segunda-feira, 31 de maio de 2010

Lembrança do Mundo Antigo

Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes,

Outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,

o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,

a menina pisou a relva para pegar um pássaro,

o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era tranqüilo em redor de Clara.

As crianças olhavam para o céu: não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.

Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim, pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!




Carlos Drummond de Andrade

Sentimento do Mundo, p. 69 (Editora Record)

Find Your Way - ACAPPELLA


Comentário: O mais novo disco do grupo cristão americano, capitaneado pelo lendário Keith Lancaster, é um trabalho intenso. Voltando ao antigo estilo que tornou o quarteto famoso (o grupo começou na década de 80), os agora cinco componentes cantam faixas descontraídas, mas com ricas mensagens espirituais. Destaque para a participação de George Pendergrass, um dos cantores mais queridos que passaram pela trupe durante os anos 90. (F.Beier)



Nota: 9

Saudável Aos 100 Anos

Autor: John Robbins
 Editora: Fontana
 Ano: 2009


Sinopse: O explorador John Robbins viajou aos quatro cantos do mundo para conhecer culturas que só tinham uma coisa em comum - uma grande proporção de centenários esbanjando saúde, energia e bom humor. 'Saudável aos 100 anos' reúne pesquisas científicas para que o leitor tente chegar à terceira idade com sabedoria e vitalidade.

Comentário: O autor fez algo interessante: viajou o mundo em busca de povos que morrem depois dos 100 anos. Do exemplo destas pessoas ele tira suas conclusões para a intrigante pergunta: Por que algumas pessoas chegam a maturidade da vida com alegria e saúde, enquanto outras perdem o humor e a vitalidade com o passar dos anos? Parece que em algumas regiões do mundo, algumas pessoas já sabiam coisas que hoje a ciência está comprovando, e que chegar aos 100 anos não é impossível. Leitura Indispensável para quem gosta do tema da saúde. (F.Beier)

Nota: 8

sábado, 29 de maio de 2010

O Amor é Imutável

O amor é uno. O amor é imutável. Pois o amor ama ser puro. O amor sempre visa a beleza absoluta do objeto contemplado. Onde a beleza é incompleta, e o amor não pode amar na medida da sua capacidade, ele ocupa-se em tornar mais belo seu objeto para poder amar mais. Esforça-se para obter a perfeição até que ele mesmo possa ser aperfeiçoado -- não em si mesmo, mas no objeto. Como foi o amor que no início criou a humanidade, até o amor humano, na proporção da sua divindade, continuar criando o belo para seu próprio extravasamento. Nada há de eterno a não ser aquilo que ama e pode ser amado, e o amor é uma eterna escada em busca da consumação, quando assim será o universo, impecável, imperecível, divino.



George MacDonald

A Biblioteca de C. S. Lewis, p. 18 (Editora Mundo Cristão)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jesus em Mangá


Diretamente das páginas do livro mais vendido do mundo... vem a história mais grandiosa que já se ouviu... sobre o homem mais polêmico que já existiu sobre a face da Terra... e que aqui é contada no formato gráfico mais genial do planeta.


O estilo mangá nasceu no Japão. Lá, a palavra mangá quer dizer apenas “gibi”. Mas, fora daquele país, o conceito de mangá está vinculado ao desenho característico dos gibis japoneses, um estilo que ganhou popularidade fenomenal e se espalhou pelo mundo afora.

Comentário: Para quem é fã de gibi, mas encontra poucas opções razoáveis de leitura nesta área, eis uma oportunidade única. O estilo Mangá torna o desenho bastante interessante. É como ver a história de Jesus sobre uma nova roupagem. Sem dúvida, a união da arte com a maior história que já foi contada. (F. Beier)


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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Festival Literário da Mantiqueira

Iniciada em 2004 e logo transformada em êxito de público, a Festa Literária Internacional de Paraty provou que há no país uma demanda por eventos ligados às letras. Agora, um dos mais interessantes seguidores da Flip chega à terceira edição. O Festival da Mantiqueira — Diálogos com a Literatura agita de sexta (28) a domingo (30) a pequenina São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos localizado a 138 quilômetros de São Paulo e conhecido por suas belas montanhas e cachoeiras.

