terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O Livro dos livros




 
 
 
 
 
 
 
 
Um dos grandes responsáveis pela importância que os livros têm em nossa vida hoje viveu há 600 anos. Seu nome é Johannes Gutenberg. Gutenberg é conhecido como o inventor da impressão. Ele desenvolveu o primeiro método para utilizar tipos móveis e a prensa para impressão. Isso significou que uma grande variedade de material escrito poderia ser impressa com precisão e rapidez.

Gutenberg nasceu por volta de 1400, na cidade de Maias, na Alemanha. Quando começou a trabalhar em sua famosa invenção, ele nunca imaginou quanto benefício resultaria de seus esforços. Imagine como seria a nossa vida hoje sem os livros? É claro que nem todos os livros escritos até hoje foram bons. Mas como seriam as escolas, os escritórios ou a igreja sem os materiais impressos? E por falar em igreja, sabe qual foi o primeiro livro impresso por Gutenberg? A Bíblia. Isso mesmo, a Palavra de Deus. Não é interessante?

A “Bíblia de Gutenberg”, como ficou conhecida, foi impressa em alemão, por volta de 1454. Curiosamente, o nome de Gutenberg não aparece em sua Bíblia. Ele deve ter ficado tão atônito com o resultado de seu invento que nem se lembrou disso.

Deus tinha um plano por trás da invenção de Gutenberg. O Senhor deu a Sua Palavra para que o homem encontrasse o caminho da salvação, e o surgimento da impressão permitiu que a Bíblia fosse produzida em grande escala, alcançando muito mais pessoas com a mensagem do evangelho.

Você tem uma Bíblia? Vá buscá-la e leia alguns de seus capítulos. Depois, agradeça a Deus por ter instruído Johannes Gutenberg. Afinal de contas, você provavelmente não conseguiria ler tudo isto hoje, se não fosse pelo invento daquele grande homem.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal!














Feliz Natal para todos os amigos do nosso Blog!

Descoberta arqueológica confirma relato bíblico

     


     










      No começo de dezembro, a Universidade Hebraica de Jerusalém anunciou a descoberta de um selo atribuído à Ezequias, monarca que governou o reino de Judá de 715 até 686 a.C. É a primeira vez que a bula de um rei de Judá foi descoberta em Jerusalém. O ponto é que, nos últimos anos, oito selos contendo o nome de Ezequias apareceram no mercado de antiguidades, o que naturalmente levantou suspeitas quanto à autenticidade deles. Dois desses são idênticos ao que foi divulgado no início do mês. O grande diferencial desse achado, porém, é que se trata do primeiro selo de um rei do relato bíblico encontrado numa escavação arqueológica oficial.
Segundo a responsável pela descoberta, a arqueóloga israelense Eilat Mazar, o pequeno objeto mede 9,7 x 8,6 mm, aproximadamente o tamanho de uma unha humana, e contém as palavras: “Pertencente a Ezequias [filho de] Acaz, rei de Judá”. Os feitos de Ezequias estão registrados nos livros de 2 Reis, 2 Crônicas e Isaías. Para o autor do livro de 2 Reis, Ezequias foi um monarca incomparável na história de Judá, principalmente por liderar reformas religiosas (2Rs 18:5).
      Diferentemente dos impérios da Mesopotâmia, que usavam tabletes de argila para o registro de inscrições, ao que tudo indica os israelitas utilizavam papiro. Por isso, depois de pronto, o documento era enrolado e, com uma corda fina e um pedaço de argila fresca, ele era colocado sobre essa mesma corda para então receber a assinatura de um selo como o que foi encontrado em Jerusalém. Deve ter sido esse tipo de selo que João observou numa visão e registrou nos capítulos 5 e 6 de Apocalipse.

