sexta-feira, 28 de junho de 2013

Servir a Jesus

Samuel continuava no serviço de Deus, o Senhor. Embora ainda fosse menino. 1 Samuel 2:18.

Deus chamou Samuel para uma missão especial quando ele ainda era garoto. Mesmo contra todas as expectativas, o pequeno Samuel aceitou o convite divino e tornou-se um servo fiel do Senhor. Creio que Deus continua chamando jovens hoje. Talvez de maneiras surpreendentes, como fez com Sundar Singh.
Conta-se que Singh, com quinze anos de idade, ria com seus amigos hindus, por causa de uma Bíblia que ele tinha lançado ao fogo. À noite, quando todos foram embora, um estranho remorso tirou seu sono.
– O que foi que eu fiz? Destruí o Livro Sagrado – murmurou ele.
As noites seguintes também foram longas, pois a imagem da Bíblia pegando fogo não o deixava em paz. Na terceira noite, bem de madrugada, ele notou um estranho facho de luz no teto. Levantou-se e abriu a porta para ver se havia alguma coisa do lado de fora causando aquela luz. Não havia nada. Então, voltou para a cama e olhou para a luz novamente. Percebeu que ela formava a figura de Jesus.
Sundar Singh curvou-se rapidamente com o rosto em terra, clamando o perdão de Deus. Depois de um tempo sentiu paz no coração. No dia seguinte, ele contou aos seus amigos:
– Sou cristão agora.
Determinado a mudar a decisão de Sundar, seu pai lhe mandou visitar um tio rico. O tio mostrou-lhe um cofre cheio de dinheiro e jóias.
– Será tudo seu – disse ele – se você renunciar a Cristo. Não desonre sua família sendo um cristão.
– Mesmo que você me oferecesse o mundo inteiro, eu não viraria as costas para Jesus, que morreu por mim – disse Sundar.
Você também pode hoje tomar uma decisão ao lado de Jesus... 
Pode crer, vale a pena!


Fernando Beier

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mais sobre o Poder da Oração

E [Ana] fez esta promessa solene. 1 Samuel 1:11.

     O que Ana mais queria na vida era um filho. Na cultura hebraica, a fertilidade era muitíssima valorizada. A mulher que não pudesse ter filhos, como Ana, sofria preconceito e era tida como não abençoada por Deus.
     Mas tudo mudou por causa da oração. Deus lhe concedeu o filho que tanto desejava. Isto não quer dizer que Deus sempre fará aquilo que pedimos em oração. Existem momentos em que Deus não concede o que desejamos porque Ele sabe que não será o melhor para nós.
     Adriano era um garoto que confiava que Deus ouve nossas orações. Um dia, ele caminhava com as cabras de seu pai as margens de um rio, quando apareceu uma onça com filhotes. Imediatamente o bicho assustado preparou o bote contra o rapaz. Então ele orou. De repente, o barranco se desprendeu e caiu sobre o animal. Contudo, em poucos segundos, a onça se livrou e armou o bote novamente. Adriano não conseguia mover-se de medo. Enquanto orava, novo desmoronamento fez a terra cair sobre a onça.   Percebendo que o bicho não se mexeu mais, correu o mais rápido que pode. Contou tudo para o pai.
     Na semana seguinte, durante o culto na igreja, o pai de Adriano, que até ali era ateu, pediu para falar.
     -- Quero dizer a todos que a partir de agora meu coração pertence a Jesus.
     As pessoas não entenderam muito bem. O próprio Adriano estava confuso. O homem continuou:
     -- Agora sei do cuidado de Deus pelos Seus filhos. Ele impediu que uma onça devorasse meu filho. A partir de hoje freqüentarei a igreja com minha família.
     Não é impressionante o que acontece em resposta a oração?


Fernando Beier

sexta-feira, 14 de junho de 2013

125 anos do nascimento de Fernando Pessoa




O Amor

O amor, quando se revela, 
Não se sabe revelar. 
Sabe bem olhar p'ra ela, 
Mas não lhe sabe falar. 

