terça-feira, 21 de agosto de 2012

Métodos Diferentes


O Senhor Deus disse a Josué: Olhe! Eu estou entregando a você a cidade de Jericó, o seu rei e os seus corajosos soldados. Josué 6:2.

      Depois que o povo de Israel atravessou o rio Jordão milagrosamente, a notícia se espalhou entre os outros povos da região. Todos ficaram assustados e temerosos. Principalmente o povo da cidade de Jericó. Eles sabiam que Israel passaria por ali.
      Jericó era uma cidade bem fortificada, totalmente cercada por enormes muros. Deus disse a Josué que invadisse a cidade. Mas como fazer isso? Deus também apresentou o plano de ação.
      Todos os homens de guerra deveriam rodear Jericó com a arca de Deus. Os sacerdotes acompanhariam os guerreiros tocando trombetas feitas de chifre de carneiro. Isto deveria ser feito durante seis dias. E assim se fez. O exército de Jericó contemplava tudo de cima dos muros da cidade sem entender nada. Alguns até davam gargalhadas pensando se tratar de um bando de loucos.
      Mas, no sétimo dia, algo diferente aconteceu. Somente naquele dia, os israelitas rodearam a cidade sete vezes. As trombetas eram tocadas sem parar. De repente, Josué disse ao povo que gritasse com toda a força. Os gritos se uniram às trombetas e o barulho foi ensurdecedor. Foi quando os muros de Jericó começaram a tremer. A cena é indescritível. Em poucos segundos, tudo estava no chão.
      Uma cidade destruída aos gritos! Deus tem uma forma toda peculiar de agir, você não acha? Com certeza, Josué deve ter ficado exultante. Não houve batalha e nenhum soldado de Israel pereceu. Que grande vitória.
      Talvez necessitemos aprender uma lição desta história. Quando deixamos Deus resolver as dificuldades de nosso dia-a-dia, Ele o fará talvez de maneira que mal esperamos, ou usando métodos não convencionais.               Mas o que isso importa? Assim como Josué e seu povo venceram naquele grandioso dia, você também vencerá.
      E isso é suficiente, não é?

Fernando Beier

terça-feira, 14 de agosto de 2012

As aparências enganam...

Exemplos Heróicos



Quando no futuro os filhos perguntarem aos pais o que estas pedras querem dizer, vocês explicarão que o povo de Israel atravessou o rio Jordão em terra seca. Josué 4:21,22.

      Na época do Antigo Testamento, a tradição oral era muito importante. Ou seja, o pai contava ao filho as histórias dos ancestrais e suas vitórias, gravando na mente e no coração o dever para com o Deus Criador.
Seu pai ou sua mãe tem lhe contado histórias sobre os heróis do passado? Você tem buscado ler na Bíblia e nos livros sobre como eles se relacionavam com Deus?
      Conta-se que o missionário escocês na Índia, Alexandre Duff, regressou para a Escócia depois de anos de trabalho. Em uma reunião em sua igreja, ele pregava e apelava aos seus conterrâneos para que se apresentassem para dar prosseguimento ao seu trabalho missionário na Índia. Porém, ninguém atendia ao seu apelo.
      Em seu fervor, Duff desmaiou e foi levado para fora da igreja. O médico que o atendeu examinava seu coração quando, de repente, ele abriu os olhos, dizendo:
      – Eu preciso voltar ao púlpito. Preciso continuar o apelo.
      – Fique calmo – aconselhou o médico. – O seu coração está muito fraco.
      Mas o velho missionário não se conformou. Voltou correndo ao púlpito e continuou falando:
      – Quando a rainha Vitória convidou voluntários, centenas de jovens se apresentaram. Mas quando o rei Jesus chama, ninguém quer atender. Será que a Escócia não tem mais filhos para atender ao apelo que vem da Índia?
      Ele esperou um pouco em silêncio e disse:
      – Muito bem. Se a Escócia não tem mais jovens para enviar à Índia, eu mesmo irei novamente, para que o povo dali saiba que pelo menos um escocês ainda se preocupa com eles.
      Quando Duff deixou o púlpito, o silêncio foi quebrado por uma multidão de jovens que se apresentaram:
      – Eu vou! Eu vou! Eu vou!
      Espero sinceramente que você tenha o desejo de também servir a Deus.

