desse confronto, é possível tirar conclusões.

“Quando se trata de lugares onde Jesus teria estado há locais que são evidentemente imaginativos porque não há dados concretos sobre eles. Outra coisa são lugares de Jerusalém onde ele esteve ou pode de fato ter estado, como é o caso do palácio de Herodes, sobre o qual há referências em relatos bíblicos. A descoberta é importante para os fieis, que não necessariamente precisam de evidências, mas principalmente para os estudiosos que podem tirar ilações a partir dela. É possível, por exemplo, ver se o local condiz com o relato de que Jesus teria sido apresentado ao povo junto com Barrabás”, afirma Funari, em referência à passagem bíblica segundo a qual Pilatos teria pedido a populares que escolhessem pela liberdade de Jesus ou de um criminoso chamado Barrabás.

A opinião é compartilhada por Jeanne Cordeiro, do Laboratório de Arqueologia Brasileira. “A arqueologia demanda fontes que podem ou não ser corroboradas pelas descobertas. A Bíblia é uma fonte enquanto relato histórico de uma sociedade, no caso a judaica. A fé não requer constatação, mas a ciência sim. É disso que se trata a arqueologia bíblica”, diz Jeanne, acrescentando que Jesus provavelmente não foi a única pessoa julgada naquele espaço. “Esse foi um momento intenso da história dos judeus, sob o jugo romano.”

Para os mais de um milhão de peregrinos cristãos que visitam Jerusalém a cada ano, o local é significativo porque poderia ter sido um lugar importante na vida de Jesus. Como a forma como o caminho percorrido pelos peregrinos cristãos que viajam a Jerusalém foi estabelecida há muito tempo, a descoberta pode mudar esse trajeto.

“Para aqueles cristãos que se preocupam com precisão em relação a fatos históricos, isto é muito forte”, opinou Yisca Harani, especialista em cristianismo e peregrinação à Terra Santa. “Para outros, no entanto, aqueles que vêm para o exercício mental de estar em Jerusalém, não há importância, desde que sua jornada termine em Gólgota, o local da crucificação.”

Teólogo e ex-reitor da PUC-Rio, o padre Jesus Hortal comemora o achado, mas faz ressalvas sobre as limitações de exploração ao lugar. “A descoberta é interessante, do ponto de vista arqueológico, e corrobora o que está escrito na Bíblia”, afirma o padre. “Temos diversas escavações que retratam a história de cristãos e a perseguição que sofreram. Jerusalém é uma cidade rica para essas documentações, mas infelizmente um local muito revelador não pode ser explorado, devido à rixa histórica entre judeus e árabes. Poderíamos encontrar restos do primeiro Templo de Salomão, de três mil anos atrás, sob a Esplanada das Mesquitas.”

Fonte: O Globo

sexta-feira, 6 de março de 2015

Coragem em meio ao perigo















Irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei. Ester 4:16.

      O verso de hoje contém as palavras corajosas da rainha Ester, quando ela e seu povo corriam o risco de ser exterminados da Terra. E tudo por culpa de um homem chamado Hamã, que conseguiu o favor político do rei Assuero.
      Tudo começou quando Hamã percebeu que o judeu Mordecai, de quem Ester era afilhada, não se curvava diante dele, quando passava pela porta do rei. Isso deixava Hamã furioso, principalmente quando soube que Mordecai não se ajoelhava por causa de sua religião.
      Então, Hamã tomou uma decisão. Faria todo o possível para que o povo judeu fosse exterminado do reino de Assuero. E assim foi. Ao conquistar a confiança do rei, Hamã estabeleceu um decreto para que todos os judeus fossem mortos “no dia treze do duodécimo mês”. Tal edito causou muita perplexidade em todo o reino.
      Mordecai rapidamente procurou a rainha Ester e lhe disse que ela também não escaparia da matança, a menos que falasse com o rei. Ester percebeu a gravidade da situação e, sabiamente, pediu que seu povo orasse.
      Nesse meio tempo, algo interessante aconteceu. Numa noite, o rei perdeu o sono e foi ler um pouco. Descobriu nos livros reais que um homem chamado Mordecai o havia salvado de uma conspiração. “O que se fará ao homem que o rei deseja honrar?”, perguntou o rei a Hamã. Sem saber de nada, Hamã pensou tratar-se de si mesmo e deu seu conselho ao rei. Qual não foi sua surpresa quando o rei mandou dar tudo o que ele havia dito ao seu inimigo.
      Mas o pior ainda estava para acontecer a Hamã. Em meio a um banquete com o rei, a rainha Ester contou que havia uma conspiração contra os judeus e pediu que o edito de extermínio de seu povo fosse revogado.
      O rei ficou furioso com Hamã. O que fazer com um homem que seria o responsável pela morte de milhares de pessoas inocentes? Então, um dos auxiliares do rei lhe disse que havia uma forca feita pelo próprio Hamã para enforcar Mordecai. O rei não pensou duas vezes e ordenou que a forca fosse usada para o inimigo dos judeus.
O ódio sempre se volta contra seu autor. Espero que tal sentimento nunca encontre lugar em seu coração.


Fernando Beier