Quem quer dizer o que sente 
Não sabe o que há de *dizer. 
Fala: parece que mente 
Cala: parece esquecer 

Ah, mas se ela adivinhasse, 
Se pudesse ouvir o olhar, 
E se um olhar lhe bastasse 
Pr'a saber que a estão a amar! 

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente 
Fica sem alma nem fala, 
Fica só, inteiramente! 

Mas se isto puder contar-lhe 
O que não lhe ouso contar, 
Já não terei que falar-lhe 
Porque lhe estou a falar..


Fernando Pessoa

terça-feira, 11 de junho de 2013

Rede Record em crise...



Fonte: Yahoo.com.br

O Poder da Oração

Ana se levantou aflita e, chorando muito, orou a Deus, o Senhor. 1 Samuel 1:10.

     Vivemos em um mundo muito complicado, onde os problemas e tristezas da vida se avolumam sobre nós constantemente. Há momentos em que tudo parece dar errado. Muitas vezes, as lágrimas surgem como conseqüência de nosso coração aflito.
     Ana passava por um desses trágicos momentos. Não encontrava a paz que tanto queria. Foi quando ela tomou a decisão de orar.
     A oração tem o poder de mudar as situações. John Hyde, missionário na Índia, era um homem que conhecia o poder da oração. Freqüentemente, ele orava a noite toda e, então, saía no dia seguinte para falar do amor de Jesus às pessoas. O povo o chamava de “o homem da oração”.
     Certa vez, John Hyde falava de Jesus para um adolescente enquanto viajava de trem. O jovem já havia sido um cristão.
     – Estou cansado de ouvir sobre Deus – disse o rapaz ao Sr. Hyde. – Estou indo para casa e não quero mais saber dessas regras estúpidas. Vou fazer o que eu quiser.
     – Por favor, não se afaste do Salvador – falou ternamente o missionário, com lágrimas correndo pela face. – Por que você está deixando Aquele que o ama tanto?
     – Ora, vamos, deixe-me livre. Eu lhe disse que não queria mais ouvir sobre religião.
     – Estarei orando por você – disse o Sr. Hyde quando o jovem se afastou dele.
     Na manhã seguinte, o condutor do trem, que havia ouvido a conversa do jovem com Hyde, notou que aquele jovem estava no fundo do trem, que ia em direção oposta.
     – Foi uma curta visita, não acha? – perguntou o condutor.
     – Estou retornando para ver o missionário Hyde – admitiu o jovem. – Não pude dormir a noite passada. Tudo que podia ver era ele e suas lágrimas. Quero contar-lhe que Deus ouviu suas orações, pois decidi ser um cristão novamente.

     Você tem experimentado o poder da oração?

Fernando Beier

terça-feira, 4 de junho de 2013

15 perguntas que os evolucionistas temem






1. Como a vida surgiu? 
O evolucionista Paul Davies admitiu: “Ninguém sabe como uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula” (Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003). Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse: “Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta” (PBS Nova interview, How Did Life Begin?, July 1, 2004). Por menor que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do Universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do Universo, nem uma única proteína funcional se formaria. Então, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?
 
2. Como surgiu o código genético? Código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras em que o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixels na tela). Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de designinteligente? Como o sistema de código do DNA surgiu sem ser obra de design inteligente?
 
3. Como as mutações – acidentes na cópia (“letras” do DNA trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc.) – geraram os enormes volumes de informação de DNA nos sistemas biológicos? Como esses erros poderiam gerar três bilhões de letras de informação DNA de modo a transformar um micróbio em um microbiólogo? Há informação para construir proteínas, mas também para controlar seu uso – assim como um livro de culinária possui os ingredientes, mas também a forma como usá-los. Um sem o outro não serve para nada. As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de mil doenças, como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como a mistura de informação existente no DNA poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nanomáquinas biológicas?

