segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Fraternidade

Tenho uma pequena quantia de prata que posso dar a ele para que nos conte onde poderemos achar as jumentas. 1 Samuel 9:8.

      Alguns comentaristas dizem que o objetivo de Saul e seu moço ao reservarem um presente para o profeta Samuel era o de ganhar seu favorecimento. Outros dizem que era só um presente de gratidão. Seja como for, dar e receber presentes é algo que a maioria das pessoas gosta muito.
      Existe uma lenda judaica sobre fraternidade que fala sobre dois irmãos que viviam do trigo que colhiam nos campos de Sião. Certa noite, o irmão mais velho juntou parte de sua colheita e levou-a para o campo do irmão mais novo, dizendo a si mesmo: “Com seus sete filhos, meu irmão tem muitas bocas para alimentar. Vou deixar para ele uma parte do que colhi.”
      Algum tempo depois, o irmão mais novo saiu de sua casa e juntou parte de sua colheita, carregando-a para o campo do irmão mais velho. Disse para si mesmo: “Meu irmão vive sozinho, sem ter quem o ajude na colheita. Vou deixar uma parte do meu trigo para ele.”
      Quando amanheceu, cada um deles se admirou ao encontrar exatamente a mesma quantidade de trigo que antes.
       Na noite seguinte, os dois fizeram a mesma coisa. Ao raiar do sol, perceberam os estoques sem mudanças.
      Na terceira noite aconteceu de se encontrarem um com o outro, carregando seus presentes. Ao notarem a situação, abraçaram-se fortemente e derramaram lágrimas pelo amor que os unia.
      De fato, o amor é um presente maravilhoso e que não custa caro. Distribua tal presente o máximo que você puder.

Fernando Beier


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Preconceito fundamentalista na UNICAMP


A UNICAMP realizaria o "1º Forum Unicamp de Filosofia e Ciências das Origens" nos próximos dias. Realizaria? Pois é, não vai mais por causa do lobby anti-criacionismo dentro da própria universidade. Triste. O curioso é ler o comentário - sobre o cancelamento - do Dr. Eberlin, que é cientista na própria UNICAMP

Manifestação do palestrante Dr. Marcos Eberlin: “Interessante notar que em uma universidade pública, financiada com recursos públicos, por impostos de todos nós –agnósticos, teístas, deístas, politeístas, ateus e desinteressados –, cientistas pagos para e com a responsabilidade buscar sempre a verdade e a melhor explicação científica para as nossas origens, doa a quem doer, fira a quem ferir em termos de subjetividades, nessa universidade e nessas condições, grupos e pessoas que se autointitulam ‘grandes guardiões do saber’ cancelem palestras e fóruns em que a intenção é somente apresentar evidências científicas e reestabelecer o debate. Bem nas catedrais do livre pensar e debater, fecham as portas para o debate, o livre debater de ideias... Na universidade em que fazem o ‘portas abertas’ batem-nos a porta na cara, e as fecham, por quê? O que temem? Seria o perigo da exposição das falácias da teoria que defendem? Cancelam o jogo e levam a bola para casa, como meninos. E a bola que levam acham que é deles, mas é de todos, comprada com dinheiro público.

“Infelicidade é notar que a melhor universidade brasileira se deixa guiar pela opinião subjetiva de alguns e, mais uma vez, de última hora, impede a exposição de argumentos. Exposição de evidências sólidas, como as da ‘Química do Universo e da Vida’, que eu apresentaria, e que mostram como nunca antes a urgência de se reestabelecer o debate entre as duas causas possíveis e legítimas para a origem do Universo e da Vida – forças naturais ou um agente inteligente? É mais uma demonstração da falência geral, ampla e irrestrita de uma teoria que um dia foi quase um consenso, mas que hoje só se sustenta na academia – infelizmente – não mais pelos fatos e pelos dados, mas pelo cerceamento do debate, pelo abafar de opiniões contrarias, pela propaganda enganosa – fato mais fato que a gravidade, repetem à exaustão, na esperança de que a repetição torne isso uma verdade. Que se sustenta ainda pela inquisição que nelas se instalou – uma inquisição, desta feita, secular...

“Fica, então, mais uma vez a constatação do ‘perigo’ que o debate sobre nossas origens traz ao naturalismo filosófico, falido que está, e que se apoderou da ciência e desse osso não quer largar! Um naturalismo filosófico que fez dela seu monopólio exclusivo, e que nela quer também monopolizar o palanque. Financiados por recursos públicos, se escondem detrás do paradigma dominante e em lugar de combater o bom combate do debate de teses e evidências, desqualificam seus oponentes com desqualificações espúrias, inquisições descabidas, correlações infundadas com pretensos interesses não científicos.

“Quem tem medo de ouvir falar sobre a química do Universo e da vida? Quem tem medo de escutar o que as moléculas nos falam sobre nossas origens? Quem tem medo de analisar o DNA, as proteínas, a homoquiralidade de todos nós? O código da vida, as bases nitrogenadas, a ribose contra a desoxirribose? Qual o estrago que poderia causar a uma universidade pública um químico dessa própria universidade, formado em suas bases, falar sobre a química da Vida e do Universo? Qual o perigo de ele trazer ao debate a informação sobre as nossas origens que essa química revela? Qual a nossa semelhança molecular com os chimpanzés? Qual a probabilidade da nuvem gasosa de hidrogênio e hélio ter formado estrelas? E da poeira estelar ter formado planetas rochosos como a Terra? Qual o perigo e quem tem medo dele? Seriam os que defendem uma teoria sólida, sustentada em fatos, ao nível atômico e molecular? Ou os que se valem apenas da inércia cientifica de uma teoria falida e do sufocar de ideias e conhecimentos contrários para defender suas cosmovisões e paixões? Você decide!”

