sexta-feira, 23 de março de 2012

Novas fotos do TITANIC

Abril deste ano será o centenário do naufrágio do Titanic. A revista National Geographic publica matéria com novas fotos do navio no fundo do mar.

titanic

Titanic

Titanic


Titanic

Fonte: Yahoo.com.br

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vergonha para o Cristianismo



          Uma reportagem deste último domingo no programa dominical da rede Record expôs algo triste, sobretudo para o Cristianismo. Professos líderes evangélicos se degladiando nas telas midiáticas por motivos no mínimo vergonhosos. Sinto-me desgostoso e envergonhado.
          Nas últimas semanas, outros líderes evangélicos também foram notícia na mídia (revista Veja) por causa de atos suspeitos, envolvendo política, poder e dinheiro. Aliás, dinheiro parece ser o combustível que move essa gente.
          Corrupção e desonestidade existe em quase todas as áreas de atuação humana, mas tal coisa entre os cristãos revela o quão longe estamos do ideal ensinado por Jesus Cristo. Ele afirmou que devemos ser "o sal da terra e a luz do mundo". Como se pode ver, estes supostos cristãos (ou evangélicos, como alguns preferem ser chamados) estão fazendo exatamente o oposto.
          A Bíblia nos ensina que pior do que o incrédulo, é aquele que faz outros tropeçarem por seu exemplo tortuoso e falso. Deus tenha misericórdia de tais pessoas.
          Quanto vergonha para o Cristianismo...

Fernando Beier
       

quarta-feira, 14 de março de 2012

Artistas de Deus




Moisés chamou Bezalel, Aoliabe e todos os outros homens a quem o Senhor tinha dado habilidade. Êxodo 36:2.

Bezalel, da tribo de Judá, e Aoliabe, da tribo de Dã, receberam dons especiais de Deus. A Bíblia diz que “Deus o[s] encheu com o Seu Espírito e lhe[s] deu inteligência, competência e habilidade para fazer todo tipo de trabalho artístico; para fazer desenhos e trabalhar em ouro, prata e bronze; para lapidar e montar pedras preciosas; para entalhar madeira; e para fazer todo tipo de artesanato” (Êxodo 35:31-33). Eram artistas plásticos completos. Deveriam usar seus talentos para construir o Santuário.
Deus dá muitos dons aos homens. Alguns usam seus dons para Deus e para o bem dos outros. Outros usam para si mesmos e para o mal.
Conta-se que o pai de Miguel Ângelo vivia revoltado com a própria vida. Era um nobre em plena decadência, o que o deixava sempre irritado e zangado com os cinco filhos. Desejava que todos seguissem a carreira do comércio, garantindo assim um bom futuro financeiro. Miguel, porém, dizia que queria ser pintor. Isso não irritava só seu pai, mas também os irmãos. Quando algum deles o via desenhando ou copiando alguma figura, gritava:
– Largue essa coisa sem valor! Você não vê que isso não dá dinheiro?
– Mas dá glória – respondia o menino.
– Que glória, que nada! Quem governa a cidade é um duque e não um pintor.
Ainda bem que Miguel Ângelo não desistiu de seu dom. Imagine o que a humanidade teria perdido, se ele não se tivesse tornado um pintor. Os lindos painéis e as maravilhosas criações não existiriam para o deleite de milhões de pessoas.
Talvez você também sinta que possui um dom especial. Não desista dele e use-o para honrar a Deus.

Fernando Beier

segunda-feira, 12 de março de 2012

Coca-Cola pode causar câncer?


Um grupo americano de defesa do consumidor afirmou que os refrigerantes normais e diet da Coca-Cola e da Pepsi contêm uma substância que pode causar câncer em quantidade acima do normal. Em um comunicado público, o Center for Science in the Public Interest (CSPI – Centro para a Ciência a Favor do Interesse Público, em tradução livre) afirmou que análises químicas detectaram a presença de altos níveis de 4-metilimidazol (4-MEI), um produto usado para dar a cor “caramelo” aos refrigerantes. O CSPI coletou amostras de Coca-Cola, Pepsi e outras marcas populares nos Estados Unidos em lojas na capital do país, Washington, e arredores. Foram encontradas de 145 a 153 microgramas (1 micrograma é a milionésima parte do grama) de 4-MEI em duas latas de 350 mililitros de Pepsi; 142 e 146 microgramas em duas latas de Coca-Cola; e 103 e 113 em duas latas de Diet Coke.

