quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mídias sem Limites



Sinopse: 'Mídias sem limites' é um convite urgente à reflexão sobre as conseqüências sócio-culturais dessa enxurrada de emoções e sentimentos descartáveis, que transforma os mais desavisados em reféns dos encantamentos disseminados em série por telas e monitores. A idéia de paraíso foi remodelada. Internet de alta velocidade, computador de última geração, TV de várias polegadas, home theater. As mídias são as novas divindades e vivemos sob o culto às imagens. As pessoas utilizam indiscriminadamente telefones celulares, palmtops, DVDs, jogos eletrônicos e aparelhos portáteis de CD. Nesta obra, Todd Gitlin analisa esse paradoxo midiático. Mostra como qualquer tentativa de se proteger da avalanche gera ainda mais notícia e revela o que há por trás da torrente ilimitada de promessas de satisfação, traduzidas em espetáculos mirabolantes que celebram a ação, a aventura, o drama e o suspense.

Comentário: Estar "ligado" ou "plugado", quem sabe "conectado". São expressões que deixaram de ser realidade apenas para os nerds. Vivemos de fato sob um possível império de imagens e sons. Apertar um botão de" iniciar" tornou-se para muitas pessoas o cotidiano do cotidiano. Não conseguem viver sem os aparelhos eletrônicos e tudo o que eles proporcionam. O mais curioso do livro de Gitlin é sua proposta de não perdermos nossa sensibilidade crítica diante das imagens e sons que nos inundam a mente o tempo todo. Não há toa, os jovens constituem as vítimas principais da mídia, e a busca incessante deles por novas emoções pode ser o cadafalso para um aprisionamento vicioso diante das telas e fones. Sem dúvida, o autor faz uma reflexão muito válida para nosso tempo. (F. Beier)

Nota: 8

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Crise Espiritual

      

 "Algumas coisas ainda me impressionam quando penso nas mudanças que minha conversão produziu. Por exemplo: apesar de minha mãe ter me levado à igreja desde pequeno, eu detestava ouvir sermões ou participar de estudos bíblicos. Era como enfrentar um pequeno suplício. Só de saber que ficaria quase duas horas “preso” dentro da igreja, obrigado a assistir ao culto e tudo mais, já era o suficiente para detonar uma dor de barriga. Porém, depois da conversão, fazia uso do púlpito da igreja desembaraçadamente, pregando para um auditório de quinhentas pessoas. Nos bastidores, coordenava estudos Bíblicos para jovens da minha idade. Passava mais tempo na igreja do que em casa. A conversão realmente mudou as coisas.
       Todavia, o que experimentei naquele tempo não permaneceu durante os anos seguintes. Como uma estação de chuvas que vai chegando ao seu fim, minha espiritualidade deixou de demonstrar o frescor de outrora.

       No começo, eu achava que era apenas fraqueza espiritual passageira, possivelmente provocada pela ausência de oração. Procurava cumprir fielmente meus votos com Deus. Entretanto, definitivamente, alguma coisa tinha se perdido. Ouvi então um pregador dizer que a conversão colocava o cristão na experiência conhecida como “primeiro amor”. Contudo, ele também afirmou que esse período não durava para sempre. Minha cabeça ficou confusa. O primeiro amor tinha passado para mim? O que viria depois?"

Trecho do meu novo livro: "Crise Espiritual". Se quiser ler mais, clique na capa ao lado.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Pseudo-pastor Marcos Pereira é condenado a 15 anos de prisão por estupro



Fonte: Yahoo.com.br

Comentário: Indivíduos que usam a religião para cometer crimes e atrocidades surgem em todos os lugares do planeta. Sinto-me envergonhado como cristão quando pseudo-líderes destroem em questão de dias aquilo que os sinceros e comprometidos levam anos para construir. Fico triste também porque sei que algumas pessoas ficarão com a mente bloqueada para a verdade bíblica, pois acabam achando que todos os pastores são iguais. Uma pena... (Fernando Beier)

Cristãos que não se importam com a Bíblia



A Sociedade Bíblica Americana e o Instituto de Pesquisas Barna divulgaram no início deste mês como a maioria das pessoas vê a Bíblia. Embora os dados sejam referentes somente aos americanos, o estudo serve como um alerta global para as nações de maioria cristã. Entre os entrevistados, 66% concordaram que “a Bíblia ensina tudo o que uma pessoa precisa saber para viver uma vida significativa”, mesmo assim, 57% dizem que a leem menos de cinco vezes por ano. E o mais revelador: 58% dos cristãos dizem que não querem seguir todos os “conselhos” da Bíblia. “Há uma diferença entre acreditar em algo que é benéfico e abrir seu coração, mente e vida para deixar que isso entre”, explica Geof Morin, diretor de comunicação da Sociedade Bíblica Americana. Ele acredita que algumas pessoas “veem a Bíblia como um medicamento”, ou seja, apelam para ela somente quando estão com problemas. Contudo, Morin ressalta que existem motivos para comemorar. Sessenta e um por cento dos adultos gostaria de ler mais a Bíblia. Sua organização está tentando descobrir como facilitar isso.

