sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Papa reúne religiosos e ateus















O atual Papa, Bento 16, realizou ontem um culto ecumênico com representantes de 300 religiões e ateus. É a primeira vez em que pessoas que não acreditam na existência de Deus participam das cerimônias. O objetivo foi promover um dia de reflexão e fé, segundo o Vaticano. É o 25º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz, que começou com o papa João Paulo II, em 1986. O papa fez um sermão, na Basílica de Santa Maria dos Anjos, e em seguida, houve a participação dos representantes de várias religiões e dos ateus. O Vaticano organizou ainda um almoço. 
Pois é, tudo indica que uma das prioridades do papado é manter a hegemonia religiosa sobre o cristianismo e as demais religiões. Será que um dia todos vão se ajoelhar diante da liderança papal?

Fernando Beier

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

População do Mundo chega a 7 Bilhões



A população mundial vai atingir a marca de 7 bilhões de pessoas na próxima segunda-feira (31), de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), que usou estimativas de demografia e selecionou a data de forma simbólica para debater o tema e discutir ideias de crescimento e sustentabilidade. O número será alcançado apenas 12 anos depois de um bebê nascido em Sarajevo ter sido nomeado pela ONU como o 6ª bilionésima pessoa a nascer, e 24 anos depois de o 5º bilionésimo ter nascido na Bósnia. Segundo o Departamento do Censo dos Estados Unidos, entretanto, o dado das Nações Unidas é precoce, e a população mundial é de “apenas” 6,97 bilhões no fim de outubro. A marca de 7 bilhões, segundo o dado dos demógrafos americanos, chegaria apenas em abril do próximo ano.

(G1 Notícias)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

John Wesley - Uma Vida Longa em Poucas Palavras






Por Christian History & Biography

A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.


John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.
O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.
Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.
Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então seu verdadeiro trabalho começou.


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dia das Crianças: Uma Reflexão Espiritual

          


“Senhor dos céus, se olhar para o meu sofrimento e responder a minha oração dando-me um filho, então eu darei esse filho de volta ao Senhor”. I Samuel 1:11 (Viva)