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501 Grandes Escritores


Autor/Editor: Julian Patrick
Editora: Sextante
 Ano: 2009

Sinopse: O livro reúne os maiores nomes da literatura mundial, desde Homero aos nossos contemporâneos, passando por todos os movimentos e estilos. Esta coletânea indispensável a qualquer biblioteca oferece uma avaliação crítica do conjunto da obra de cada autor e explica por que eles merecem ser lidos ainda hoje. Apresentados em ordem cronológica, os 501 autores formam um painel do desenvolvimento da literatura ao longo de mais de dois milênios de história. Ricamente ilustrados por fotos, desenhos, pinturas e capas, os artigos constituem uma leitura envolvente e informativa.


Comentário: Para os apaixonados pela literatura, o livro é jornada obrigatória. A avaliação de cada autor é bem resumida, mas indispensável para não cansar o leitor, já que estamos falando da história de mais de 500 escritores. Algumas das fotos são históricas e permitem vislumbres adicionais sobre os grandes mestres da escrita. O melhor ficou para o final, com uma seção sobre os grandes escritores brasileiros. Com suas 640 páginas, vale quanto pesa. (F.Beier)


Nota: 9

The Secret of Life

Deus e o Mundo Contemporâneo

Para muitos contemporâneos, Deus reduziu-se a uma nobre abstração, uma tendência histórica, um objetivo evolutivo; transformou-se numa concepção rarefeita, útil para organizar a paz mundial -- algo bom como uma idéia. Mas não a Palavra que se fez carne, que morreu por nós e ressuscitou dentre os mortos. Não uma personalidade pela qual o homem pode sentir amor. E não certamente, o eterno amante que tomou a iniciativa de apaixonar-se por nós.
Pensar em Deus como um amante que busca seu amor é razão de escândalo? Então o cristianismo escandaliza [...] A escolha que se nos apresenta hoje é simplesmente a mesma de sempre: saber se devemos ser deste mundo ou de outro mundo; se devemos viver num egoísmo sem amor ou viver para amar a Deus.



Joy Davidman

A Biblioteca de C. S. Lewis, p. 20 (Editora Mundo Cristão)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Feridos Em Nome de Deus



Autor: Marília de Camargo Cesar
Editora: Mundo Cristão
 Ano: 2008


Sinopse: Quando a fé se deixa manipular, pessoas viram presas fáceis de toda sorte de abuso. A confiança autêntica e sincera em Deus é gradualmente substituída pela submissão acrítica aos desmandos de lideranças despreparadas. Carentes de acolhimento são habilmente capturados pela manipulação emocional de líderes medíocres de plantão e ambos seguem de braços dados experimentando religiosidade fútil e meritória, barganhando a todo momento com Deus.
Por ser uma religiosidade descaracterizada da adoração sincera, mais cedo ou mais tarde o castelo de cartas desmorona deixando feridas abertas pelo caminho. É esta relação doentia que a jornalista Marília Camargo desvenda em seu primeiro livro. Uma reportagem que avança pelos meandros da igreja evangélica brasileira liderada em boa medida por pessoas embevecidas pelo próprio poder de manipular e escravizar aqueles pelos quais Cristo morreu.


Comentário: Quando iniciei a leitura logo percebi que tinha um livro raro em mãos. Ninguém deseja falar de seus próprios defeitos, mas a autora fugiu deste medo e expôs a realidade nua e cruel na vida diária de muitas igrejas evangélicas. Os abusos perpetuados por líderes sem preparo, arrogantes ou loucamente cheios de si (e não do Espírito), abrem feridas por vezes difíceis de curar. Não que os membros das igrejas não tenham sua parcela de culpa, afinal, quando existe confiança cega ou imposta em determinado líder, o risco de frustração aumenta. Acima de tudo, a leitura da obra orienta o crente do perigo de deixar a Palavra de Deus em segundo plano na vida. (F. Beier)

Nota: 8

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Jesus é Uma Marca de Consumo?

A evangelização na era do consumo tem muito do discurso do marketing – mas a Igreja não pode oferecer o Evangelho como bem de consumo
“O problema é quando procuramos definir a Igreja como um todo a partir de apenas um de seus aspectos – ou seja, tratando-a como um mercado que tem produtos a serem vendidos”
A marca Jesus é uma das mais conhecidas e rentáveis do mundo. O nome do Filho de Deus acompanha a humanidade há dois milênios, resistiu a toda sorte de crises – da opressão romana no início da Era Cristã ao comunismo, das trevas da Idade Média ao ateísmo filosófico do século 19 – e é a razão da fé de pelo menos 2 bilhões de pessoas. Seus ensinos e as frases que disse em seu ministério terreno – como o genial “Dai a César o que é de César” ou o inquietante “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra” – fazem parte dos mais diversos cases de marketing. Mas são justamente as estratégias empregadas na propagação do Evangelho que têm causado mais controvérsia. Esta é a questão que se levanta quando pesamos os métodos de evangelismo público por parte de igrejas marcadas pela cultura ocidental, saturadas pelo marketing. Ora, qualquer secundarista sabe que marketing pode ser definido como todas as atividades que ajudam empreendedores a identificar e moldar o desejo de seu alvo, os consumidores – e, então, satisfaze-los mais do que seus competidores o fazem. Isso geralmente envolve pesquisas de mercado, análise das necessidades do cliente, e, então, decisões estratégicas sobre design de produtos, preços, promoções, propaganda e distribuição.