Iconografia

       Para o Dr. Michael Hasel, arqueólogo da Southern Adventist University (EUA), um aspecto importante desse objeto tem que ver com o que os especialistas chamam de iconografia, ou seja, suas representações gráficas. De posse de uma lente de aumento e com um olhar atento para esse achado, nota-se a imagem de um sol com asas emitindo raios de luz e com um ankh, o símbolo egípcio para vida eterna, à direita dele. Em relação ao primeiro ícone, ele pode ser tanto uma clara referência ao deus sol egípcio Rá ou ao Deus nacional de Judá, Yahweh, que é comparado a um sol em algumas passagens do Antigo Testamento (Sl 84:11 e Ml 4:2).
      A primeira explicação para esse símbolo é improvável, porque Ezequias é conhecido na história sagrada como um reformador da religião de Judá. Como então entender um ícone egípcio associado com Ezequias? A hipótese mais forte é de que seja um indicativo de uma aliança política entre Ezequias e o faraó egípcio Tiraca, no fim do 8º século a.C. Essa aliança deve ter provocado a campanha militar arrasadora do rei assírio Senaqueribe contra Judá, no ano 701 a.C. Em seus documentos reais, Senaqueribe se referiu ao Egito como qana hasasu, “cana esmagada”, a mesma expressão usada por um oficial assírio ao ridicularizar a confiança do rei Ezequias no poder militar do Egito (Is 36:6). Até o momento, a aliança política entre Ezequias e Tiraca é a melhor explicação para essas imagens que aparecem no objeto.
      Apesar de uma descoberta como essa trazer um colorido mais autêntico para um personagem bíblico, eventos relacionados com Ezequias e seu reinado em Jerusalém estão bem documentados em registros extrabíblicos. O principal motivo para isso é que existem vários achados que comprovam a campanha militar de Senaqueribe contra Judá. Além das três narrativas bíblicas sobre essa intervenção (Is 36-37; 2Rs 18 e 2Cr 32), documentos egípcios, oito inscrições reais assírias, e objetos arqueológicos e relevos que adornavam o palácio de Senaqueribe estão entre as inúmeras evidências, diretas e indiretas, dessa investida estrangeira contra o reino de Ezequias.
Em um dos seus registros, Senaqueribe afirma ter conquistado 46 cidades importantes e capturado mais de 200 mil habitantes do reino de Judá. Ele se referiu à Ezequias (em acadiano, Hazaqiau) como um pássaro em sua gaiola, isto é, em Jerusalém, que estava amedrontado diante da sua grandeza.   Curiosamente, Senaqueribe não se vangloriou da conquista de Jerusalém, a cidade mais importante da região. Os três relatos da Bíblia apresentam o mesmo quadro. Portanto, não é exagero dizer que esse evento durante o reinado de Ezequias é a história bíblica mais bem documentada arqueologicamente até o momento.

Fonte: RA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Cristão é condenado a prisão perpétua

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A Coreia do Norte é o primeiro país na Classificação da Perseguição Religiosa 2015, sendo o lugar mais difícil do mundo para um cristão praticar sua fé. O regime governamental mantém uma lei tão severa a ponto de punir seus cidadãos, mesmo que eles estejam morando em outro país.

O cristão Hyeon Soo Lim, nascido na Coreia do Norte e que liderava uma igreja coreana em Toronto, no Canadá, foi condenado hoje à prisão perpétua por diversas acusações, entre elas, por insultar e difamar a dignidade e a liderança da República do seu país.

"Lim estava na Coreia do Norte em missão humanitária e já havia visitado o país mais de cem vezes para trabalhar em orfanatos e asilos. Sua igreja perdeu o contato com ele desde janeiro, e recebeu a informação de que ele estava retido por causa da propagação do vírus Ebola. Só muitos meses depois descobriram que ele estava tendo problemas com o governo", comentou um dos analistas de perseguição da Portas Abertas.

Segundo a imprensa, em julho ele foi forçado a ler uma confissão pública para uma conferência jornalística. "É muito difícil um cristão norte-coreano conseguir a liberdade, a não ser que o Canadá faça uma oferta irrecusável. Normalmente, os cristãos são tratados com muito mais severidade", diz o analista.
 
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Incrédulo Resolve Acreditar



 
 
 
 
O Teu amor é melhor do que a própria vida. Salmo 63:3.

O evangelista Luis Palau conta a respeito de um diálogo que teve com um professor de química, de 77 anos:

– O senhor já conhece a esperança da vida eterna? – perguntou Palau.

– Minha esposa irá para o Céu, e eu para o inferno. – desconversou o homem.

– Por que o senhor acha que vai para o inferno?

– Eu tive fé um dia, mas a perdi. Agora é tarde.

– Nunca é tarde. O senhor deseja conhecer a verdade?

– Sim, eu quero.

– Quando o senhor perdeu a fé?

– Enquanto estudava – afirmou o professor. – Eles a tiraram de mim na universidade, e eu tenho estado 40 anos sem fé. Deus nunca trará minha fé de volta.

– Sim, Ele trará de volta sua fé.

– Não, Ele não pode.

– Por que o senhor diz isso?

– Por que sou indigno, muito indigno.

– O senhor está certo ao dizer que é indigno. Eu e toda a humanidade também somos. Mas, na cruz, Jesus tomou toda a nossa culpa. O senhor deseja ser perdoado?

– Sim, eu desejo.

– Deus pode levar sua culpa, mesmo 40 anos depois. Ouça o que a Bíblia diz: “Não lembrarei mais dos seus pecados nem das suas maldades” (Hebreus 10:17).

– Isto é maravilhoso! – disse o professor.

– O senhor gostaria de receber a Deus novamente em sua vida? – perguntou Palau.

– Sim, eu gostaria, agora mesmo.

Luis Palau abraçou o velho professor, enquanto ele tremia e abria o coração a Jesus.

– Obrigado – disse mais tarde o ancião a Palau. – Estou certo de que posso ter a vida eterna.

Só o amor de Deus pode transformar vidas. Você não gostaria de ser transformado por Ele hoje?

