quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Muçulmanos que sonham com Jesus














É provável que mais de 5% da população muçulmana no mundo tenha tido um sonho com Jesus – o que representa cerca de 80 milhões de sonhadores, afirma editor do site onde os muçulmanos postam seus relatos. “Eu estava no deserto sozinha, perdida. Não havia nada em vista, apenas areia. Eu sentia a areia nos meus pés descalços. Então eu vi algo extraordinário: no meio dessa aridez, uma imensa cruz de madeira emergiu da terra, se levantando e derramando a areia de volta à terra.” Assim começa a narrativa de um sonho que Emina Emlonic, uma adolescente muçulmana da Bósnia, teve. Um sonho sobre Jesus. Ela continua: “Me senti uma espectadora do meu próprio sonho, e a visão da cruz não me deu medo, nem alegria. Mas eu era uma curiosa e me aproximei, quase flutuando, em direção a ele, o mais magnífico. Era algo que eu nunca tinha visto ou imaginado. Como cheguei mais perto da cruz, de repente vi um homem andando na minha direção: tinha ombros largos, andava a passos largos, com uma pele escura, cabelos longos, e vestindo uma túnica branca. E eu, de repente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava nele, caminhando na direção do homem que também estava andando na minha direção. Eu o reconheci imediatamente. Ele era Jesus. Sem saber por que, eu caí de joelhos. Ele, em pé, tocou meu rosto com a mão direita.”
 
Os relatos de encontros com Jesus por meio de sonhos e visões têm sido publicados com frequência, de acordo com o pastor Frank Costenbader, editor do site Isa Dreams (“Sonhos de Isa”, em tradução livre). Isa é um nome árabe que se encontra no Alcorão, e corresponde a Jesus.
 
“O número de sonhos com Isa têm crescido tremendamente desde 2000, e depois de 2005 o ritmo parece ter diminuído”, disse Costenbader. “Mas houve uma explosão de testemunhos na internet nos últimos dois anos sobre as pessoas que encontram Jesus em sonhos e, depois disso, se tornam seguidoras de Jesus.”
 
Um homem saudita disse que seu sonho começou com uma cena horrível. “Uma noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível onde eu estava sendo levado para o inferno. O que eu vi lá me trouxe um medo real, e esses sonhos continuaram vindo para mim quase todas as noites. Eu estava realmente querendo saber por que eu estava vendo o inferno dessa maneira”, escreveu ele no site Answering-Islam. Ele disse que Jesus apareceu para ele e disse: “Filho, Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Entregue sua vida para Mim, e siga-Me. Gostaria de salvá-lo do inferno que você já viu.”
 
“Isso veio como uma surpresa para mim, pois eu não sabia que era Jesus. Ele é mencionado no Alcorão e no livro Surata Maria. Ele é indicado como um dos nossos profetas, mas não como um salvador que poderia nos salvar do inferno. Então eu comecei procurar por algum cristão que me desse explicações sobre esse Jesus que eu vi.”
Ele disse que teria que chegar até um cristão egípcio, porque o cristianismo é “totalmente proibido na Arábia Saudita, e se um cristão é pego evangelizando um muçulmano, é quase certeza que ele será decapitado.”
 
Os muçulmanos não são os únicos que relatam tais encontros notáveis. Costenbader diz que muitos hindus também têm postado muitos relatos no site. Ele disse que, independentemente do cenário, uma característica comum dos sonhos com Jesus é o sentimento de paz. “Isso é muito diferente do que impõe o sistema cheio de medos do Islã”, disse Costenbader.
 
Christine Darg, co-apresentador de um programa de televisão do Jerusalém Channel, afirma que esse é o cumprimento de uma profecia bíblica. “Esse fenômeno está acontecendo todos os dias. É parte da profecia do profeta Joel, que nos últimos dias Deus derramará Seu Espírito sobre todas as pessoas – vossos filhos e filhas profetizarão, jovens e velhos irão experimentar sonhos e visões”, disse Darg.
 
Darg observou que pelo menos um quarto de todos os crentes muçulmanos já experimentou algum tipo de sonho ou visão sobrenatural com Jesus.
 