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sábado, 22 de maio de 2010

Idade das Trevas?

Mas a Igreja cristã foi a última vida da velha sociedade e foi também a primeira vida da sociedade nova. Ele reuniu as pessoas que estavam se esquecendo de como se faz um arco e lhes ensinou como inventar um arco gótico. Numa palavra, a coisa mais absurda que se poderia dizer da Igreja é aquilo que ouvimos dizer dela. Como podemos dizer que a Igreja nos deseja levar de volta para a Idade das Trevas? A Igreja foi a única instituição que nos trouxe para fora desse período.


G. K. Chesterton

Ortodoxia, p. 243 (Editora Mundo Cristão) 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Um Lugar de Esperança

Por Fernando Beier


“Desde que ouvi falar da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor que demonstram para com todos os santos, não deixo de dar graças por vocês”. Efésios 1:15 e 16. NVI



Era noite de sexta-feira e resolvi ler um pouco antes de dormir. Era um livro de histórias. Uma delas me chama a atenção. Conta da dedicação de uma enfermeira a uma paciente com aneurisma cerebral. Esta mulher enferma era incapaz de sentir dor e alheia a tudo o que se passava ao seu redor. Ninguém no hospital demonstrava a mínima atenção por ela, a não ser aquela enfermeira, que conversava com a paciente muda, cantava para ela, e chegou até mesmo a presenteá-la com algumas lembrancinhas.

Ao terminar de ler, tocado pelo relato, fiquei a me perguntar: isto é mesmo possível? As pessoas são capazes de amar sem querer nada em troca?

Foi quando me veio a lembrança algo que aconteceu em minha igreja na semana anterior.

Era o culto jovem. Alguns membros convidados de uma igreja da periferia paulistana realizavam a programação. Perto do encerramento, o conjunto musical se posicionou para a última canção. Enquanto observava sua locomoção até a plataforma (eu estava sentado no penúltimo banco), fiquei pensando na disposição daquela gente. Estavam conosco desde a manhã. Possivelmente, acordaram de madrugada para poder chegar a tempo em nossa igreja. Animados, conduziram toda a programação matinal. Almoçamos todos juntos num salão apertado junto à cozinha de nossa igreja. Apesar da falta de espaço e da fila enorme para pegar a comida, não lembro de ter visto ninguém de cara amarrada. Todos eles deixaram o conforto de seu lar para nos trazer um pouco de sua alegria e motivação.

Agora, estavam todos ali, sorridentes para o hino final. A melodia começa e soa tocante. Foi quando meus olhos se fixaram em uma senhora de cabelos brancos. Não sei como explicar isso, mas, de alguma forma, sentia que ela cantava com toda a força do coração. Logo pude observar lágrimas escorrendo em sua face. Ela cantava, sorria e chorava. Ela está sentindo dor ou alegria? Seu coração está triste por algum problema ou é simplesmente gratidão?

Alguns membros do coral também notaram a comoção daquela senhora e então, eu pude contemplar lágrimas em lugares diferentes do palco. Mesmo sem saber ao certo o que existia dentro de cada coração, eu também sou contagiado pela emoção.

Então acontece algo inesperado. Uma mulher na platéia se levanta em meio à música, caminha em direção àquela senhora, coloca-se ao seu lado, dando-lhe um abraço e sussurra algo em seu ouvido. Aquele ato desencadeia um efeito dominó e, uma a uma, as pessoas que estavam sentadas se levantam e escolhem alguém do coral para abraçar. Noto que até os mais tímidos dirigem-se ao palco com uma atitude desembaraçada. Os bancos ficam vazios e apenas um bloco de pessoas se forma junto ao púlpito. Posteriormente, alguém disse que tinha o formato de um coração. Por que não?