Fernando Beier

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Descoberta arqueológica pode confirmar história Bíblica





















Uma pequena pedra encontrada em Israel pode ser a primeira evidência arqueológica da história de Sansão, o fortão mais famoso da Bíblia. Com menos de uma polegada de diâmetro, a gravura esculpida mostra um homem com cabelos longos lutando contra um grande animal com rabo de felino. A pedra foi encontrada em Tell Beit Shemesh, nos montes hebreus próximos a Jerusalém, e data aproximadamente do século XI antes de Cristo. Biblicamente falando, nessa época, os judeus eram conduzidos por líderes conhecidos como juízes, e Sansão era um deles. A pedra foi encontrada em um local próximo ao rio Sorek (que marcava a antiga fronteira entre o território dos israelitas e o dos filisteus), o que sugere que a gravura poderia representar a figura bíblica.

Sansão, um personagem do Antigo Testamento que se tornou lenda [sic], tinha uma força sobrenatural dada por Deus para vencer os inimigos. A força, que Sansão descobriu ao encontrar um leão e matá-lo com as próprias mãos, vinha de seu cabelo. Sansão, que matou mil filisteus armado apenas com uma mandíbula de asno, foi seduzido por Dalila, uma filisteia que vivia no vale de Sorek. Ela cortou os longos cabelos de Sansão, o que fez com que ele perdesse a força e fosse aprisionado pelos filisteus, que o cegaram e o obrigaram a trabalhar moendo grãos em Gaza.

De acordo com o Livro dos Juízes, Sansão retomou sua força e derrubou o templo de Dagon sobre ele mesmo e muitos filisteus, “assim foram mais os que matou ao morrer, do que os que matara em vida”.

Apesar da evidência circunstancial, os diretores da escavação, Shlomo Bunimovitz e Zvi Lederman, da Universidade de Tel Aviv, não afirmam que a imagem da gravura represente o Sansão bíblico. É mais provável que a gravura conte a história de um herói que lutou contra um leão . “A relação entre a gravura e o texto bíblico foi feita por acaso” [!], anunciou o jornal israelense Haaretz.

Os arqueólogos também encontraram um grande número de ossos de porco próximo a Sorek, mas só no território filisteu. No território israelita, não acharam quase nenhum, o que sugere que os israelitas teriam optado por não comer carne de porco para se diferenciarem dos filisteus.

“Esses detalhes dão um ar lendário ao processo social, no qual dois grupos hostis delimitaram suas diferentes identidades, assim como acontece em muitas fronteiras, hoje em dia”, disse Bunimovitz a Haaretz.

Fonte: Criacionismo.com

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Conhecimento biológico atual esconde-se na ideologia




“Mais importante de tudo, todavia, a presença de tais corolários suscita a preocupação de que muito do conhecimento biológico atual é ideológico. Um sintoma chave de pensamento ideológico é a explicação de que não tem implicações e não pode ser testado. Eu chamo a esses becos lógicos sem saída de antiteorias porque eles têm exatamente o efeito oposto de teorias verdadeiras: eles impedem o pensamento em vez de estimulá-lo. A evolução por seleção natural, por exemplo, que Charles Darwin concebeu originalmente como uma grande teoria, tem funcionado ultimamente como uma antiteoria, invocada para encobrir falhas experimentais embaraçosas e legitimar descobertas que são, na melhor das hipóteses, questionáveis, e, na pior, nem mesmo erradas” 

Robert B. Laughlin, PhD

Laughlin recebeu o Prêmio Nobel em Física, em 1998.