terça-feira, 26 de março de 2013

A verdadeira força


O Espírito do Senhor fez com que Sansão ficasse forte. Juízes 15:14.

     Certa jovem, amante dos esportes e atleta da natação, procurou um dia o pastor de sua igreja. Disse que não sentia nenhum poder especial como resultado da oração. Parecia que o tempo gasto com o exercício físico era de maior valor, pois sentia o corpo forte e disposto.
     -- Você pratica o esporte diariamente? – perguntou o pastor.
     -- Seis dias por semana – foi à resposta.
     -- Quantas horas por dia?
     -- Cerca de duas a três.
     -- E ora diariamente?
     -- Nem todos os dias – respondeu a moça um tanto embaraçada.
     -- E quando ora, quanto tempo leva?
     -- Varia muito. Ás vezes um minuto, outras vezes nem isso.
     -- Suponhamos que você fosse uma menina fraca no físico, você poderia tornar-se forte fazendo exercícios de um minuto por dia?
     -- Eu compreendo. Somente um pouco de exercício não me faria forte. Assim, não me tornarei forte espiritualmente sem o exercício da oração.
     O pastor aconselhou-a a gastar mais tempo diariamente com o exercício espiritual. Ela seguiu o conselho e depois de um tempo, disse ao pastor:
-- Descobri que o exercício da oração produz resultado mais rápido na alma que o exercício no corpo.
     A exemplo daquela moça, que você seja forte em sua vida de oração. E lembre-se que o exercício espiritual não tem limites nem efeitos colaterais.

Fernando Beier

terça-feira, 19 de março de 2013

Declarações do novo Papa




Comentário: O novo papa disse que "O casamento gay é um movimento do diabo". Mas parece que ninguém deu muita importância. Fico imaginando como seria diferente a reação da mídia se tal frase tivesse sido dita por um pastor protestante... (F. Beier)


quinta-feira, 14 de março de 2013

Sobre a matéria (carne) do Fantástico...

O novo Papa: algo vai mudar para o protestantismo?




“Em toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas – o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio.

“O evangelho de Cristo havia habilitado seus adeptos a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo frio, fome, labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em face do instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater essas forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano. Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.

“Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade,visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se frequentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. [...] Os jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado” 

O Grande Conflito, p. 234, 235.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O Perigo da Cobiça


Será que você não podia achar mulher no meio dos nossos parentes ou entre o nosso povo. Juízes 14:3.

     Sansão cresceu saudável e “o Senhor o abençoou”. Mas ele tinha um problema: era muito mimado. Cresceu sabendo que tinha algo de especial e tudo o que queria ele ganhava. Quando se tornou jovem, já não tinha tanto respeito por seus pais como antes. E isso acabou por atrapalhar sua vida.
     Sansão fez amizades com pessoas que não adoravam a Deus e que também não gostavam do povo de Deus. Até que ele se apaixonou por uma moça que habitava na cidade filistéia de Timna. Seus pais, tementes a Deus, se esforçaram para fazê-lo mudar de ideia. Mas a única resposta de Sansão era: “Ela agrada aos meus olhos.”
     Sansão possuía algo mais forte que seus músculos – a cobiça. Desejava ardentemente a tal garota, e nem o conselho dos pais foi suficiente para lhe mostrar o perigo.
     Existe um conto chinês que ilustra bem o perigo da cobiça. Muito tempo atrás, havia um velho lenhador que ia todos os dias à montanha para cortar lenha. Dizia-se que o velho era o maior sovina.
     Um dia, um tigre selvagem avançou sobre ele e saiu carregando-o na boca. O filho do lenhador viu o perigo que ameaçava o pai e saiu correndo para salvá-lo. Levou um facão bem grande e conseguiu alcançar o tigre. O pai não estava muito ferido, porque o tigre mordera as roupas. Quando o filho levantou o facão para o golpe, o pai gritou alarmado:
     – Não estrague a pele do tigre! Se você matá-lo sem estragar a pele, vai nos render um bom dinheiro.
Enquanto o filho hesitava com o facão na mão, ouvindo a instrução do pai, o tigre subitamente saiu correndo pela floresta, carregando o velho cobiçoso e depois o devorou.
     Cobiçar demais certas coisas pode ser um grande perigo. Não caia nessa armadilha!

Fernando Beier

sexta-feira, 1 de março de 2013

Não fique na dúvida



Ó meu Deus, pelo que mandes de volta o homem de Deus que enviaste, para ele nos dizer o que devemos fazer com o menino quando nascer. Juízes 13:8.

     A esposa de Manoá era estéril e por isso não tinha filhos. Um dia o Anjo do Senhor lhe apareceu dizendo que ela finalmente teria um bebê. A mulher ficou tão assustada e comovida que mal conseguiu se concentrar nas palavras restantes do anjo enviado. Atônita, saiu correndo para contar ao seu esposo o que havia acontecido.
     Manoá ouviu atentamente a explicação de sua esposa, mas a história era meio confusa. Para não ficar na dúvida, ele tomou uma decisão: buscaria a Deus em oração para saber toda a verdade.
     A atitude de Manoá é um belo exemplo de como devemos lidar com a Palavra de Deus. Muitas vezes lemos a Bíblia e não entendemos certas coisas. Algumas pessoas até desistem definitivamente de ler e outros dizem que a Bíblia é complicada demais. Mas se não desistirmos e pedirmos ajuda a Deus, Ele vai nos responder, como fez com Manoá. “Mas, se alguém tem falta de sabedoria, pela a Deus, e Ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos” (Tiago 1:5).
     Por volta de 1816, Guilherme Miller vivia um momento de grande dúvida. Até ali ele não ligava muito para a religião nem para a Bíblia. Mas depois de ter sido convidado para ler um sermão em um culto na igreja de seu tio, sentiu-se estranhamente vazio por dentro. Recorreu finalmente à Bíblia e descobriu o Salvador que procurava. Seus amigos o ridicularizavam, dizendo que a Bíblia continha inúmeras contradições. Miller tomou então uma decisão. Estudaria a Bíblia verso por verso. Quando um verso não se tornava claro, ele orava e logo a dúvida se dissipava.
     Através de Guilherme Miller, Deus iniciou um grande reavivamento espiritual nos Estados Unidos, que atingiu outros países também. Muitos se converteram através de seu esforço.
     Lembre-se: quando estiver em dúvida, busque a orientação de Deus.

Fernando Beier