Sou chamado para fazer a oração de despedida. Enquanto me dirijo até o microfone, penso por um instante nos defeitos que a igreja possui. Me pergunto se aquelas pessoas fariam o mesmo depois de viverem juntas por alguns meses. Mas que importância isso tem agora? A cena que eu presenciava eclipsava qualquer outra coisa. Naquele momento, num vislumbre da graça, me senti perto do céu. Talvez não fosse algo tão fantástico como a história da enfermeira, contudo, eu percebi uma realidade confortadora – apesar dos obstáculos, estávamos no caminho certo.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ajuda Divina


“Até aqui nos ajudou o Senhor”. I Samuel 7:12.


Quando o Titanic afundou em sua viagem inaugural, o oceano Atlântico tornou-se a sepultura de mais de 1500 pessoas. Foi uma das maiores tragédias náuticas do século 20.

Aqueles que se salvaram avistavam horrorizados os milhares de corpos espalhados pelo mar. Eles mesmos não sabiam se seriam salvos ou morreriam congelados.

Num dos botes, um dos náufragos perguntou: “Vocês não acham que deveríamos rezar?”. E começou a perguntar qual era a religião de cada um. Um era metodista, outro era católico, outro presbiteriano e assim por diante. Mas como achar uma oração que pudesse ser proferida de coração por todos?

Depois de alguns minutos de indecisão, a oração do Pai Nosso foi escolhida e todos rezaram em coro. Perdidos na imensidão do oceano, sem luz e num barco frágil, aquelas pessoas repetiam em voz alta: “Pai nosso... seja feita a tua vontade... perdoa as nossas dívidas... livra-nos do mal... porque teu é o poder... para sempre, amém”.

“Como se os céus estivessem abertos, a oração foi ouvida por Deus e algum tempo depois estávamos salvos” escreveu G. H. Bride, um dos sobreviventes da famosa tragédia.

Muitas pessoas perecem todos os dias em nosso triste mundo, afogadas em meio ao mar das lutas e aflições. Aquilo que muitas vezes traz segurança --- dinheiro, luxo ou poder --- pode “afundar” de uma hora para outra. Sem dúvida nenhuma, o maior iceberg a nossa frente é o pecado.

Jesus é a rocha da salvação. Ele é o único que tem poder para nos salvar do poder do pecado. Quando você achar que sua vida vai naufragar, agarre-se a Ele. Nosso Mestre nunca permitirá que você afunde no mar da vida.



Fernando Beier

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Deus e o Futuro

Não sabemos o que nos tornaremos, mas pode ter certeza que seremos mais, e não menos, do que fomos na terra. Nossas experiências naturais (sensoriais, emocionais e imaginativas) são como um esboço, como traços pincelados num papel liso. Se eles desaparecem na nova vida, sumirão da mesma forma que uma pincelada desaparece diante de uma paisagem de verdade. Não como a chama de uma vela que é apagada, mas como a chama de uma vela que se torna invísivel porque alguém levantou as cortinas, abriu as venezianas e deixou entrar o clarão da luz do sol.


C. S. Lewis

Um Ano Com C. S. Lewis, p. 163 (Editora Ultimato) 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Bíblia, Revista VEJA e a Riqueza

Eu leio a revista Veja a muitos anos e sempre admirei suas virtudes, em especial a elegância editorial. Mas nem mesmo a principal revista do país está isenta de equívocos. Eles acontecem e, infelizmente, são mais abundantes quando o assunto em questão é a religião.

Foi o que aconteceu novamente na edição desta semana, na página chamada Carta ao Leitor. Fazendo uma introdução ao tema da capa, sobre a produção de riqueza no Brasil e os novos milionários do pedaço, o texto começa evocando um verso bíblico: "É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino do céu". Segundo o periódico, o texto escrito pelo evangelista Marcos condena o ricos, colocando sobre os que desejam enriquecer uma culpa desmerecida.

Para começar, o texto Bíblico do evangelista Marcos (10.25) foi escrito sim, por ele, mas é sempre bom lembrar que as palavras saíram dos lábios de Jesus. E o Mestre nunca colocou nenhuma culpa sobre os ricos ou o acúmulo de riqueza. O problema todo, segundo Jesus, estava em o indivíduo fazer da riqueza o seu deus.