A Sociedade Bíblica Americana explica que seu maior objetivo é “levar a Palavra de Deus para onde a Bíblia mais carece ser conhecida”, por isso imprime e distribui exemplares em diversas línguas e manda para outros países. Ao mesmo tempo, pretende “convidar milhões de pessoas que estão dentro das igrejas a renovar seu compromisso com a Palavra de Deus”. Junto com o envio de Bíblias no exterior e usando as escrituras para trazer alívio, este objetivo de transformar a cultura constitui declaração da missão da organização.

Ele explica ainda que a grande aposta é como facilitar o acesso digital às Escrituras, seja na tela do computador, do smartphone ou do tablet. Outro levantamento recente mostra que 40% dos americanos leem mais as versões digitais da Bíblia que as impressas. Por isso, a Sociedade Bíblica está se dedicando a criar aplicativos e usar as redes sociais como uma forma de manter o texto sagrado relevante para a nova geração.

Embora 88% dos lares possuam mais de um exemplar da Bíblia, em apenas 13% ela é lida diariamente. Somente 43% das pessoas dizem que ler a Bíblia as faz sentir “mais perto de Deus”; 34% dizem que isso as faz “sentir em paz”. O livro de Salmos (16%) é apontado como a leitura predileta.

Mesmo assim, uma comparação com levantamentos similares feitos nos dois últimos anos, mostra que existem motivos para preocupação. Um quinto (21%) da população acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus e a leem pelo menos quatro vezes por semana. Um número crescente (10% em 2011, 17% este ano) acredita que a Bíblia é “apenas mais um livro de ensinamentos escritos por homens”. Por outro lado, há aqueles que dizem que a Bíblia tem alguma verdade, mas raramente a leem (26% em 2012, 23% este ano).

Sessenta por cento dos entrevistados dizem estar familiarizados com os relatos bíblicos, enquanto 6% dizem não saber “quase nada” sobre seus ensinamentos. Entre os evangélicos, 12% dizem sentir-se “confusos” quando a leem, enquanto 23% dos católicos dizem não entender o que leem.

Em uma época em que o casamento homossexual e o aborto tornaram-se questões amplamente identificadas com a política, apenas 17% dos cristãos adultos dizem “estar interessados nos ensinamentos da Bíblia sobre esses assuntos”. Apenas 31% dizem que isso influencia suas escolhas na hora de votar.

Curiosamente, 77% das pessoas dizem que a moralidade no país está decaindo. Trinta por cento dos entrevistados dizem que a mídia (TVs, jornais, filmes, livros) é a maior responsável por isso. Mais da metade (56%) acreditam que a Bíblia tem pouca influência na sociedade atual, e apenas 13% acreditam que essa influência é “demasiada”. O porta-voz da Sociedade Bíblica afirma: “O que talvez muitas pessoas deixam de reconhecer é que a maneira mais fácil de a Bíblia influenciar a sociedade é primeiramente deixar que suas palavras influenciem nossas próprias decisões.”

“Se mais pessoas lerem a Bíblia de forma consistente e usá-la como um roteiro para suas vidas, acho que o mundo seria um pouco mais brilhante”, disse o porta-voz.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O verdadeiro Rei


Mas o povo não se importou com o aviso de Samuel. Pelo contrário, eles disseram: Não adianta. Nós queremos um rei. 1 Samuel 8:19.

     Com certeza, Deus Se entristeceu muito quando o povo de Israel pediu um rei para guiá-los. Seu próprio povo não confiava nEle. Acharam que seria mais fácil ter alguém humanamente visível para ser seu líder.
     Da mesma forma que no passado, milhares de pessoas hoje não querem a liderança de Deus em sua vida. Talvez o rei de muita gente seja o dinheiro ou a fama. Outros confiam somente em si mesmos.
     Em um país europeu, a pregação do evangelho era estritamente proibida. Uma noite, a polícia entrou à força em um lar e encontrou cerca de vinte pessoas reunidas em torno de uma mesa estudando a Bíblia. O chefe dos policiais anotou no seu caderno o nome de cada indivíduo presente, avisando-os que dali a dois dias seriam todos chamados à presença dos juízes. Ao virar-se para partir, um homem idoso falou:
     – O senhor se esqueceu de um nome.
     O oficial voltou-se zangado e respondeu:
     – É claro que não esqueci. Vocês são vinte, e eu tenho vinte nomes aqui. Que nome eu esqueci?
     – O Senhor Jesus – respondeu o idoso homem. – Ele está aqui conosco.
     Pensativo, o oficial de polícia se afastou, conduzindo seus homens.
     É muito fácil esquecer a presença de Jesus. Até mesmo os discípulos de Jesus se esqueceram dEle quando lutavam contra a tempestade. E olhe que Jesus estava no barco também.
     Na correria do dia-a-dia, em meio ao trabalho e aos estudos, não percamos de vista o verdadeiro rei de nossa vida. Não nos esqueçamos de que é Ele quem nos mantém com vida, que nos dá o trabalho e o alimento, uma cama para dormir, que nos protege dos acidentes; enfim, que nos ama como nenhum outro.


Fernando Beier

domingo, 8 de setembro de 2013