quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Tenha um Alvo definido


Gideão e os seus trezentos homens foram até o rio Jordão e o atravessaram. Eles estavam muito cansados, mas continuaram a perseguir o inimigo. Juízes 8:4.

     Todos nós devemos ter alvos em nossa vida. É bem provável que você tenha os seus. Talvez seja entrar um dia na faculdade e se formar em Medicina, Engenharia, Pedagogia, etc. Talvez seja simplesmente arrumar um bom emprego. Quem sabe fazer aquela viagem especial. De qualquer forma, o mais importante é nunca desistir de perseguir seu objetivo.
     Edmund Hillary foi um homem que tinha um alvo bem definido. Queria ser o primeiro homem a chegar ao topo do Everest, o monte mais alto do mundo. Em 1952, ele fez sua primeira tentativa, mas fracassou completamente. Muitas pessoas o viam como herói, outros simplesmente o achavam louco. Em uma palestra na Inglaterra, ele afirmou:
     – Monte Everest, você me venceu a primeira vez, mas na próxima eu serei o vencedor. Você já cresceu tudo o que tinha para crescer... Mas eu ainda estou crescendo!
     A perseverança de Edmund Hillary terminou por fazê-lo atingir seu alvo. No dia 29 de maio de 1953, às 11 horas, ele alcançou os 8.848 metros do Everest.
     Além da fama mundial, Edmund ganhou a mais alta condecoração oferecida pela rainha da Inglaterra. Apareceu também em muitos comerciais de televisão e registrou suas aventuras em um livro.
     Quando Gideão e seus 300 homens aparecerem de surpresa diante do inimigo, não descansaram enquanto a vitória não foi completa. O alvo de Gideão era claro: nenhum soldado inimigo deveria escapar.  Seus homens deveriam ir até as últimas conseqüências para atingi-lo.
     Você não deve se esquecer também dos alvos espirituais – orar, ler a Bíblia e falar do amor de Jesus. São alvos que produzem resultados não apenas nesta vida. Atingem a eternidade.
     Que esse seja o seu maior alvo!

Fernando Beier

sábado, 12 de janeiro de 2013

Tremendas Trivialidades




Sinopse:  Tremendas Trivialidades reúne 39 crônicas do grande escritor G. K. Chesterton, que buscam mostrar ao leitor que não existem coisas desprovidas de interesse, triviais, mas apenas pessoas que não se interessam suficientemente por elas. O livro é um convite ao leitor para ver nas pequenas coisas não a sua beleza, mas a sua grandeza. O autor estende sua lupa de investigador da alma humana em busca da unidade por trás da multiplicidade de episódios cotidianos, nos mostrando que seu mundo é ainda maior e mais admirável.

Comentário: Eis uma coisa rara de se ver (ou sentir): ler um livro de G. K. Chesterton e não terminar em puro deleite. Com a obra Tremendas Trivialidades não é diferente. Trata-se de um apanhado de crônicas  do autor escritas originalmente para jornais londrinos. O olhar apurado de Chesterton para encontrar nas pequenas coisas um motivo para arrazoados é inigualável. Sem contar as frases pontuais, que acabam nos levando a olhar para o horizonte antes de virar a próxima página. (F. Beier)

Nota: 9

Perseguição aos cristãos ao redor do mundo



Fonte: portasabertas.org.br