Dando a entender mais uma vez que a religião cristã é sinônimo de atraso intelectual, a revista Veja comete o deslize de esquecer o quanto o cristianismo é responsável pela busca livre da riqueza. Suas próprias páginas já ponderaram sobre o assunto e a influência dos escritos de Max Weber, em sua clássica obra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Trata-se de mais um caso em que os pontos negativos da história do cristianismo generalizam as opiniões. Se em alguns momentos da história o cristianismo contribuiu para o empobrecimento e ignorância de nações inteiras, foi por causa política e de busca de poder, não por correta interpretação da Bíblia.

A Bíblia não é contra os ricos, nem contra a riqueza. O perigo para cristãos e não-cristãos é o apego material em detrimento dos valores universais (que tem clara inspiração Bíblica) como: valor a vida, a propriedade, a liberdade.

Fernando Beier

sábado, 15 de maio de 2010

Mãos Poderosas


Foi pela fé que Abrão, quando Deus o quis pôr à prova, ofereceu o seu filho Isaque em sacrifício. Hebreus 11:17.

Deus prometeu para Abraão que ele teria um filho, mesmo sua esposa sendo estéril. O menino nasceu, de fato. Foi chamado de Isaque. Que alegria para o coração do velho patriarca!

O garoto cresceu e atingiu a adolescência. Então, Deus apareceu a Abraão e lhe pediu algo terrível: deveria sacrificar seu filho em holocausto.

O desespero tomou conta do velho patriarca. Como Deus podia lhe pedir algo assim? Primeiro, prometeu-lhe um filho, e depois pedia para sacrificá-lo! E Sara? Como explicar isso para uma mãe?

Todavia, Abraão havia aprendido a confiar em Deus. Pensou nos motivos que levariam Deus a pedir a morte de Isaque, e chegou à conclusão de que mesmo que seu filho morresse, Deus poderia ressuscitá-lo. Que homem de fé!

Na verdade, Deus queria ensinar uma lição muito maior para Abraão. Queria que ele entendesse um pouco da grandeza do sacrifício feito pelo infinito Deus ao oferecer Seu Filho Jesus para a redenção do homem. Na cruz do Calvário, Deus provou Seu amor pelo homem.

Porém, existe uma diferença fundamental entre o sacrifício do filho de Abraão e o do Filho de Deus. No momento em que Isaque seria morto, os anjos intervieram, não permitindo que o ato se consumasse. No Gólgota, os anjos não puderam fazer a mesma coisa. O próprio Deus escondeu o rosto, para não contemplar o sofrimento de Seu Filho.

Deus nunca vai pedir para nós o que pediu para Abraão. Entretanto, muitas dificuldades nos sobrevêm para desenvolvermos nossa confiança nEle. Talvez você esteja passando por uma prova agora. Lembre-se de que as mãos invisíveis que impediram a morte de Isaque são as mesmas que podem protegê-lo onde você estiver.


Fernando Beier

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Deus e Seu Caráter

"Deus é amor" (I João 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo - todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos.

A Palavra de Deus revela o Seu caráter. Ele mesmo proclamou Seu infinito amor e misericórdia. Quando Moisés orou: "Rogo-Te que me mostres a Tua glória", o Senhor respondeu: "Eu farei passar toda a Minha bondade por diante de ti." Êxo. 33:18 e 19. Essa é a Sua glória. Ele passou diante de Moisés, e proclamou: "Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado" (Êxo. 34:6 e 7), Ele é "longânimo e grande em benignidade" (Jon. 4:2), "porque tem prazer na benignidade" (Miq. 7:18). Deus ligou a Si nosso coração por inúmeras provas no Céu e na Terra. Pelas obras da natureza, e os mais profundos e ternos laços terrestres que pode imaginar o coração humano, procurou Ele revelar-Se a nós. No entanto, estas coisas só muito imperfeitamente representam o Seu amor.

A Arte e a Bíblia

Autor: Francis Schaeffer
Editora: Ultimato
Ano: 2010


Sinopse: Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus. A Arte e a Bíblia é uma obra fundamental para cristãos atuantes no mundo das artes. Neste clássico, Schaeffer examina o registro escritural da utilização de várias formas artísticas e estabelece uma perspectiva cristã sobre a arte. Com clareza e vigor, ele explica por que "o cristão é alguém cuja imaginação deve voar além das estrelas".