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dados curiosos sobre casamento e divórcio














Hoje o IBGE divulgou um dado que, a meu ver, é triste e alarmante: o divórcio cresceu 160% na última década no Brasil. E curiosamente o interesse pelo casamento não diminuiu. Mais curioso ainda é o resultado de pesquisadores que analisaram como o casamento afeta o bem-estar do homem. John Helliwell e Shawn Grover, ambos do Canadá, publicaram um estudo no National Bureau of Economic Research sobre o assunto. A pesquisa levou em conta também o nível de felicidade antes do casamento, assim foi possível saber em que medida a união com uma mulher de fato mudou a vida do homem. Veja as conclusões dos pesquisadores, segundo o site  GQ Brasil (os comentários também são do site):

1. Aqueles que se casam são mais satisfeitos com a vida do que os que permanecem solteiros, mesmo quando considerado o nível de felicidade pré-matrimônio.

2. Os benefícios do casamento persistem em longo prazo, ainda que as grandes vantagens da união surjam logo após formalizá-la.

3. O casamento se mostra mais importante durante a meia idade, quando crises emocionais costumam ser mais frequentes, porque provê amparo para enfrentá-las.

4. Homens que tornam as esposas suas melhores amigas têm em média o dobro de benefícios do que os demais dos pontos de vista financeiro e de felicidade.

“Os maiores benefícios aparecem em ambientes de alto estresse, e pessoas que são casadas conseguem lidar com o estresse de meia idade melhor porque elas compartilham a carga e compartilham uma amizade”, resumiu Halliwell em entrevista ao The New York Times.

Os resultados coincidem com os que teve Jay Zagorsky, pesquisador da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, em 2013. Ele levantou dados do censo americano que mostravam que em 2010 um casal com idades entre 55 e 64 ganhava US$ 261 mil por ano, ante US$ 71 mil de um homem solteiro e US$ 39 mil de uma mulher solteira. Obviamente, duas remunerações somadas serão maiores que uma só, mas há mais por trás disso.

Um homem casado pode trabalhar 12 horas por dia num certo período para ganhar uma promoção, e a mulher o ajudará a resolver os afazeres domésticos. Depois que o sexo feminino diminuiu a desigualdade perante o masculino na sociedade, esse padrão inverteu em diversos casais, mas os manteve no mesmo sentido: forças somadas e estáveis fazem diferença.

Mas tenha em mente que para um divorciado, em termos de riqueza, seria melhor ter continuado solteiro por mais tempo. Zagorsky concluiu que o patrimônio da pessoa que desiste de um casamento cai em média 77% após assinar os papéis da separação. Embora os dados não digam com certeza por que isso acontece, o pesquisador especulou que os gastos com os procedimentos jurídicos pesam no bolso de quem passa por isso.

Fonte: GQ Brasil

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Um índio na encruzilhada



 
 
 
Se Me chamarem no dia da aflição, Eu os livrarei. Salmo 50:15.

Samuel Gaw trabalhava como agente de informações militares do exército britânico durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi enviado à Birmânia para informar-se sobre a ocupação do exército japonês. Mas sua missão foi descoberta e ele foi capturado pelos japoneses. Durante os seis meses seguintes, Samuel foi forçado a ajudar em um posto militar japonês, e ganhou a confiança de todos.

Na verdade, Samuel planejava sua fuga, e ela não demorou a acontecer. Enviado pelos japoneses para Kyukok, com uma mensagem confidencial, ele aproveitou a oportunidade e fugiu. Mas não demorou muito para ele perceber que estava perdido. As instruções de um soldado “amigo” apenas o levaram a um caminho diferente do planejado. Precisava achar uma estrada à direita, mas a que tinha à sua frente ia para a esquerda.

O jovem parou diante do cruzamento, enquanto pensava no que fazer. De onde estava podia avistar uma colina repleta de soldados japoneses. Se o descobrissem, com certeza, seria levado de volta e executado.

Samuel acreditava na mensagem do evangelho e tinha planos de se batizar. Então, ele abaixou a cabeça e orou:

“Querido Deus, Tu estás vendo a minha dificuldade. Tu me ajudaste a chegar até aqui. Preciso da Tua ajuda para tomar o caminho certo. Desejo muito voltar à minha unidade militar na Índia. Por favor, Senhor, mostra-me o caminho. Obrigado. Amém.”

No mesmo instante, Gaw ouviu um barulho que vinha do arbusto ao lado da estrada. Pensou que podia ser um animal selvagem. Mas o que ele viu foi um jovem índio segurando instrumentos de caça. O nativo pegou no braço de Samuel e o levou através da vegetação, indicando-lhe uma estrada que o levaria direto para o seu destino.

– Não tem como errar! – disse o nativo.

Em seguida, Samuel o viu desaparecer na floresta. Seria um anjo de Deus? Gaw não sabia. Mas ele tinha plena certeza de que Deus o livrara na angústia.

Não tenha dúvidas que Deus faz o mesmo conosco.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Quem é Jesus?




















Sinopse: Uma ampla pesquisa irá mudar a maneira como percebemos (em grande parte, sem contestação ) o que prevalece na pseudo espiritualizada visão de mundo de nossos dias. O amplo conhecimento de Ravi Zacarias, desde o misticismo oriental a sistemas religiosos da New Age e paganismo moderno, é em si não menos impressionante do que seus comentários que discernem sobre o que tudo isso significa para a sociedade moderna e, especialmente, a igreja cristã.