Costenbader disse que o número de sonhos é incalculável. “Ninguém pode obter estatísticas perfeitas, mas, com base em toda a nossa investigação, acreditamos que bem mais de um milhão de sonhos e visões de Jesus ocorreram desde 2000. Isso significa cerca de 200 sonhos, todas as noites, entre os 1,6 bilhão de muçulmanos em todo o mundo.”
 
Ele disse que “é possível que mais de 5% da população muçulmana no mundo possa ter tido um sonho – o que seriam cerca de 80 milhões de sonhadores.”
 
Darg aponta que muitos muçulmanos “não relatam suas experiências facilmente por medo de represálias”.

Fonte: CPAD News

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Deus é amor














Mas o Senhor Deus foi bondoso com os israelitas. Ele não deixou que fossem destruídos. 2 Reis 13:23.

     O povo de Israel se afastava mais de Deus a cada novo rei que subia ao trono. Mesmo assim, Deus retardou o quanto pôde as conseqüências naturais que viriam sobre eles. E isso acontecia porque Deus os amava muito e Se compadecia deles.
     Certo pastor foi visitar um fazendeiro que era membro de sua igreja. Era um belo dia de sol, e o fazendeiro terminara de dar as tarefas aos empregados. Enquanto esperava, o pastor notou que no cata-vento em cima do celeiro havia sido pintado um verso da Bíblia – “Deus é amor”.
     – O que o senhor achou do cata-vento? – perguntou o fazendeiro.
     O ministro olhou novamente para o verso, e então abanou a cabeça.
     – Acho que o senhor não deveria ter colocado o verso ali. – foi a resposta.
     – Mas por quê? – perguntou o fazendeiro surpreso. – Não é uma frase que todos nunca devem se esquecer?
     – Bem – respondeu o pastor –, quando o vento vem do norte, o verso apontará para o norte e quando sopra do sul, ele apontará para o sul. Tenho receio de que as pessoas, ao olharem para ele ali em cima, chegarão à conclusão de que o amor de Deus muda conforme o vento.
Foi a vez do fazendeiro abanar a cabeça.
     – Eu vejo as coisas de outra maneira. Mesmo que o verso mude de direção, ele ainda pode ensinar uma lição. Quando o vento sopra quente, Deus é amor. Quando ele traz chuva, Deus é amor. Quando há um vendaval, Deus é amor. Seja qual for a maneira como o vento sopre, o amor de Deus permanece.
     O pastor pensou no que o fazendeiro acabara de falar, e disse:

     – O senhor tem razão, seja no norte ou no sul, faça sol ou chuva, Deus sempre será amor.

Fernando Beier

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Questionando o evolucionismo


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um preeminente químico, reconhecido neste ano como um dos 50 cientistas mais influentes do mundo, diz que a maioria dos cientistas não entende como a evolução poderia explicar a existência da vida. O Dr. James Tour é um professor bem conhecido na Universidade Rice, especializada em química. Ao longo dos últimos 30 anos, Tour foi autor de mais de 500 pesquisas publicadas, e foi reconhecido como um dos “50 cientistas mais influentes do mundo atual”, pelo thebestschools.org. Tour também recebeu prêmios e reconhecimentos da Sociedade Química Americana, Thomson Reuters, Honda, Nasa e outros. Em um vídeo lançado em 2012, Tour explicou que ele tem tido experiência extensiva estudando a origem da vida. “Vou contar-lhe que como cientista e químico sintético”, Tour diz, “se alguém devia entender a evolução, seria eu, porque faço moléculas para ganhar a vida, e não apenas compro um kit, e misturo isso e mais isso e obtenho aquilo. Quer dizer, ab initio, eu faço moléculas. Eu entendo o quão difícil é fazer moléculas.”
 
A despeito de suas experiências e expertise, Tour admite que não entende como a evolução poderia contar para a existência da vida. “Eu não entendo a evolução, e vou confessar para você”, ele diz no vídeo. “Para mim está tudo bem dizer que ‘eu não entendo isso’? Está tudo bem? Eu sei que há um monte de pessoas lá fora que não entende nada de síntese orgânica, mas entendem de evolução. Eu entendo um monte sobre fazer moléculas; eu não entendo a evolução. E você poderia apenas dizer: uau! Isso deve ser realmente incomum!”
 