4. Por que seleção natural, um princípio sugerido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução”, como se isso explicasse a origem e a diversidade da vida? Por definição, a seleção natural (SN) é um processo seletivo (que “escolhe” entre a informação genética já existente) e, como tal, não se trata de um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam certo tipo de criaturas para que vivam num ecossistema específico), mas não explica a origem dos mais aptos. A morte de formas de vida mal adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos mais bem adaptados não explicam a origem das características que tornam um organismo mais bem ajustado a um meio ambiente.

5. Como se originaram as novas reações bioquímicas, que envolvem múltiplas enzimas operando em sincronia? Para funcionar, todas as reações químicas (bem como as nanomáquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima”. Como é que acidentes fortuitos teriam criado apenas uma das tais estruturas? O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu: “Temos que admitir que atualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas” (Franklin M. Harold [emeritus biochemistry Colorado State University], The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205). Por que as escolas públicas – pagas por todos – escondem esse tipo de declarações?

6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados? Como os evolucionistas sabem que eles não foram? O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu: “A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projetadas [criadas] com um propósito” (Richard Dawkins, The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986). Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (co-descobridor da estrutura de dupla hélice do DNA), escreveu: “Os biólogos têm que se lembrar constantemente de que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu” (Francis Crick, “What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery”, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.) O problema para os evolucionistas é que os seres vivos revelam muito design. Quem levanta objeções a um arqueólogo quando ele declara que certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente? No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente. Por que as origens da biosfera se devem restringir apenas e somente a causas que estejam de acordo com a versão atual do naturalismo?
 
7. Como vida multicelular surgiu? Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?
 
8. Como o sexo surgiu? A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexuada. Dada essa situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser selecionada? Como as forças da física e da química conseguiram, ao mesmo tempo e na mesma área geográfica, “inventar” o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não inteligentes não conseguem planejar futura coordenação entre macho e fêmea.
 
9. Por que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?Darwin ressalvou o problema, mas ele ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares se baseiam na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu: “A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia” (Stephen Jay Gould, “Evolution’s erratic pace”, Natural History 86[5]14, May 1977). Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
 
10. Como os “fósseis vivos” permanecem essencialmente da mesma forma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período? O evolucionista Gould escreveu: “A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo” (S. J. Gould and N. Eldredge, “Punctuated equilibrium comes of age”, Nature 366:223–224, 1993). Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
 
11. Como a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade? Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

12. Por que os evolucionistas toleram histórias da carochinha? Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr. Philip Skell escreveu: “As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a seleção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos, exceto – exceto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou a seleção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar sua semente – exceto quando a seleção prefere homens que são protetores fiéis. Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-la empiricamente – muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas” (P. S. Skell, “Why do we invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology”, The Scientist 19[16]:10, 2005). Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerá-la uma teoria “científica”?
 
13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução? Dr. Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard, diz: “De fato, durante os últimos cem anos, praticamente toda a biologia progrediu independentemente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, a Bioquímica e a Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução” (citado no “Boston Globe”, 23 de outubro 2005). O Dr. Skell escreveu: “É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como elas surgiram há milhões de anos – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores” (P. S. Skell, “The dangers of overselling evolution, Forbes magazine, 23 de fevereiro de 2009). Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Por que, então, as escolas e as universidades ensinam o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo da biologia experimental que tanto tem beneficiado a humanidade?
 
14. Ciência envolve experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Por que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que ciência operacional? Não podemos experimentar – ou observar – o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Dawkins disse: “A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava ocorrendo” (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html, 3 de dezembro de 2004). Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que supostamente ocorreu no passado?

15. Por que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças que falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência? Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse: “O darwinismo não é ciência testável, mas, sim, um programa metafísico [religioso] de pesquisa” (K. Popper, Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976). Michael Ruse, fervoroso evolucionista, declarou: “A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência. A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade. Sou um ardente evolucionista e um ex-cristão, mas tenho que admitir que nessa queixa – e o sr. [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão corretos. A evolução é uma religião. Isso foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje” (Michael Ruse, “Saving darwinism from the darwinians”, National Post [May 13, 2000).