Comentário: O dr. Ravi Zacharias é um erudito cristão que tem defendido ao longo das últimas décadas a singularidade do cristianismo. Sua origem indiana permite que ele escreva acerca das religiões orientais com o devido conhecimento de causa. Neste livro, ele aponta as diferenças marcantes entre a mensagem do cristianismo e as novas religiões orientais, principalmente aquelas de forte apelo popular. Logo nas primeiras páginas, o autor expõe o perigo advindo da mídia secular, em especial os filmes, que nos últimos anos apresentam enredos com a clara intenção de doutrinação secular. Somente o conhecimento da mensagem de Jesus pode abrir os olhos das pessoas para os enganos religiosos e filosóficos dos gurus atuais.

O refúgio do bombeiro



 
 
 
 
Deus é o nosso refúgio e a nossa força. Salmo 46:1.

      Matt era um corajoso bombeiro que dirigia o barco-bombeiro entre traiçoeiras correntes da baía de Nova Iorque. Orientava-se pelas luzes vindas da igreja de Santa Maria.

      Em uma noite, enquanto Matt rogava a bênção de Deus para o trabalho, um petroleiro colidiu com o barco Sea Witch. O óleo se espalhou pela água e uma explosão fez com que o fogo subisse a mais de vinte metros, enquanto as embarcações eram consumidas. Rebocadores conseguiram salvar os tripulantes do petroleiro, mas as pessoas no outro barco estavam presas.

      Matt se viu num inferno em chamas. Rapidamente, ele direcionou o barco-bombeiro para o Sea Witch, enquanto seus companheiros a bordo dirigiam os jatos de água contra as imensas chamas no convés do barco destruído. De repente, um sinal de luz vindo da popa de Sea Witch indicou sobreviventes. Matt novamente girou o leme para se colocar em melhor posição. As chamas estavam muito próximas e o calor era quase insuportável. Os pulmões doíam e os olhos ardiam por causa da fumaça. Por quanto tempo ele conseguiria se manter naquela posição?

      De repente, o fogo começou a chamuscar a tinta da proa do barco-bombeiro. Matt estava a menos de dez metros dali. “Senhor, seja o meu refúgio neste momento”, orou ele.

      Alguns minutos depois, o barco-bombeiro deu meia-volta, levando trinta e um sobreviventes. Enquanto se afastava do local do acidente, Matt olhou outra vez para as luzes da igreja e agradeceu a Deus por conseguir realizar seu trabalho e por não sofrer nenhum ferimento.

      Assim como Matt, você também pode contar com Deus. Ele é nosso refúgio e nos protegerá das chamas do pecado. Mas precisamos confiar nEle a cada passo de nossa jornada.

 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Jogador é punido por apontar para o céu


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O quarterback (armador) do time de futebol americano da Mexico High School (Nova York, EUA) foi punido por marcar um touchdown (equivalente ao gol no futebol americano - o da bola oval) e apontar para o céu. A comemoração provocou uma punição de 15 jardas, o que fez com que o time de Dante Turo fosse derrotado pela equipe de Vernon-Verona-Sherrill, em partida disputada em 17 de outubro, por 33 a 31. “Eu apenas estava tentando glorificar a Deus”, disse ao site Syracuse.com o jovem atleta, que correra 73 jardas para marcar o touch down (chegando à linha final do campo adversário). “Apontar para Deus é um símbolo internacional de glorificação a Jesus, e era isso o que estava tentando fazer”, comentou o jogador colegial à Fox News. Para os juízes, o comportamento de Turo foi antiesportivo. A punição deixou Tee Murabito, técnico de Turo, possesso. “Tentei explicar aos juízes, mas eles me disseram que era um insulto. Eu disse a eles que Turo estava reverenciando Deus. Como isso é um insulto?”, afirmou o treinador ao Washington Times. A associação de juízes local não se pronunciou sobre o caso.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Confie em Deus sempre



 
 
 
Feliz aquele que confia em Deus, o Senhor. Salmo 40:4.

Duas enfermeiras missionárias chegaram a um velho país oriental para trabalhar e resolveram visitar o sultão em seu palácio. Ele ficou satisfeito com a vinda das moças e prometeu ajudar no que pudesse.

Ele e os chefes das tribos haviam orado por chuva durante dias. Eles se ajoelhavam sobre suas esteiras e inclinavam a cabeça tanto quanto podiam, suplicando pelas chuvas. Mas nada acontecia. Enquanto isso, milhares de pessoas morriam toda semana por causa da fome e das doenças.

As duas enfermeiras vacinaram muitas pessoas contra a cólera, e a epidemia foi contida. Contudo, a fome continuava.

– Como podemos ajudar? – perguntou a enfermeira para sua companheira, enquanto caminhavam à margem de um rio quase seco.

– Vamos orar! Isso é tudo o que podemos fazer.

Antes, porém, as duas foram procurar o sultão:

– O senhor gostaria que orássemos por chuva?

– Claro que sim! – respondeu o sultão.

– O senhor viria para uma reunião de oração? – insistiu a enfermeira.