Todavia, Tour diz que ele não é o único que não entende como a vida poderia ter surgido de processos naturais e não guiados. “Deixe-me dizer a você o que acontece nos bastidores da ciência – com os membros da Academia Nacional, com vencedores de prêmios Nobel”, declarou Tour. “Eu me assentei com eles, e quando estávamos sós, não em público – porque é uma coisa apavorante, se você diz o que eu acabei de dizer –, eu disse: ‘Você entende tudo isso, de onde tudo isso veio e como aconteceu?”’ A resposta que Tour inevitavelmente recebe é: “Não.”

“Toda vez que eu me assento com químicos sintéticos, que entendem isso, eles dizem ‘Ah-hã. Não’”, afirma Tour. “E se eles estão com medo, e querem dizer ‘sim’, então não dizem nada. Eles apenas olham pra mim, porque eles não podem sinceramente fazer isso.”
 
É justo dizer que há uma importante diferença entre microevolução e macroevolução – a primeira é claramente observável e repetível, mas a segunda nunca foi testemunhada. “De tudo o que eu posso ver, a microevolução é um fato; nós a vemos ao redor de nós com respeito às pequenas mudanças entre as espécies, e os biólogos demonstram esse procedimento nos seus laboratórios diariamente. Então, não há argumentos a respeito de microevolução”, ele escreve em uma postagem de blog. “O centro do debate, para mim, então, é a extrapolação da microevolução para a macroevolução.”
 
Depois de reconhecer que os evolucionistas são “coletivamente desnorteados” pela origem da vida, Tour junta-se a perto de 900 outros cientistas ao assinar uma Dissenção Científica do Darwinismo, que declara: “Nós somos céticos quanto às reinvindicações de que a habilidade de mutações aleatórias e da seleção natural leve à complexidade da vida. Exames cuidadosos das evidências da teoria darwinista devem ser encorajados.”
 
Se a evolução não pode contar para a existência da vida, então como a vida foi originada? Tour diz que a resposta mais razoável é simples. “Eu creio fundamentalmente que Deus criou a todos nós”, ele disse à Houston Chronicle.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Respeito e aprendizado




















Eliseu saiu de Jericó para ir a Betel. Ele ia andando pela estrada, quando alguns rapazes saíram de uma cidade e começaram a caçoar dele, gritando assim: “Ô seu careca, fora daqui!” 2 Reis 2:23.

      Em 1892, um jovem estudante viajava de trem pelo interior da França, quando percebeu que o idoso ao seu lado estava lendo a Bíblia. Sem muito pensar, o rapaz interrompeu o homem e lhe perguntou:
      – O senhor acredita mesmo nesse livro cheio de fábulas?
      – Sim – disse o idoso calmamente – mas não creio se tratar de um livro de fábulas e sim a Palavra de Deus. Você acha que estou errado?
      – Claro! O senhor não estudou um pouco de história? Nós estamos na França e há cem anos a Revolução Francesa nos fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem o mínimo de cultura acreditam nesse tipo de coisa.
      – Você não crê na criação?
      – Como pode alguém acreditar que o mundo foi criado em seis dias. Isso é um absurdo! O senhor deveria dar mais atenção para o que os cientistas dizem.
      – É mesmo? – perguntou o idoso cristão – E o que dizem os cientistas sobre isso?
      – Bem – respondeu o rapaz – agora não vou poder lhe explicar, pois vou descer na próxima estação, mas deixe-me seu cartão e eu lhe enviarei pelo correio algum material.
      O velho abriu o bolso do paletó, tomou um cartão e entregou ao estudante. Quando o jovem leu o que ali estava escrito ali, ficou vermelho de vergonha. O cartão dizia: “Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris”.
      Louis Pasteur é costumeiramente considerado o personagem mais importante da história da Medicina. Foi ele quem defendeu a teoria dos micróbios da doença e desenvolveu a técnica da pasteurização.
      Graças a Pasteur e suas descobertas, a qualidade de vida das pessoas a partir de sua época ficou muito melhor. Sem contar as muitas vidas poupadas por sua dedicação. Se aquele jovem que abordou Pasteur soubesse de tudo isso, você acha que ele teria falado tudo o que falou?


Fernando Beier