terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo!



Feliz Ano Novo a todos!!!

Fernando Beier

Fantasmas na Biblioteca




Sinopse: As bibliotecas são seres vivos à imagem da nossa complexidade interior, e compõem um labirinto do qual poderemos não conseguir sair. Na verdade, os milhares de páginas que ocupam as nossas estantes estão povoadas de fantasmas que, uma vez encontrados, nunca nos largarão. Um livro para quem gosta de livros. Para bibliotecários. Para livreiros. Leitores fanáticos que perseguem livros quando são perseguidos pela fome de ler. Para devoradores de livros que nunca desistem. Para todos os que acham que os fantasmas se escondem na biblioteca.

Comentário: O autor não tem dúvidas: o "Paraíso", como definiu o grande escritor Jorge Luis Borges, "é uma biblioteca". Eis aí um livro para quem é apaixonado por livros. Na verdade, poucas coisas na vida podem dar tanto prazer para um apreciador de livros que se esparramar no sofá e degustar calmamente uma nova obra literária. Quando pensamos que algumas pessoas são capazes de acumular uma biblioteca pessoal de 10 ou 20 mil volumes, somos tentados a crer que tal pessoa não regula bem da cabeça. Mas apenas um amante da leitura poderia entender uma bibliomania como essa. Não importa o que digam, ler um bom livro ainda pode ser a viagem mais emocionante do nosso dia a dia. Venha conhecer a arte de viver entre livros. (F. Beier)

Nota: 9

A cultura-mundo




Sinopse: Um novo sistema de valores surge na esteira da “modernidade dilacerada e limitada”. Agora, os conflitos Igreja/Estado, liberalismo/comunismo, burguesia/proletariado não são mais centrais. O mundo que se anuncia supera os modelos anteriores de relação entre cultura e sociedade, baseados na aceitação ou no enfrentamento das ideias de hierarquia, autoridade e riqueza. A cultura passa a ser “um setor econômico em plena expansão”, com excesso de oferta de bens mercantis e simbólicos que vão dos livros à moda, das inovações tecnológicas ao design, da música à gastronomia.
Usando referências da história, da sociologia, da psicologia e da estética, Lipovetsky e Serroy defendem a tese de uma “cultura-mundo” cheia de nuances: embora imediatista, não despreza a herança do passado; embora individualista, estimula a participação social; embora racional, vê nascer em seu interior a religiosidade como bálsamo para o “indivíduo diante de si mesmo, sem rede de proteção”.

Comentário: A dupla de autores propõe uma resposta para a sociedade atual, que desorientada e em busca de rumo, desprende-se das amarras intelectuais dos que pregavam um "choque de civilizações". Muito foi conquistado pela ciência, pela tecnologia e pela educação. Mas ainda falta alcançar novos patamares. Enquanto a internet e a cultura dela advinda colocou todos no mesmo globo circulante, ainda parece necessário uma direção mais explícita. De quem é esta missão? Como chegar ao consenso? São perguntas pertinentes que os autores procuram responder. Por vezes as respostas parecem atingir o alvo, mas outras ocasiões a retórica não chega lá. (F. Beier)

Nota: 7

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Coração não dividido













Temam o Senhor e serviam a Ele fielmente, com todo o coração. 1 Samuel 12:24.

     Durante muitos anos, na Rússia, era proibido falar no cristianismo. Aqueles que desobedeciam às regras eram presos ou brutalmente mortos.
     Conta-se que um certo dia, um oficial do exército comunista avistou um pastor cristão e forçou-o a entrar na igreja. Assustado, o pastor obedeceu.
     – Muito bem – disse o militar, – estamos sós. Agora admita que Jesus foi apenas um homem comum!
     – Não posso! Jesus é meu Salvador. Ele é na verdade o Filho de Deus.
     O oficial cutucou duas vezes as costas do pastor com o cano da arma e disse com raiva:
     – Diga o que estou ordenando, ou isto pode custar-lhe a vida! Estou com o dedo no gatilho!
     – Não posso dizer outra coisa, mesmo que isto me custe a vida! – replicou o homem de Deus. – Eu creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus e meu Salvador.
      O oficial recuou a arma, abaixando-a. Lágrimas rolaram pela sua face avermelhada.
       – Eu também creio – gaguejou ele – mas até agora não tinha certeza de que houvesse pessoas capazes de morrer por Ele. Agora sei que também posso dar minha vida por Jesus.
     Quão poucos temem a Deus de todo o coração, a ponto de renunciar o que for preciso para servi-Lo. Quão poucos estão dispostos a mostrar ao mundo que vale a pena confiar em Jesus. Vivemos num mundo em que Deus em geral não é o primeiro no trono de muitos corações humanos. Um mundo onde o poder, as riquezas e a fama são as prioridades. Um mundo onde as criaturas fogem de seu Criador.
     Você confia no Senhor de todo o coração? Você O serve fielmente em todos os momentos?
     Eu convido você a dizer para Jesus hoje: “Senhor, ajuda-me a fazer de Ti o primeiro em minha vida.”

 Fernando Beier

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!




Agradeço aos amigos que acompanharam nosso Blog ao longo de 2013. Desejo um Feliz Natal a todos. E um fraternal abraço!

Fernando Beier

Pedido de Natal....




Fonte: Yahoo.com.br

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O que o perdão pode fazer

Eles disseram a Samuel: Por favor, ore por nós ao Senhor, seu Deus. 1 Samuel 12:19.