Comentário: Adorar a arte é um erro, produzi-la, não" Eis um resumo do pensamento de Francis Schaeffer (1912-1984) sobre a arte na vida humana. Ele sabia que o asssunto é polêmico, pois até hoje muitos cristãos não sabem bem como reagir diante de uma produção artística. Mas o tema necessita de reflexão. Deus criou a arte, e a criatividade foi oferecida aos sere humanos como um presente. Como lidar com tudo isso? Schaeffer oferece pistas e preciosas idéias para quem deseja se aprofundar no tema. (F.Beier)

Nota: 8

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Diálogo Surpreendente

“O que lhe disse, porém, a resposta Divina?” Romanos 11:4.



Estamos acostumados a ouvir que Jesus Cristo é a resposta para os anseios do coração humano. Muitas pessoas perguntam se isso realmente é verdade. Que tal se Jesus respondesse algumas perguntas do homem moderno? Então, imagine o seguinte diálogo:


Homem moderno: Onde está a verdade?

Jesus: “Eu sou a verdade”. (João 14:6).

Homem: E que caminho devemos seguir?

Jesus: “Eu sou o caminho”. (João 14:6).

Homem: De onde viemos?

Jesus: “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem”. (Gênesis 1:27).

Homem: Qual o propósito de estarmos aqui?

Jesus: “A fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste”. (João 17:21).

Homem: Para onde vamos?

Jesus: “Voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também”. (João 14:3).

Homem: O que nos reserva o futuro?

Jesus: “Vem à hora em que todos os que se acham no túmulo ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”. (João 5:28 e 29).

Homem: Como terei tal certeza?

Jesus: “Quem ouve as Minhas palavras e crê nAquele que Me enviou tem a vida eterna, não entrará em juízo, mas passou da morte para a vida”. (João 5:24).

Homem: Que faço agora?

Jesus: “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”. (Marcos 16:16).


Fernando Beier

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Escolha Existencial


Talvez a paz e o consolo para a dor possam ser atingidos através do aprendizado da renúncia ao desejo, ambição, possessividade e orgulho. Ou talvez, segundo Nietzche, o que ele chamou de solução "busdista" é na verdade uma negação da vida, e deve-se lutar pela liberdade. beleza e vontade do poder. Haverá diferentes soluções para as questões da vida, cada uma delas refletindo a escolha existêncial que fazemos para nós mesmos. Mas não são questões científicas, e a reflexão não ocorre por meio de medidas e experimentos. Estamos numa área diferente da observação e do experimento, uma área mais pessoal, de maior envolvimento, mais passional e subjetiva. Entretanto, essa é a área mais importante de cada vida humana. Essa é a área do coração e da vontade. Esta é a área - não uma área de observação científica ou da hipótese intelectual - em que palavras sobre "Deus" se comovem, sejam apaixonadamente aceitas ou rejeitadas.

Keith Ward

Deus, Um Guia Para os Perplexos, p. 249 (Editora DIFEL).

terça-feira, 11 de maio de 2010

A Ciência Descobre Deus



Autor: Ariel A. Roth
Editora: CPB
Ano: 2010

Sinopse: Será que um Designer criou nosso universo, ou ele evoluiu de maneira espontânea? Pode a ciência ser objetiva e, ao mesmo tempo, admitir a possibilidade de que Deus existe? Isso faz diferença? Em face de tanta evidência que parece exigir um Deus para explicar o que vemos na natureza, por que a comunidade científica permanece em silêncio sobre o Criador? Deus existe? Essa pergunta não vai simplesmente desaparecer, e a própria ciência está oferecendo a resposta.


Comentário: Numa época em que Ciência e Religião parecem viver as turras, alguns corajosos intelectuais e cientistas apontam para uma certeza: existe evidências suficientes que Deus existe e que Ele usa a própria ciência para defini-Lo. Ariel Roth (doutor em Zoologia) é um deles. Para mim -- principalmente depois de ler este livro -- a intricada organização do universo, a precisão das forças da física e a sofisticação do corpo humano apresentam pistas mais que suficientes para levar tanto cientistas como religiosos a andarem de mãos unidas. Uma leitura obrigatória para aqueles que desejam compreender melhor a ciência e suas implicações sobre a pergunta básica: Deus existe? (F. Beier)


Nota: 9

Onde Está a Verdade?

Nossa cultura pós-moderna apresenta uma série de idéias sobre a verdade. Ela ensina que a verdade e a moralidade são relativas, que não existe essa coisa de verdade absoluta. Para a elite intelectual que domina as nossas universidades e os principais meios de cominicação, essas idéias são consideradas sábias e progressistas, embora todos compreendamos intuitivamente que existe uma verdade absoluta e, mais importante, que todos conduzimos nossa vida baseados nesse reconhecimento.

