quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Carta reveladora de Albert Einstein



Uma carta escrita pelo físico Albert Einstein ao colega italiano Giovanni Giorgi, quando lecionava em Roma, [foi] leiloada em 15 de fevereiro nos Estados Unidos. A casa de leilões RR Auction [esperava] receber ao menos US$ 55.000 (cerca de R$ 156.332) pela missiva. Na carta, escrita em 12 de julho de 1925, Einstein nota que “Deus criou o mundo com muita elegância e inteligência” e, depois de se referir a alguns experimentos, conclui: “Eu não tenho dúvidas sobre a validade da teoria da relatividade.” Na época, Giorgi era conhecido internacionalmente e na Itália como uma autoridade em eletromagnetismo. A curta mensagem está escrita no verso de um cartão postal assinado por “Suo Einsntein” ou “Do seu Einsntein”, em português. Einstein tinha uma relação próxima com a Itália, onde esteve com sua família quando tinha entre 15 e 16 anos por muitos meses, e ele falava e escrevia fluentemente no idioma local. A carta pertencia a um colecionador da França, que obteve o manuscrito de um italiano que coleciona artigos científicos.

Fonte: Terra

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Intervenção Divina



 
 
 
 
 
Mas o nosso Deus virou a maldição em bênção. Neemias 13:2.
      Muitos cristãos enfrentam as dificuldades da vida com alguma dúvida momentânea sobre o cuidado de Deus. Ele realmente se importa comigo? Está cuidando de mim neste instante? Por mais que esses pensamentos apareçam, temos de lembrar que as promessas de Deus nunca falham.
      Mapila era uma jovem africana que morava na Rodésia. Ela havia decidido se batizar depois de assistir a algumas reuniões evangelísticas. Essa decisão significava uma mudança drástica em seu estilo de vida: não tomaria mais cerveja, não iria aos lugares de danças, e outras coisas mais.
      O esposo dela rejeitava essas novas idéias. E usou todos os meios possíveis para fazer Mapila desistir de suas crenças. Muitas vezes, a impediu de dormir dentro de casa, fazendo-a deitar-se com os animais no curral. Outras vezes, batia nela. Quando soube que ela devolvia o dízimo, ele ficou imensamente zangado.
      – Você vai renunciar a essa religião absurda, ou não? – exigiu ele enfurecido.
      – Não posso negar o que Jesus fez por mim na cruz do Calvário – respondeu ela.
      – Muito bem. Você vai embora desta casa agora mesmo. Não quero viver com alguém como você.
      Com tristeza, Mapila ajuntou suas poucas roupas e voltou para a casa de seus pais. No país em que ela vivia, ser mandada embora pelo marido era considerado uma desgraça. A situação ficou ainda pior porque seus pais não eram cristãos e temiam que seu marido exigisse a devolução do dinheiro pago por ela. Ficaram atemorizados, pois já haviam gastado todo o dinheiro
      Depois de um ano, Mapila havia prosperado em seu trabalho. Sua horta era a mais viçosa de toda a aldeia. Os potes de barro que fazia eram os mais procurados.
      Ao contrário, seu antigo marido vivia seus piores dias. Macacos atacaram suas plantações, deixando pouca coisa. Porcos selvagens devoraram as batatas e os amendoins. Muitas de suas cabras foram furtadas e sua casa pegou fogo. Tudo isso o levou a fazer uma séria reflexão sobre sua vida.
      Então, um dia, ele apareceu na aldeia em que morava sua esposa. Como presente de reconciliação, ele deu para Mapila um vestido novo, cheio de belos desenhos africanos. Também deu uma oferta para a igreja da esposa. Eles viveram felizes a partir daquele dia. Alguns meses depois, Mapila viu seu marido batizar-se em sua igreja.
      Quando a vida for injusta com você, lembre-se do verso de hoje: Deus pode virar a maldição em benção!
 
Fernando Beier

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A mão protetora de Deus



 
 
 
 
 
A boa mão de nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles. Esdras 8:22, ARA.

      Nos arredores de São Paulo, uma mulher enfrentava terrível miséria. O marido a abandonara, o filho mais velho havia sumido, e os três menores ainda não tinham idade para trabalhar.
      Numa noite, ela colocou na mesa o último pedaço de pão e um peixe, quando alguém bateu a porta. Era um homem pedindo um bocado de pão. A mulher não hesitou, mandou-o entrar e assentar-se a mesa. O estranho sentou-se, porém quando viu a escassez de alimento, perguntou:
      -- Esta é toda a comida que a senhora tem?
      -- Sim, senhor.
      -- Não me parece justo tirar da boca dos seus filhos para dar a um estranho!
      -- Deixe-me contar sobre meu filho mais velho – disse a mulher. – Já faz alguns anos que ele está perdido neste vasto mundo e nem sei se está morto. Oro todos os dias por ele, e apenas procedo como gostaria que procedessem com ele.
      O homem ficou emocionado e deixou algumas lágrimas escorrerem pelo rosto. Ela continuou:
      -- O Deus que mandou o maná do céu para o Seu povo o passado, pode prover-nos alimento. Como poderia não ajudar o senhor sabendo que talvez meu filho esteja de igual maneira batendo a porta de um lar pobre como o meu?
      De repente, o estranho levantou-se, abraçou forte a pobre senhora, e chorou em alta voz.
      -- Oh, mãe! Minha mãe! Sou eu, seu filho perdido.
      A mulher ficou perplexa, de fato era seu filho que estava desaparecido. A alegria finalmente havia voltado aquele lar. Nunca mais seriam separados.
      Da mesma maneira que Deus cuidou daquela família, ele cuidará de você e dos seus queridos. A mão de Deus é mais do que poderosa para nos proteger.