O sultão concordou em enviar seus chefes para a reunião de oração. Entretanto, eles não apareceram. Então, as duas enfermeiras missionárias oraram sozinhas. Não demorou muito e a chuva começou a cair. O rio encheu novamente, os animais apareceram e a vegetação voltou à vida.

– Por que o senhor não enviou os chefes para orarem conosco? – perguntou uma das enfermeiras ao sultão.

– Não encontramos o líder dos chefes – respondeu ele. – Mas sabíamos que cristãos estavam orando por chuva.

– Deus seja louvado! – cochichou a enfermeira.

Quando oramos com confiança no poder de Deus, coisas incríveis podem acontecer. Mas veja: não estou dizendo que Deus vai realizar tudo o que queremos no momento que desejamos. Ele sabe o que é melhor para cada um de Seus filhos. Dentre todas as bênçãos que Ele deseja derramar sobre nós, a maior sem dúvida alguma é sua graça para nos perdoar e salvar do pecado. E não há algo mais fantástico do que a conversão de um pecador. Portanto, aproveite a oportunidade e ore!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cristãos são acusados de blasfêmia

 

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Desde 2013, o APUC (All Pakistan Ulema Council – Conselho Geral de Ulemá no Paquistão), vem intervindo em 23 incidentes que envolveram cristãos acusados ​​de blasfêmia. De acordo com Tahir Mahmood Hafiz Ashrafi, o presidente da APUC, um grupo representativo de líderes muçulmanos, tem sido muito influente na vida pública paquistanesa.

Cristãos sofrem desproporcionalmente com o abuso da aplicação das leis de blasfêmia, mesmo quando as acusações não são registradas publicamente. Há dois anos, após a violência em Joseph Colony, uma comunidade cristã de Lahore, quando cerca de 112 casas foram saqueadas e incendiadas por aproximadamente dois mil manifestantes, representantes muçulmanos asseguraram que não haveria mais o uso indevido das leis citadas.

Relatórios da Portas Abertas explicam: "Houve organização de cursos para os líderes do islã, com a exposição das leis e as formas como deveriam ser aplicadas. Mas as notícias continuam mostrando que cristãos são chicoteados injustamente, suas casas invadidas e suas famílias aterrorizadas. Há relatos de ataques em que os rebeldes aparecem com pedaços de pau e todo o tipo de arma improvisada".

Masih, um dos cristãos disse a um analista: "Não estamos pedindo argumentos religiosos, nós só queremos que parem de nos perturbar e que deixem nossos filhos em paz. Enquanto nós defendemos nossa fé, eles nos acusam de blasfêmia. Alguns deles negam para nós até a água da mesquita, dizendo que só podemos beber se voltarmos para o islã. Essa é a diferença entre o islamismo e o cristianismo: na Bíblia nós aprendemos que não devemos aceitar nem por força e nem por violência, mas pelo Espírito do Senhor dos Exércitos. E eles querem nos obrigar a seguir o islamismo, usando justamente a força e a violência, e Jesus nos permitiu escolher por amor. Nós jamais negaremos a Cristo por causa deles", conclui Masih.
 
Fonte: PortasAbertas.com

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Sabedoria em tempo oportuno



 
 
 
A boca do justo profere sabedoria. Salmo 37:30, ARA.

      Certo dia, um grande empresário norte-americano decidiu viajar até o Egito para falar com um renomado sábio que lá morava. Ao desembarcar no Cairo, o empresário não perdeu tempo e logo conseguiu uma entrevista com o sábio.

      Ao entrar na pequena casa do sábio, o americano percebeu que tudo era muito simples. Não havia móveis ou conforto, apenas uma cama, um fogão velho e muitos livros. Intrigado, o empresário perguntou ao sábio:

      – Como o senhor consegue viver desse jeito?

      – Onde estão os seus móveis? – retrucou o sábio.

      – Como assim? Eu estou aqui apenas de passagem! – disse o americano perplexo.

      – Eu também! – respondeu o sábio.

      Ficamos impressionados com essas experiências, não é mesmo? Talvez você tenha vontade de ser sábio como aquele homem e poder dizer palavras de sabedoria. Então, acredite, você pode ser sábio! O verso de hoje diz que a “boca do justo profere sabedoria”. Isto significa que se você ama a Deus e vive com Ele, suas palavras serão sábias. E o segredo da verdadeira sabedoria está em conhecer a Palavra de Deus.

      Certa vez, um consagrado cristão foi interrompido em seus afazeres por um homem que o chamava:

      – Venha correndo, senhor. Há um boi voando no céu agora mesmo!

      O cristão saiu correndo atrás do homem. Quando chegou à rua, olhou para o céu e não viu nada. Voltou-se para o homem e o viu cercado de uma pequena multidão, que ria de sua ingenuidade.

      – Vejam, o homem que acredita em tudo o que a Bíblia diz, também acredita que um boi pode voar.

      O cristão olhou para o homem e disse:

      – Prefiro acreditar que um boi está voando a acreditar num mentiroso como você.

      Espero que quando as pessoas ouvirem você falar, tenham um ótima impressão a seu respeito.