Se você encontrar um desses gênios, tão certos de que a verdade é um constructo social definido pelos poderosos para que continuem no poder, pergunte se ele estaria disposto a testar sua teoria pulando do topo do edifício mais alto da vizinhança. Você também poderá fazer perguntas sobre a lei da não-contradição. Pergunte se ele acredita que duas coisas contraditórias podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Se ele tiver a desonestidade intelectual de dizer "sim", então pergunte sobre quão seguro está de que a verdade absoluta não existe. Estaria ele absolutamente certo?

David Limbaugh

No Prefácio do livro Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu, p. 8 (Editora Vida).

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fidelidade a Deus... Por Que?

Por Fernando Beier


“Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se eu não tiver amor serei como bronze que soa ou como o címbalo que retine”. I Cor. 13:1.


O que leva alguém a ser fiel a outro? Esta pergunta pode encontrar muitas respostas, mas no que diz respeito à fidelidade do ser humano a Deus, a Bíblia apresenta apenas uma. E se trata de uma resposta nada fácil de assimilar.

São pouquíssimas as coisas que realizamos na vida sem ter nosso interesse diretamente envolvido. Em tudo esperamos receber alguma espécie de beneficio, seja ele um prazer direto, uma gota anabolizante na estima própria ou simplesmente ganhar uns pontinhos para com o sentimento alheio.

Mas que benefício podemos obter em sermos fiéis a Deus e Sua Palavra? Certa garotinha perguntou para a mamãe:

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Oração


" Pai Celestial,

Não queremos que nossos pecados estejam contra nós,
e sim queremos nós estar contra os nossos pecados.
De maneira que cada pensamento que tenhamos de Ti,
quando estes se despertam em nossa alma,
seja capaz de recordarnos não dos desvios nos quais
temos estados extraviados e perdidos, mas do caminho de misericórdia no qual nos encontraste e nos salvaste por Tua Graça. "

Soren Kierkegaard

Orações na Dor e na Alegria, p. 40 (Certeza Editorial)

Sobre Poesia

Soneto a Quatro Mãos


Tudo de amor que existe em mim foi dado.

Tudo que fala em mim de amor foi dito.

Do nada em mim o amor fez o infinito.

Que por muito tornou-me escravizado.





Tão pródigo de amor fiquei coitado

Tão fácil para amar fiquei proscrito.

Cada voto que fiz ergueu-se em grito.

Contra o meu próprio dar demasiado.





Tenho dado de amor mais que coubesse

Nesse meu pobre coração humano

Desse eterno amor meu antes não desse.





Pois se por tanto dar me fiz engano

Melhor fora que desse e recebesse

Para viver da vida o amor sem dano.



Paulo Mendes Campos & Vinícius de Moraes
Livro de Sonetos, p. 82 (Editora Companhia das Letras)






Ateísmo e o Pensamento Lógico

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Habita Em Mim - ALESSANDRA SAMADELLO

Comentário: Portando uma das vozes mais incriveis da música cristã no Brasil, Alessandra Samadello lança seu mais novo trabalho. Suas principais características estão ali: voz marcante, interpretações únicas, arranjos bem trabalhados. Sempre tive a convicção que as canções interpretadas por uma artista com tão grande dom poderiam tocar corações, e o que tudo indica, tal objetivo continuará a ser atingido. (F.Beier)




Nota: 8,5

Altruísmo ou Egoísmo?



A medida definitiva do homem não é onde ele se coloca em momentos de conforto e conveniência, mas onde ele se posta em ocasiões de desafio e controvérsia. O verdadeiro semelhante arriscará sua posição, seu prestígio e até mesmo sua vida pelo bem-estar dos outros. Em vales perigosos e trilhas arriscadas, ele elevará uma irmão machucado e exausto a uma vida superior e mais nobre.

Todo homem tem de decidir se caminhará à luz do altruísmo criativo ou na escuridão do egoísmo destrutivo. Este é o julgamento a fazer. A questão mais persistente e urgente na vida é: o que você está fazendo pelos outros?



Martin Luther King
As Palavras de Martin L. King, p. 25 e 31 (Editora Zahar)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Verdadeira Virtude


“O amor não pratica o mal contra o próximo”. Romanos 13:10.