     Muitas vezes tomamos decisões erradas em nossa vida, e só percebemos isso mais tarde. Infelizmente, nem sempre é possível consertar certas situações.
     Certa vez, um homem entrou num apartamento, decidido a roubar o que pudesse encontrar de valor. Deparou-se com a mulher que morava ali, e quando ela começou a gritar, ele a matou. Tudo o que encontrou foram três dólares e algumas bijuterias baratas.
     Então, algum tempo depois, ele entrou numa igreja para assistir às reuniões de reavivamento. Foi tocado pela mensagem e percebeu seu estado de pecado. Era um criminoso e assassino.
     Todos os dias, a sua consciência não o deixava em paz. Pensava constantemente naquele ato em que tirara a vida daquela mulher. Ele passava muitas noites em claro. O Espírito Santo o convencia cada dia mais de seus erros. Finalmente, aceitou o perdão que só Jesus pode dar.
     Contudo, aquele homem ainda tinha um passado que não conseguia esconder. Resolveu ir ao pastor da sua igreja e contar-lhe sobre sua vida, pedindo conselho. Uma semana depois, ele foi até o distrito policial e confessou o crime. Só então encontrou a paz de espírito.
     É um simples exemplo. Da mesma forma, o povo de Israel tinha cometido um grave erro. Perceberam isso e clamaram a Deus. A resposta divina veio através do profeta Samuel: “Não fiquem com medo![...] Embora vocês tenham feito uma coisa tão má, não deixem de adorar o Senhor, nosso Deus, mas sirvam a Ele com todo o coração” (1 Samuel 12:20).

     Todos os erros que cometemos trazem consigo suas conseqüências. Contudo, não é bom saber que com a ajuda de Deus podemos ter o perdão hoje e a vitória no futuro?

Fernando Beier

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Dez ensinos de Nelson Mandela



1. As distinções de raça, gênero e religião que caracterizam os seres humanos são menores do que seu estatuto comum de seres criados à imagem e semelhança de Deus

2. É possível sofrer o mal sem se tornar malvado

3. Valores como integridade, humildade e generosidade andam na contramão do mundo, mas apontam o norte verdadeiro

4. O amor é maior que o ódio, o perdão é maior que a vingança

5. A dignidade de um ser humano é seu patrimônio inalienável

6. Grandes mudanças políticas podem acontecer sem derramamento de sangue, e extraordinárias transformações sociais podem ser conquistadas pacificamente

7. O sofrimento se apequena diante de um coração alegre

8. Um espírito livre jamais pode ser encarcerado

9. O cuidado do pobre, do fraco e do que sofre não é um gesto de caridade, é um ato de justiça

10. O amor ao poder é maligno e promove a morte, o poder do amor é divino e promove a vida

Fonte: edrenekivitz

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pessoas religiosas consomem menos drogas













Os jovens Suíços que afirmam acreditar em Deus são menos suscetíveis a fumar cigarros, usar drogas ou ingerir pílulas de ecstasy do que os homens Suíços da mesma idade que se descrevem como ateus. A crença [no Deus da Bíblia] é um fator protetor contra comportamentos viciantes. Essa foi a conclusão apurada após um estudo financiado pelo Swiss National Science Foundation. Karl Marx disse que a religião era o ópio do povo, mas os novos dados sugerem que a religião tem um papel na prevenção do consumo de substâncias. Uma equipe de pesquisa liderada por Gerhard Gmel (Lausanne University Hospital) demonstrou na revista Substance Use & Misuse que, na Suíça, menos homens religiosos consomem substâncias viciantes que os homens da mesma faixa etária que são agnósticos ou ateus.

Para o estudo em torno do uso de substâncias na Suíça, Gmel e seus colegas entrevistaram homens com quase 20 anos no centro de recrutamento militar em Lausanne, Windisch e Mels, entre agosto de 2010 e novembro de 2011. Os pesquisadores finalizaram a avaliação dos 5.387 questionários completados pelos jovens homens.

Com base nas repostas, os cientistas dividiram os homens em cinco grupos:

1. O “religioso”, que acredita em Deus e frequenta os cultos.
2. O “espiritual”, que acredita numa Força Superior, mas que não pratica qualquer tipo de religião.
3. O “incerto”, que não sabe o que acreditar em relação a Deus.
4. O “agnóstico”, que assume que ninguém pode saber se Deus existe ou não.
5. O “ateu”, que não acredita em Deus.

Os pesquisadores apuraram que esses grupos lidam de maneira diferente com as substâncias viciantes. Entre os 543 homens religiosos, 30% fumavam cigarros diariamente, 20% fumavam maconha mais do que uma vez por semana, e menos de 1% tinha consumido ecstasy ou cocaína no ano anterior.

Entre os 1.650 ateus, 51% fumavam cigarros, 36% fumavam maconha mais do que uma vez por semana, e 6% tinham consumido ecstasy ou cocaína no ano anterior.

Os três grupos restantes ficaram numa área intermediária no que diz respeito a sua devoção religiosa e ao seu consumo de substâncias viciantes.

Para Gmel, esses números indicam que as pesquisas em torno do comportamento viciante não se devem limitar ao estudo dos fatores de risco, mas também aos fatores protetores. Os resultados demonstram que a crença [em Deus] é um fator protetor quando se fala do consumo de substâncias viciantes.

O que ainda fica por se responder é se as diferenças registadas são o efeito dos seus valores morais ou do controle social existente nos ambientes onde vivem.