Segundo a lei do estado da Califórnia, produtos que contenham quantias de 4-MI acima de 29 microgramas precisam ser identificados com um rótulo avisando que podem aumentar o risco de câncer. 

“Quando a maioria das pessoas lê ‘corante caramelo’ nos rótulos dos alimentos, acha que se trata de um ingrediente similar ao obtido ao derreter açúcar em uma panela”, afirmou Michael Jacobson, diretor executivo da CSPI. “Mas a realidade é bem diferente. Corantes feitos com amônia ou pelo processo de sulfito de amônia contêm substâncias que podem causar câncer e não fazem parte da cadeia alimentar. Sob nenhuma circunstância poderiam ter um nome inocente como ‘corante caramelo’.” 

Em uma petição enviada à FDA (agência americana que controla os remédios e alimentos), a CSPI requereu a mudança do nome do ingrediente para “corante caramelo quimicamente modificado” ou “corante caramelo por processo de sulfito de amônia”. Também pediu que nenhum produto seja chamado de “natural” se contiver qualquer tipo de corante caramelo.

Jacobson vai além e defende o fim do uso do corante, já que outros produtos obtêm a mesma cor marrom sem usar o 4-MEI, inclusive refrigerantes. “A Coca-Cola e a Pepsi, com a anuência da FDA, estão expondo desnecessariamente milhões de americanos a uma substância que causa câncer.”

Segundo a CSPI, as pessoas em maior risco são homens na casa dos 20 anos, por consumirem grandes quantias de bebidas com corante caramelo e porque jovens são mais suscetíveis a produtos carcinogênicos que as pessoas mais velhas. [...]

Por via das dúvidas, a Pepsi disse à CSPI que vai alterar a quantidade de corante caramelo nos refrigerantes vendidos na Califórnia e que pretende estender a medida para o resto dos EUA. Em entrevista a um blog da Rádio Pública Nacional, a porta-voz da Coca-Cola disse que as mudanças para se adequar à lei da Califórnia já foram iniciadas, mas que os produtos da empresa sempre foram seguros.

Fonte: Veja

terça-feira, 6 de março de 2012

Ele Viu a Deus




"Nunca mais apareceu em Israel um profeta como Moisés, com quem o Senhor falava face a face". Deuteronômio 34:10.

Que homem de fé e coragem foi Moisés! Travou uma “queda de braço” com o maior imperador da Terra, o Faraó, e venceu. Conduzir mais de um milhão de pessoas pelo deserto, não é para qualquer um. Mas não podemos nos esquecer de um detalhe muito importante: Deus estava com ele. E também era Deus quem fazia as coisas acontecerem.
Moisés conversava muito com Deus, e isso resultou numa intimidade muito grande entre os dois. Muitas vezes, depois de um diálogo com Deus, ele tinha que cobrir o rosto com um véu para que os outros pudessem olhar para ele, tal era a glória que trazia consigo.
Não foi fácil lidar com os israelitas. Eram ingratos, brigões e reclamavam de tudo. Deus até pensou em deixá-los morrer no deserto. Mas Moisés intercedeu por eles, e tudo acabou bem.
Porém, havia momentos em que o próprio Moisés se sentia irado e cansado. Nessas ocasiões, ele buscava mais ainda a companhia de Deus. Foi em um dia desses que ele pediu que Deus o deixasse vê-Lo inteiramente (nós temos uma grande dificuldade em aceitar aquilo que não vemos ou tocamos).
Deus bondosamente explicou para Seu filho querido que nenhum mortal conseguiria olhar para Ele e continuar vivo. Deus possui um poder que nós não entendemos. Entretanto, em Sua misericórdia e amor, Ele resolveu deixar que Moisés O visse pelas costas. Mesmo assim, teve que colocar Sua mão no rosto do velho patriarca, para que ele sobrevivesse.
Creio que esse foi o dia mais emocionante da vida de Moisés. Foi o mais perto que um ser humano aqui na Terra chegou do Deus do Universo. Não que Deus amasse mais a Moisés do que os demais, mas foi porque Moisés amou mais a Deus do que os outros.
Logo, Deus voltaria a falar com os homens face a face. Mas, para isso, Ele teve que Se tornar homem também. Jesus ensinou em Sua vida, aqui na Terra, que ainda é possível conversar com Deus como fez Moisés. Isso não é maravilhoso?