Certo homem muito rico tinha três filhos. Temendo que eles se desviassem por causa da herança que lhes aguardava, resolveu distribuir seus bens antes de morrer. Porém, havia um diamante que era a relíquia da família. O pai chamou os filhos e disse:
--- Quero que vocês três façam uma viagem pelo mundo. Depois de três meses, aquele que tiver praticado a mais bela ação, receberá o diamante.
Quando terminou o prazo proposto, os três rapazes voltaram. O mais velho dirigiu-se ao pai, dizendo:
--- Encontrei em minha jornada um estrangeiro doente que me confiou um saco cheio de moedas de ouro. Poderia muito bem ficar com tudo para mim, mas devolvi intacto para a viúva do homem.
--- Muito bem meu filho, fizeste o que um homem honrado deve fazer. Aquele que rouba bens alheios não é um homem verdadeiro.
O segundo filho declarou:
--- Caminhava a beira de um lago quando uma criança escorregou e caiu nele. Se eu não a tivesse socorrido, teria morrido. Fiquei feliz em salvá-la.
--- Meu filho, tua coragem merece o mais alto elogio. Você seguiu a lição de Cristo, socorrendo o teu semelhante.
O terceiro tomou a palavra:
--- Uma noite, encontrei meu inimigo dormindo na beirada da ponte, prestes a cair sobre o rio. Tomei-o em meus braços e o levei a um lugar seguro.
O pai abraçou o filho e disse:
--- Meu filho, o diamante é seu. Retribuir o mal com o bem, ajudar o próprio inimigo, isso é a mais alta virtude. Parabéns!

Deus Existe

Autor: Antony Flew
Editora: Ediouro
 Ano: 2008

Sinopse: Considerado o principal filósofo dos últimos cem anos, Antony Flew passou mais de cinqüenta defendendo o ateísmo. No entanto, ao continuar investigando o tema, ele reviu seus conceitos. Em 'Deus existe', Flew trata de suas origens e crenças iniciais e de como e por que passou a acreditar em um Deus. E, mesmo baseado em evidências científicas, ele o faz de modo que é impossível não refletirmos a respeito de nossos próprios conceitos.

Comentário: Por que um dos maiores ateus do século 20 decide, no fim da vida, voltar atrás e afirmar que Deus existe? A pergunta nos leva inevitavelmente a ler o livro em questão. Quem gosta da filosofia e seus métodos, com certeza não ficará decepcionado. Para aqueles que pregam o ateísmo, as idéias apresentadas pelo autor representarão um enorme desafio. Para os crentes, um oportunidade imperdível de relacionar a fé com a razão. De qualquer maneira, Flew (que faleceu em 2009) ensina o leitor que na busca da verdade, devemos estar preparados para ir aonde as ideáis nos levarem. (F.Beier)

Nota: 9,5


Ateísmo Matemático


Fonte: Google

terça-feira, 4 de maio de 2010

Religião e Razão



Caso se devesse apenas fazer coisas com certeza, nada deveria ser feito pela religião, uma vez que ela não oferece certeza. No entanto, quantas coisas se fazem na incerteza: viagens marítimas, batalhas! Digo, assim, que não se deveria fazer absolutamente nada, porque nada é certo; e que há mais certeza na religião dom que em vermos o dia de amanhã; pois não é certo que vejamos o amanhã, mas é certamente possível que não o vejamos. Não se pode dizer o mesmo da religião. Não é certo que exista; mas quem se atreverá a dizer que é certamente possível que não exista? Ora, quando se trabalha para o amanhã, e o incerto, age-se com razão; pois devemos trabalhar para o incerto.



Blaise Pascal
Pensamentos, p. 95 (Editora Nova Cultural)

O Livro dos livros



“Buscai no livro do Senhor e lede”. Isaías 34:16.

Desembarcou nas ilhas Fiji um jornalista ateu que gostava de criticar a Bíblia. Encontrou-se com uma tribo de nativos convertidos ao cristianismo, e começou a zombar das Escrituras, orgulhando-se de ser incrédulo. Um nativo ouviu suas considerações e depois lhe disse:

-- O senhor está vendo aquele forno? Se não fosse esse Livro que nos ensinou amar ao próximo, talvez a estas horas o senhor já estaria sendo assado ali.

Você Consegue Perdoar?

por Fernando Beier


“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete”. Mateus 18:21 e 22.


Na manhã de 19 de abril de 1995, uma caminhonete estacionou com dois mil quilos de explosivos na garagem de um edifício do governo federal americano, na cidade de Oklahoma. Minutos depois, a terrível explosão derrubou metade do prédio, matou 168 pessoas e feriu mais de 700. Foi o segundo maior atentado terrorista da história americana.