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Cristãos perseguidos na Somália

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Cristãos na Somália enfrentam severa perseguição por parte dos extremistas islâmicos. De acordo com um relatório do site de notícias Morning Star, um convertido, morador de uma ilha, fugiu para a Etiópia para não ser capturado pelos extremistas, deixando a esposa e quatro filhos. O relatório também afirma que outro cristão escapou de seus sequestradores depois de ter os dedos cortados durante um interrogatório.
Nenhum dos dois pode voltar aos seus lares sob o risco de serem presos. De acordo com o analista de perseguição: “A Somália é uma república autodeclarada e considerada estável por muitos, por ter um bom histórico de direitos humanos, mas os líderes religiosos islâmicos estão determinados a não abrir espaço algum para o cristianismo”.
A Constituição do país concede um estatuto de acordo com o islã e os muçulmanos radicais perseguem duramente os cristãos. A estrutura da sociedade é formada por uma mistura de islã, somada aos valores das tribos e das famílias tradicionais. Logo, os convertidos ao cristianismo estão fora dessa estrutura e são considerados infiéis. Segundo o analista: “São poucos os que conseguem fugir do país sem serem descobertos. A notícia sobre os dois convertidos é só uma amostra do que os cristãos vivem na Somália”.

Fonte: PortasAbertas.com

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sal, açucar, gordura





















Sinopse: Em 1999, os principais líderes da indústria alimentícia, da Coca-Cola à Nabisco, se encontraram para uma reunião secreta de emergência. A pauta: o que fazer diante da epidemia de obesidade das últimas décadas. Ao longo de quase um século, fabricantes de alimentos disputam o paladar do público misturando nas fórmulas de seus produtos quantidades cada vez maiores de sal, açúcar e gordura. Em outras palavras: tentam criar alimentos mais saborosos, custe o que custar. E o custo, no caso, é a saúde: um número cada vez maior de estudos científicos tem demonstrado a relação direta entre o alto consumo de alimentos processados e problemas de saúde como obesidade, hipertensão e diabetes Nesse importante livro reportagem, o jornalista Michael Moss não só denuncia esse momento crítico da indústria alimentícia, como leva o leitor para dentro dos laboratórios, salas de reunião e departamentos de marketing a fim de mostrar como os alimentos que estão nas prateleiras do supermercado são cuidadosamente projetados para enganar o paladar e a inteligência do consumidor, seja com sabores artificiais, seja com anúncios de “baixo teor de sódio” (porém, com o dobro de gordura) ou “zero açúcar” (mas com excesso de sal e aditivos). Um livro para mudar definitivamente a maneira de enxergar os rótulos e os alimentos.

Comentário: Escrever sobre a alimentação ocidental é um desafio e tanto, visto que a seara é grande e poucos são os devidamente capacitados. Michael Moss, jornalista vencedor do prêmio Pulitzer, decidiu que era hora de desnudar a indústria alimentícia focando seus três principais ingredientes: sal, açúcar e a gordura. O resultado é revelador, para não dizer assustador. Não só estamos sendo por vezes manipulados pela indústria, como a saúde das pessoas piora na mesma medida que novos produtos processados são colocados no mercado. Ler os rótulos dos alimentos cuidadosamente não será o bastante diante das revelações de Moss. Talvez tenha chegado a hora de dizer não a muitas coisas que gostamos tanto de comer.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Seguro no poder de Deus



 
 
 
 
É o Senhor Deus quem protege aqueles que O temem, é Ele quem guarda os aqueles que confiam no Seu amor. Salmo 33:18.

Na época em que era proibido pregar o evangelho na Sibéria, muitos missionários foram presos; entre eles, John Jacques. Em 1916, ele conseguiu fugir e chegar ao sul da Rússia, onde ficava sua casa. Contudo, não pôde permanecer ali, pois certamente seria preso. Um outro missionário mandou-lhe um roteiro de fuga, com os nomes de cinco cidades escritos numa folha de papel: Irkutsk, Harbim, Mukden, Shanghai, San Francisco.

Seria uma longa viagem até chegar aos Estados Unidos. Por um momento, John pensou na imensa dificuldade que enfrentaria para ter sucesso em seu plano. Mas, naquele instante, ele se ajoelhou e pediu que Deus o conduzisse até o fim.

Sem perder tempo, John se despediu de seus pais, correu até a estação e comprou uma passagem para Irkutsk. O agente olhou para ele por um tempo, mas não lhe fez perguntas. Entregou-lhe uma passagem, dando-lhe permissão para viajar de trem até a fronteira.

No caminho, um guarda entrou no trem com uma lanterna e olhou atentamente para ele. Ele orou em silêncio. Sem falar nada, o guarda deu meia-volta e foi embora.

John ainda teve que caminhar quase mil quilômetros até chegar em Shanghai. No caminho, enfrentou o frio e a fome. Passou por muitos postos dos guardas russos, sempre se escondendo no denso nevoeiro. Finalmente, chegou ao porto, onde um navio se preparava para a viagem até os Estados Unidos.

No meio do oceano, quando tudo parecia resolvido, John avistou um navio de guerra australiano vindo em direção ao seu barco. Teria sido capturado não fosse a proteção de Deus. Nos Estados Unidos, John estudou medicina e contou a muitas pessoas sobre o amor de Deus.