Fernando Beier

sexta-feira, 2 de março de 2012

Confissões do médico que fundou a liga Pró-Aborto


Mais uma vez Reinaldo Azevedo escreve um texto que merece atenção:

A confissão do médico que fundou a liga pró-aborto nos EUA: eles mentiram sobre o número de abortos, o número de mortes e as pesquisas. E atacavam de forma deliberada os cristãos. Era uma tática para ganhar a opinião pública

Vocês sabem que eu não sou do tipo que “esquece” determinados temas. Há leitores que reclamam um pouco disso. Lamento por estes. Considero “não esquecer” uma virtude. Já demonstrei aqui a escandalosa mentira sobre o número de mulheres mortas em decorrência de abortos clandestinos: ONGs e lobbies em favor da descriminação do aborto falam em 200 mil vítimas. Eleonora Menicucci, ministra das Mulheres, foi à ONU ser “sabatinada” (sinto vergonha até de escrever isso) e engoliu o número como verdadeiro. Faz sentido. Ela, como militante pró-aborto, ajudou a fabricá-lo. O próprio ministro da Saúde admite que esse número deve ser, no mínimo, dividido POR CEM! Também é estúpida a suposição de que se fazem um milhão de abortos por ano no país.
Abortistas exibem esses números fantasiosos e acusam de “fundamentalismo religioso” todos aqueles que ousam contestar suas mentiras, como se apenas os crentes se opusessem à prática, o que é falso. Ocorre, meus queridos, que trabalhar com números falsos e demonizar as igrejas são atitudes que integram uma atuação de caráter político, militante.
Abaixo, reproduzo trecho de uma conferência do médico americano Bernard N. Nathanson, proferida no Colégio Médico de Madri. Nathanson morreu no dia 21 de fevereiro de 2011, aos 85 anos. Foi um dos fundadores da Associação Nacional para a Revogação das Leis de Aborto, militante ativo da causa. Ginecologista e obstetra, confessou ter realizado mais de 5 mil abortos. Converteu-se, depois, em defensor incondicional da vida. A íntegra de seu texto está aqui. Peço que vocês prestem atenção às táticas às quais Nathanson admite ter recorrido para ganhar a opinião pública e a imprensa. Vejam se isso lhes lembra alguma coisa. Os entretítulos são meus. Volto depois.
É preciso trabalhar com números mentirososÉ uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade.
É preciso ganhar os meios de comunicação e a universidadeNós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda.
É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
É preciso apresentar pesquisas falsasOutra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram “atrasados”, se uniam aos “avançados”.
Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como qualquer outra pessoa lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.
É preciso satanizar os cristãosUma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de “etiqueta católica”. Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os “maus”. Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento antiabortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem, como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser clara.
(…)
Voltei
Já debati o mérito da questão trocentas vezes, e todos sabem o que penso. O que me interessa neste post é a exposição de uma tática para ganhar a opinião pública. É legítimo que as pessoas se organizem para tentar convencer a sociedade a fazer isso ou aquilo, respeitados direitos fundamentais. Mas mentir não é legítimo. A mentira é coisa de vigaristas.
Querem defender o aborto como legítimo, em nome disso ou daquilo? Cada um que vá à luta segundo as suas convicções. Faço o mesmo. Multiplicar por 100 o número de mulheres que morrem em decorrência de abortos de risco não é defesa legítima de um ponto de vista; é picaretagem. Restringir as críticas à descriminação ou legalização às igrejas é só uma farsa persecutória duplamente qualificada:
a) em primeiro lugar, é mentirosa, porque há pessoas que se opõem à legalização do aborto e são atéias ou agnósticas;
b) em segundo lugar e não menos importante, os crentes têm o mesmo direito de opinar dos não-crentes; constituem, aliás, a maioria das sociedades. Isso não lhes confere, na democracia, o direito de calar a minoria, mas também não confere à minoria o direito de cassar a voz majoritária.
Por que os abortistas precisam mentir? Sua escolha não pode conviver com a verdade? Acharão eles que a mentira é virtuosa quando concorre para a sua tese? É assim que se criam os facínoras: eles costumam mentir em nome da virtude, do bem, do belo e do justo. Ou alguém já viu algum tirano admitir: “Sou mesmo um um tirano, um ser detestável”? Tenho a certeza de que Hitler, Stálin e Mao Tse-Tung tinham a melhor impressão de si mesmos… Estavam certamente convictos de que agiam para garantir à humanidade um futuro glorioso.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: veja.com