          Poucas coisas são mais esperadas na vida de um casal do que o nascimento de um filho. As crianças são como as flores de um jardim cuidadosamente cultivado.  Não era diferente na vida de Elcana e Ana. Este casal, segundo o relato bíblico, tinha um casamento sólido, mas sofriam com a impossibilidade de gravidez de Ana.
          Para Ana, a situação era especialmente torturante. Naquela época, a importância da mulher estava diretamente ligada a sua fertilidade. Mas o pior era vivenciar o sonho da maternidade frustrado mês após mês. Seu casamento apresentava uma rachadura de infelicidade. Então ela tomou uma decisão: colocaria a situação na mão de Deus. Foi ao templo e orou.
          Quantas vezes enfrentamos dificuldades ou decepções que provam nosso otimismo na vida e nossa fé em Deus? Em muitas dessas situações, tentamos resolver as coisas do nosso jeito. Não demora muito para percebermos quão limitado é nosso controle sobre os detalhes da vida. Para alguém sem crença ou fé num Poder superior, isto pode ser frustrante, e até mesmo desesperador. Mas para alguém que crê na direção da Deus em sua vida, como lidar com isso? A Bíblia nos orienta a buscar na fé e na esperança a força para prosseguir. Pode ser que não tenhamos as respostas imediatas para todas as perguntas, mas isso não significa que Deus não está completamente interessado em nossos problemas. Pelo contrário. A Bíblia afirma que até o número de fios de cabelo em nossa cabeça Ele conhece. Ele sabe tudo sobre nós. Ele conhece tudo sobre você. Da próxima vez que uma dificuldade aparentemente sem solução aparecer em sua vida, faça como Ana. Ajoelhe e converse com seu Criador. Ele certamente lhe ajudará.
          Ana orou e decidiu que, não importasse qual fosse a situação futura, com filho ou sem filho, ela honraria a Deus com sua vida. Mas Deus já estava trabalhando por ela, e a gravidez por fim aconteceu. E depois do nascimento do menino, ela não se esqueceu de seus votos de fidelidade ao Senhor. Ainda menino, Samuel foi levado ao Templo, para servir ao Deus de seu povo.
          Não há nada que mais almejamos para nossos filhos que sua felicidade. Mas também sabemos que não há felicidade alguma longe dos caminhos de Deus. Por isso devemos, desde cedo, colocar nossos filhos nas mãos do Senhor. Nenhum pai ou mãe deve se esquecer, entretanto, que Deus vai trabalhar em união conosco. O que Deus fará por nossos filhos será um acréscimo àquilo que nós estamos fazendo por eles. As crianças formam seu caráter nos primeiros anos de vida, e os pais deveriam levar bastante a sério tal questão. As crianças recebem tudo como uma grande página em branco. A maneira como falamos com elas, nossa entonação de voz, os gestos de carinho ou ausência deles, as verdades ou mentiras que contamos, a maneira como encaramos a religião e o mundo, tudo está sendo registrado na alma infantil. Um pai ou uma mãe podem em grande medida, alimentar ou destruir a autoestima de seu filho. Alguma vez você disse ao seu filho que o colocou na mão de Deus como o fez Ana? Ele sabe que você ora por ele todos os dias?
          Tudo indica que desde cedo, Ana inculcou na mente de Samuel que ele pertencia ao Senhor e que deveria servi-lo. No momento certo, o pequeno Samuel não teve dificuldades em aceitar o chamado Divino.
          A infância de Samuel foi dentro do Templo do Senhor. Isso moldou sua vida e o futuro ministério como profeta de Deus. Quanto tempo seu filho passa dentro da igreja? Podemos achar que aquilo que acontece dentro da igreja não afeta muito a mente infantil, mas não é bem assim. O mesmo Espírito Santo que atua na mente e coração dos adultos, o faz sobre as crianças. O mesmo chamado que o Espírito faz para nós, faz também para elas. É desejo de Deus salvar as crianças das garras do pecado tanto quanto a mim e a você. Jesus sabia o quanto as crianças podem ser influenciadas para o bem ou para o mal. A Bíblia diz que um dia ele fez um convite para elas: “Deixai vir a Mim os pequeninos”. Ele estava apelando para seus corações infantis, e afirmando que elas também podem ser súditas do Reino do Céu.
          Não deveríamos perder a oportunidade de trazer nossos filhos à igreja. O ideal seria que elas aprendessem pelo nosso exemplo a importância de adorar a Deus em Seu Santo Templo. Pais que aparecem uma vez por semana na igreja não podem esperar que um dia seus filhos alcancem patamar superior. Pais que costumeiramente tem uma desculpa para não estar na igreja estão ensinando seus filhos a fazer o mesmo um dia.
            O esforço de hoje na educação espiritual de nossos filhos fará a diferença de amanhã. Muitas vezes fui procurado por mães que relatam do sofrimento de ver seus filhos afastados dos caminhos de Deus. Histórias de tristeza e solidão. 
          Veja: não estou dizendo que há garantias de que nossos filhos estando na igreja hoje não saírão amanhã. Mas uma coisa é certa: se não estiverem hoje, certamente não estarão no futuro.
          Quando seguirmos o exemplo de Ana quanto aos nossos filhos, dedicando suas vidas a Deus e ensinando-os no serviço do Mestre, Deus os chamará um dia para algo maior, e certamente eles terão a resposta pronta, como pequeno Samuel: “Fala, Senhor, que o Teu servo ouve.”
         Conta-se que por volta da meia-noite de nove de fevereiro de 1709, um incêndio teve início na casa de Samuel Wesley. O grito de alarme foi dado por uma garota de doze anos, despertada com as faíscas que lhe caíam aos pés.
          O fogo já havia bloqueado quase todas as entradas quando Samuel entrou no quarto em que dormiam as crianças e tirou-as pela janela. Suzana Wesley conseguiu escapar em meio às chamas, mas seu rosto e mãos ficaram queimados.
          Já estavam todos fora da casa em chamas, quando sentiram a falta de João Wesley, de apenas cinco anos. O pai, quando avisado sobre o fato, tentou várias vezes entrar na casa, mas teve que retroceder diante da fúria do fogo. Ajoelhando-se, então, rogou a Deus pela vida do filho. Nesse mesmo instante, o pequeno João acordou e correu até a janela. Logo o avistaram e correram para salvá-lo.
          Não havia tempo de buscar uma escada. Um homem subiu sobre os ombros de outro e retiraram o menino momentos antes de o teto em brasas ruir, seguido de um grande estrondo.
          Quando entregaram o pequeno João nos braços do pai, ele disse:
          – Deus me deu de volta meus oito filhos. Embora a casa esteja queimada, sou bastante rico.
          João Wesley se tornou um grande servo de Cristo, levando muitas pessoas a se entregarem a Jesus, sem reservas. Embaixo de um de seus retratos, mandou gravar uma casa tomada pelas chamas, com a seguinte inscrição: “Não é este um tição tirado do fogo?”.
          João Wesley também afirmou certa vez: “Deus não faz nada que não seja em resposta à oração.”
          Com certeza, Ana sabia disso, pois orou e entregou seu filho nas mãos de Deus. Você pode hoje fazer o mesmo.