Quando você enfrentar alguma provação como John Jacques, lembre-se de que os olhos do Senhor estão sobre você. Ele o protegerá e o guiará até o fim da viagem.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Perdão e contentamento



 
 
 
 
Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados Ele apaga! Salmo 32:1.

      Muitas pessoas gostariam de ser perdoadas e não sabem como obter o perdão. Quando o imperador romano Henrique IV decidiu buscar o perdão do papa Gregório VII, em 1077, resolveu ficar descalço por três dias na neve, do lado de fora da casa do papa, na Itália. Ele imaginava que as cicatrizes daquela experiência garantiriam o perdão para seus pecados.

      Em 1957, um homem chamado Henry Alexander e outros membros da Ku Klux Klan cometeram um crime. Eles pararam uma caminhonete dirigida por um homem negro, arrancaram-no da cabine, levaram-no até uma ponte deserta e o empurraram para morrer nas águas do rio que por ali passava.

      Alexander foi acusado pelo crime e levou quase vinte anos para ser julgado. Em todo tempo, ele alegava inocência. Acabou absolvido por um júri composto de pessoas brancas.

      Mas, em 1993, ele não agüentou mais viver com a culpa. Confessou toda verdade à esposa, que acreditava em sua inocência havia trinta e seis anos. Ele lhe disse: “Nem sei como orar por mim mesmo.” Depois da morte de Alexander, ela afirmou: “Henry viveu uma mentira toda a sua vida e me fez vivê-la também.”

      A experiência de Alexander nos lembra de um episódio semelhante na Bíblia. Os irmãos de José o venderam como escravo e, muitos anos depois, a culpa ainda os perseguia. Quando foram acusados de serem espiões pelo próprio José – que eles não reconheceram naquele momento – a culpa voltou à tona: “De fato, nós agora estamos sofrendo por causa daquilo que fizemos com o nosso irmão. Nós vimos a sua aflição quando pedia que tivéssemos pena dele, porém não nos importamos” (Gênesis 42:21).

      Só existe um antídoto para a culpa – o perdão. E a Bíblia diz que feliz é aquele que é perdoado. Os irmãos de José sentiram esse tipo de felicidade quando lhes foi revelado que o irmão havia tanto tempo perdido estava vivo e que ainda os amava.

      Se você sente necessidade de vencer a culpa, tome a decisão de ir a Jesus, e depois vá conversar com aquele contra quem você errou. O único preço cobrado de quem deseja ser perdoado é pedir o perdão.

 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Desenho do corpo humano contraria a evolução




 
 
 
 
 
 
 
O ser humano ou evoluiu lentamente a partir do lodo primordial há milhões de anos, ou foi criado à imagem de Deus. A lista de evidências que supostamente validavam a ascensão evolutiva do homem a partir de formas de vida “inferiores” tem sido eliminada por décadas de boas pesquisas científicas. Desde as suas bases, o edifício da “evolução humana” claramente tem estado em desintegração. Por exemplo, os dentistas, com uma filosofia darwiniana, podem sugerir a remoção do dente do siso devido à “evolução” da mandíbula humana. Embora alguns molares possam de facto precisar de extração, isso claramente não tem nada a ver com a evolução.[1]

Muitos evolucionistas apontam para as dores nas costas como evidência de que os seres humanos só recentemente começaram a caminhar eretos, havendo supostamente evoluído de antepassados tetrápodes. Mas não só a coluna vertebral humana parece ter sido criada para a postura ereta, como parece que a maior parte dos problemas nas costas é causada pela má postura, lesões ou outro tipo de abusos. A evolução não tem absolutamente nada a ver com as dores nas costas.[2]

Os evolucionistas continuam afirmando que o desenvolvimento embrionário espelha um passado evolutivo, quando os seres humanos [supostamente] tinham fendas branquiais como os peixes ou um saco vitelino como as galinhas. Tais sugestões não científicas são o resultado da infame “lei biogenética” do zoólogo Alemão Ernst Haeckel. Os evolucionistas têm permitido que essa ciência deficiente prospere, embora a teoria da “recapitulação” já tenha sido desacreditada há muito tempo.[3]

Muitas escolas seculares ainda ensinam o não cientifico conceito de que estruturas tais como as amígdalas, adenoides e o apêndice seriam vestígios inúteis de um passado evolutivo.[4] Mas em 2010 quatro evolucionistas qualificaram as adenoides e as amígdalas de “enormes coleções de tecido linfoide imunologicamente ativo”.[5] Ou seja, elas são partes dinâmicas dos nossos sistemas imunitários. Em 2009, um imunólogo evolucionista declarou: “Se por acaso Darwin estivesse ciente da existência de espécies que têm um apêndice ligado a um ceco enorme, e se ele soubesse da natureza difundida do apêndice, muito provavelmente ele nunca iria olhar para ele como um vestígio da evolução.[6]

Não existe qualquer tipo de evidência de que o ser humano evoluiu de uma criatura sub-humana. Tal como um escritor científico uma vez apresentou o assunto: “O último ancestral comum entre chimpanzés e os seres humanos continua a ser um santo graal da ciência”[7], usando termos que implicam uma busca em vão por um tesouro esquivo, ou algo valioso – sem qualquer chance de algum dia ser encontrado.

