segunda-feira, 25 de junho de 2012

Sem Medo dos Gigantes


Vamos atacar agora e conquistar a terra deles; nós somos fortes e vamos conseguir isso! Números 13:30.

     O povo de Israel estava bem perto de entrar na terra prometida por Deus. Moisés, então, enviou doze espias para fazer o reconhecimento do lugar. Esses homens ficaram por lá quarenta dias, e na volta trouxeram muitas frutas para provar que a região era muito boa e fértil.
     Só que também trouxeram o desânimo. Disseram a todo o povo que os habitantes daquela terra eram gigantes e muito poderosos. Nunca seria possível vencê-los. Foi o suficiente para que o desencanto tomasse conta de todos.
     Nesse momento se levantou o corajoso Calebe, que era um dos doze espias, e disse que apesar dos gigantes, Deus estaria com eles e certamente alcançariam seu objetivo naquele lugar.
     A atitude corajosa de uma pessoa pode inspirar um grupo inteiro. Entretanto, o mesmo pode acontecer com a falta de coragem. No caso de Calebe, era a sua voz contra a dos demais espias.
     Sir Ernest Shackleton (1874-1922) foi um explorador inglês que, por volta de 1900, preparou uma expedição para chegar ao Pólo Sul. Colocou nos jornais de Londres um anúncio interessante: “Procuro homens para uma viagem arriscada. Salário baixo, frio enregelante, longos meses de completa escuridão, perigo constante, retorno duvidoso. Honra e reconhecimento em caso de sucesso.”
     De fato, a expedição de Shackleton não chegou a alcançar o Pólo Sul, mas muitos aceitaram o desafio. Aquela geração do povo de Israel não entrou na terra prometida, porque muitos não tiveram a coragem de Calebe.
     A pessoa corajosa não é a que jamais tem medo. O próprio Jesus sentiu medo diante da angústia da cruz. Coragem é enfrentar o desafio tendo em vista um nobre resultado. Não se esqueça de que Calebe foi um dos poucos que entraram na terra da promessa. Vale a pena seguir seu exemplo.

Fernando Beier

sexta-feira, 22 de junho de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Importância da Figura Paterna




Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença em nossa vida. Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego.”

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

O fato de essas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10 mil participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar. Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.

Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.

E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem ser resolvidos com amor de pai. E quer coisa mais gostosa?

Fonte: Hypescience

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Guia Seguro



"Você conhece o deserto e sabe onde podemos acampar; você poderia ser o nosso guia". Números 10:31.

Luís Jolliet e Jacques Marquette estavam prontos para entrar nas canoas à margem do Lago Michigan. Tinham missões diferentes. Luís era o enviado do governo canadense para descobrir um determinado rio que os índios da região chamavam de Mississippi.
Marquette, por sua vez, foi enviado para visitar os índios ao longo do percurso e ensiná-los acerca do amor de Deus. Usava batina e carregava uma cruz de ouro nas mãos.
Viajando pelo norte do lago, Jolliet e Marquette chegaram à embocadura do rio Fox. Ali ficava a aldeia dos pacíficos índios Mascoutens.
Ao encontrar o chefe da tribo, Jolliet disse:
– Estamos procurando um grande e poderoso rio chamado Mississippi. Vocês podem nos ajudar?
– Sim – respondeu o chefe. – Enviaremos guias para mostrar-lhes o caminho.
Com tal ajuda, não foi difícil achar o caminho até o rio.
– Nós o encontramos! – gritou Jolliet. – Encontramos o grande Mississippi.
Sem a ajuda daqueles guias, Jolliet e Marquette poderiam levar meses ou até anos para alcançar seu objetivo.
Moisés sabia da importância de um guia no meio do deserto. Por isso, pediu ajuda a Hobabe, que bondosamente aceitou a missão de guiar o povo de Israel.
Hoje, milhares de pessoas necessitam de um guia que os leve até a água da vida que é Jesus. São pessoas que não conseguem encontrar o caminho por si mesmas. Gente perdida em meio ao mundo do crime, das drogas ou da miséria. Talvez você até tenha amigos nessa situação.
Quem sabe você possa ser um guia como Hobabe e levar muitas pessoas ao encontro da paz e alegria?

Fernando Beier

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Bancada evangélica: exemplo ruim.


Bancada religiosa: a mais ausente, inexpressiva e processada
Dados do Transparência Brasil indicam que:
1) Da bancada evangélica, todos os deputados que a compõe respondem processos judiciais;
2) 95% da referida bancada estão entre os mais faltosos;
3) 87% da referida bancada estão entre os mais inexpressivos do DIAP;
4) Na última década não houve um só projeto de expressão, ou capaz de mudar a realidade do país, encabeçado por um parlamentar evangélico.

Comentário: Eis um prato cheio para os céticos e críticos do Cristianismo. Mais uma vez me sinto envergonhado e triste. (F. Beier)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quase metade dos americanos são criacionistas




Quase metade dos americanos acredita que Deus criou os humanos em sua forma atual há menos de 10.000 anos, informa uma pesquisa do instituto Gallup, divulgada pela rede CNN na última sexta-feira. O levantamento indicou que 46% dos entrevistados rejeitam a teoria da evolução e adotam uma visão criacionista do mundo. A segunda crença mais comum é a de uma evolução humana direcionada por Deus, com 32%. A visão defendida pela teoria de Charles Darwin, e aceita pela maior parte da comunidade científica, de que os humanos evoluíram sem intervenção divina ao longo de milhões de anos ficou em terceiro lugar, com apenas 15%. O número de pessoas nos EUA que creem em uma visão bíblica da origem humana mudou pouco nos últimos trinta anos, quando o instituto começou a questionar os americanos sobre o tema. Em 1982, 44% das pessoas eram criacionistas, um número dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais da pesquisa.


Fonte: Exame

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Por Que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus?

   

Sinopse: O debate entre cristãos e ateus sempre teve como campo de batalha mais áspero o ambiente científico. Neste espaço dedicado à ciência e ao conhecimento, os fundamentalistas estão atacando. E, desta vez, não são os religiosos cristãos, mas os novos ateístas, que propagam o ateísmo como religião, com cânones, dogmas, líderes ungidos (Richard Dawkins é considerado um papa), normas de conduta e proselitismo.
Para dar aos cristãos embasamento científico suficiente para refutar os argumentos falaciosos com os quais os ateístas tentam esconder o fervor religioso e a parcialidade que nutrem contra as religiões, em especial a cristã, John C. Lennox escreveu este livro. Nele, o autor expõe como os ícones do movimento ateísta falham crassamente ao rejeitar o que mais alardeam: o debate honesto e racional sobre espiritualidade, fé e religião. 


Comentário: Muitos dos neoateístas tem colocado os cristãos dentro do bloco dos irracionais e ignorantes. E a arma que eles usam é a ciência. Mas o autor não precisou ir muito longe para desmascarar a falácia de seus discursos. Entrando no campo dos limites da ciência, da biologia natural, do design intencional e a teoria da evolução, Lennox demonstra como o críticos da crença em Deus se baseiam também em crenças, muitas delas fundamentadas em autoridade pseudocientífica e misticismo intelectual. O autor não utiliza argumentos que não sejam os que a própria ciência e a razão oferecem. O resultado é extremamente revelador.

Nota: 8