Fonte: Criacionismo.com

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

2º Motivo da Rosa


Por mais que te celebre, não me escutas,

embora em forma e nácar te assemelhes
à concha soante, à musical orelha
que grava o mar nas íntimas volutas.

Deponho-te em cristal, defronte a espelhos,
sem eco de cisternas ou de grutas...
Ausências e cegueiras absolutas
ofereces às vespas e às abelhas.

E a quem te adora, ó surda e silenciosa,
e cega e bela e interminável rosa,
que em tempo e aroma e verso te transmutas!

Sem terra nem estrelas brilhas, presa
a meu sonho, insensível à beleza
que és e não sabes, porque não me escutas...

Cecília Meireles

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vegetarianos são mais magros


Pesquisas feitas nos últimos anos mostraram que os vegetarianos tendem a usufruir de uma melhor saúde e de uma vida mais longa do que as outras pessoas. Agora, um novo estudo americano sugere que indivíduos que seguem uma dieta vegetariana são, em média, mais magros do que aqueles que comem carne, mesmo consumindo a mesma quantidade de calorias que os demais. O trabalho, desenvolvido na Universidade Loma Linda, na Califórnia, será publicado em dezembro no periódico Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics.
De acordo com a universidade, a pesquisa se baseou nos dados de 71.751 pessoas com uma média de 59 anos de idade. Essas informações foram coletadas entre 2002 e 2007. Os autores dividiram os participantes em cinco grupos: o dos consumidores de carne; dos semi-vegetarianos (comem carne ocasionalmente); dos pescovegetarianos (consomem apenas peixe); dos ovolactovegetarianos (comem laticínios); e veganos (não consomem nenhum produto de origem animal).
Segundo a pesquisa, com exceção dos semi-vegetarianos, que consumiam uma média de 1.700 calorias por dia, todos os participantes apresentaram a mesma média de ingestão calórica: 2.000 calorias ao dia. Os autores do estudo observaram que, mesmo assim, os veganos foram aqueles que apresentaram, no geral, o menor índice de massa corporal (IMC) entre todos os participantes. O maior IMC foi apresentado por aqueles que consumiam carne regularmente. 
Além disso, o estudo mostrou que o grupo dos vegetarianos foi aquele que apresentou o menor percentual de pessoas obesas: 9,4% dos membros tinham um IMC maior do que 30, o que caracteriza a obesidade. Essa taxa foi de 16,7% entre os ovolactovegetarianos; 17,9% entre os pescovegetarianos; 24% entre os semi-vegetarianos; e 33,3% entre os consumidores de carne.
Fonte: veja.com

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Beleza dourada

Não havia ninguém mais bonito do que ele [Saul] entre todos os israelitas. 1 Samuel 9:2.

     Você já teve a impressão que vivemos num mundo de pessoas descontentes? Tornou-se comum ouvir as pessoas dizerem que não estão contentes com seu rosto, com seu corpo, com sua casa, com sua igreja.  Muitos olham para os famosos da televisão, e anseiam ser como eles. Pessoas que sob o brilho dos holofotes, estão sempre sorridentes e falantes. Dão a impressão de serem as mais felizes do mundo. Será que realmente é assim?
     Certo garoto que morava no interior tinha o costume de olhar sempre em direção a uma colina e ficava encantado com o que via: uma linda casa com janelas douradas.
     - Que bom seria poder morar naquele lugar – dizia. – Estou cansado de morar aqui. Lá a grama é verdinha e a casa maravilhosa.
     Um dia, o jovem decidiu subir a colina, em direção à casa dourada. Arrumou sua mochila com comida e água, e lá se foi. Quando começou a subida, a colina mostrou-se mais íngreme do que parecia de longe. Depois de horas caminhando, atingiu o pico. Estava suado e exausto. Seus olhos procuraram a casa dourada. Quando a viu, foi a maior decepção. Era uma casa simples, que lhe pareceu inferior à sua.
     Ao olhar para o outro lado, avistou ao longe a sua própria casa. Ela também estava dourada e a grama com um verde vivo. Logo percebeu o que acontecia. Quando ele olhava de sua casa, os raios do sol nascendo davam a ideia de esplendor a uma simples choupana no alto da colina. O mesmo acontecia quando o sol estava em direção oposta. Sua casa lhe parecia ter janelas douradas.
     Quando compreendeu a lição, desceu apressado a colina para seu lar. Estava disposto a desfrutar do tesouro que tinha sem o saber.
     Você não precisa ser bonito como o rei Saul ou como a Miss Brasil para ser feliz. Ninguém também precisa morar numa enorme mansão para se sentir importante. A beleza que mais conta é a de um caráter segundo a vontade de Deus. Que essa beleza esteja presente em sua vida.

Fernando Beier

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Submarino no centro de Milão?

Um submarino no Meio da rua!  FOI ISSO Que alguns moradores de Milão viram AO Acordar.  Acreditando serviços hum Acidente real, enguias na Verdade acabaram Fazendo Parte de UMA Jogada comercial de UMA COMPANHIA DE SEGUROS.

Comentário: Pois é, as aparências enganam. Trata-se apenas de uma peça publicitária de uma agência de seguros...

Fonte: Yahoo.com.br