Descobertas de supostas evidências evolutivas invariavelmente resultam em confusão. Um subtítulo da Newsweek é típico: “Descoberta fóssil de um desconhecido ancestral humano agita as ideias relativas à evolução humana.”[8]

Pegadas recém-descobertas têm uma aparência surpreendentemente humana, o que leva os cientistas criacionistas a sugerir o impensável: talvez sejam pegadas humanas.[9] No entanto, outros escritores dançam em redor da verdade: “Criadas há cerca de 1,5 milhão de anos, elas são as mais antigas pegadas que têm a aparência de terem sido feitas pelos humanos modernos. Uma equipe de cientistas [...] descobriu essas preciosas impressões fósseis em lama seca por volta de 2009. [...] A julgar pela aparência, as impressões do pé fossilizado parecem idênticas às que fazemos quando andamos pela areia.[10]

Os evolucionistas não podem aceitar que essas pegadas tenham sido feitas por pessoas como as de hoje, e em lugar disso – e sem qualquer evidência científica – afirmam que elas foram feitas por um antepassado sub-humano, o Homo erectus.

As Sagradas Escrituras claramente ensinam em Gênesis 1 que as plantas e os animais foram criados por Deus “segundo o seu tipo” – tal como o ser humano foi criado de modo especial à imagem de Deus (Gênesis 1:27).

Fonte: Darwinismo

 Referências:
1. Sherwin, F. 2003. “The Whole Tooth about Wisdom Teeth.” Acts& Facts. 32 (3).
2. Morris, J. 1998. “Do Back Problems in Humans Prove Evolution from Animals?” Acts & Facts. 27 (12).
3. Morris, J. 1989. “Does the Human Embryo Go through Animal Stages?” Acts & Facts. 18 (8).
4. Sherwin, F. 2003. “For Every Structure There Is a Reason.” Acts & Facts. 32 (11).
5. Barrett, K. E. et al. 2010. Ganong’s Review of Medical Physiology. New York: McGraw-Hill Medical, 605.
6. Choi, C. Q. “The Appendix: Useful and in Fact Promising.”
LiveScience. Posted on livescience.com August 24, 2009, accessed November 11, 2010.7. Viegas, J. “The Human Family Tree.” Discovery News. Posted on discovery.com, accessed November 11, 2010.
8. Begley, S. “Welcome to the Family, Missing Link.” Newsweek, April 8, 2010.
9. Thomas, B. “Human Evolution Story Stumbles over Footprints.” ICR News. Posted April 6, 2010, accessed November 10, 2010.
10. Hirji, Z. “Footprint Fossils Analyzed for Ancient Human Gait.” Discovery News. Posted on news.discovery.com July 22, 2010, accessed November 11, 2010. 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Voltando a sorrir



 
 
 
 
O choro pode durar a noite inteira, mas de manhã vem a alegria. Salmo 30:5.

      Todo mundo passa por provações na vida. Algumas vezes, as dificuldades são tantas que nos fazem chorar. Mas também temos de nos lembrar que nenhum dia é igual ao outro em nossa experiência, e que Deus pode transformar o choro em alegria. Mesmo em meio a decepção e tristeza, o dia seguinte pode trazer consigo a esperança.

      Gabrielle experimentou isso certa vez. Ele era um cristão dedicado e vivia no Congo, na época em que o país era dominado pela Bélgica. Ele e sua família tinham o costume de ir à igreja, onde todos o reconheciam como um líder carismático.

      Certo dia, um oficial do governo belga chegou àquela região. Notou que o lugar tinha um tipo de palmeira da qual se poderia produzir cerveja com rapidez. Chamou Gabrielle e seu povo e mandou que todos trabalhassem para produzir a cerveja. Gabrielle notou que tal tarefa feria os princípios da Palavra de Deus e não atendeu à ordem do oficial.

      A recusa de Gabrielle resultou em uma provação muito grande para ele e seu povo. O oficial mandou açoitá-lo na frente de todos e ordenou que a cerveja fosse feita imediatamente. Como ninguém lhe obedeceu, ele mandou acorrentá-los e os sentenciou a três meses de trabalhos forçados nas estradas da região. Gabrielle pôde ver as lágrimas de aflição nos olhos de seus familiares.

      Quando o primeiro mês se passou, um outro oficial chegou de viagem para ver a região. Era mais velho e conhecia bem Gabrielle. Quando soube do acontecido, ficou perplexo. Ordenou imediatamente que Gabrielle e os demais familiares fossem soltos e mandados de volta para sua aldeia. A alegria voltou à vida deles.

      Pode ser que você esteja enfrentando uma grande provação. Quem sabe algo lhe feriu profundamente. Ou algo até pior. No entanto, lembre-se de que mais cedo ou mais tarde tudo passa. Busque a ajuda de Jesus e confie nEle. O sorriso certamente voltará ao seu rosto.