Fernando Beier

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pastor é condenado à morte no Irã






















Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo – ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos – e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto – que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos – aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…



O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” – renunciou ao islamismo –, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes – a segunda aconteceu hoje [28/9]. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.

Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes – a sharia proíbe sua manifestação em diversos países.

Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.

Reinaldo Azevedo

Fonte: Veja

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A Bíblia Para o Mundo Todo



Por Carlos Fernandes
Campanha do Último Idioma pretende iniciar a tradução das Sagradas Escrituras para todas as línguas até 2025.
Desde a Septuagintatradução da Torá hebraica para o grego,realizada por volta do 3º século antes de Cristo, nenhum outrolivro foi tão traduzidopublicado e disponibilizado à humanidadequanto a BíbliaAo longo da História, a Palavra de Deus  foitraduzida, no todo ou em partepara línguas faladas em todas as latitudes da Terra. De idiomas globaiscomo o inglês e o espanhol, a dialetos falados por pequenas tribos com não mais de algumascentenas de indivíduos, as Sagradas Escrituras estão hojeacessíveis a mais de 90% da humanidadenuma linguagem quepodem entender. No entantoainda  muito por fazerEstima-seem cerca de 4 mil as línguas e dialetos hoje existentes em que não sequer um livro da Bíblia traduzidoFazer a Palavra de Deuschegar aos falantes desses idiomas – quase 350 milhões de pessoas– é um desafio fundamental para que se cumpram as profecias bíblicas que condicionam o segundo advento de Cristo àdisseminação do Evangelho por toda a Terra.
primeiro passo  foi dado. Lançada em 2008, a Campanha doÚltimo Idioma – Visão 2025 pretende queaté aquele anotenhamsido iniciados trabalhos de tradução bíblica em cada uma daslínguas em que ela ainda é inédita. O esforço, orçado em mais de US$ 1 bilhão (cerca de 1,8 bilhões de reais) é capitaneado pela Aliança Global Wycliffe, entidade internacional de tradução daBíblia que congrega mais de 100 organizações em todo o mundo (ver quadro). Uma de suas parceiras na empreitada é a Sociedade Internacional de Linguística (SIL), tradicional organização cristã fundada em 1934 e que  realizou investigações científicas acerca de 2,6 mil línguas. E, passado três anos do início dessa mobilização, fica claro que não se trata de uma missão impossível. De acordo com Paul Edwards, diretor executivo da campanha, muitos passos foram dados nesta direção. “Estamos no nosso melhor ano de todos em número de traduções  iniciadas”, garante. “Deus irá nos fornecer pessoas capacitadas e recursos para, finalmente, terminar esse esforço de mais de 2 mil anos.”
Os números recentes alimentam o otimismo. Em 1999, a própria Wycliffe fez uma estimativa segundo a qual seriam necessárioscerca de 150 anos até que a última tradução fosse iniciada. Apenas dez anos depois, quinhentas traduções  estavam em andamento, a um ritmo médio de setenta e cinco novos idiomas por ano. E a tendência é o aumento gradativo na produtividade e abrangência do trabalho. Edwards credita o avanço às modernas tecnologias e a novas abordagens para a tradução da Bíblia, mesmo que paraidiomas que não possuem forma escrita – as chamadas línguaságrafas, como as faladas pelos indígenas brasileiros (ver quadro na seção CH Informa, na página 7 desta edição). Softwares de última geração permitem que os tradutores consigam analisar com precisão as particularidades de cada idioma, facilitando o trabalho de elaboração escrita. Além disso, a tecnologia representou o fim do penoso trabalho com papel e caneta, feito muitas vezes em regiões remotas, que necessitavam de transporte físico até centros maisavançados para, só aí, serem catalogados. Agora, um estudioso queesteja embrenhado na selva pode enviar textos para análise etradução a partir de laptops, com comunicação via satélite. “É extraordinário esse ganho de tempo”, entusiasma-se Edwards.