sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Recomeço possível...

















        
          "Possivelmente, uma variedade de sentimentos invadia o coração de Jesus cada vez que ele se aproximava de Jerusalém. Além de ser o centro festivo da religião judaica, com suas festas ao redor do Templo, seria lá que Ele haveria de ser julgado, condenado e morto. A emoção para Ele certamente não era pequena.

          "Apesar de ter passado toda a sua infância em Nazaré, seus pais o carregavam junto de si toda vez que resolviam participar de alguma cerimônia religiosa na capital. Na verdade, Jesus aprendeu desde cedo o respeito que todo judeu tinha por aquela cidade antiga e misteriosa. A exemplo da maioria de seus conterrâneos, Ele foi apresentado no Templo depois do nascimento. E ano após ano, lá estava Ele, acompanhado de seus familiares para a festa da Páscoa.

          "Em especial, Jesus aproveitava as festas em Jerusalém para demonstrar Seu apreço pelas ordenanças da Torá. Mas não só isso. Desde que iniciara sua missão, aproveitava toda oportunidade de apresentar seus ensinos e falar do Reino. Oportunidade que trazia consigo muitas bênçãos, mas também certos riscos...

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Cristãos perseguidos

 


       









          A população estimada de cristãos na China é de 97 milhões, dos quais apenas alguns milhares são ex-muçulmanos e algumas centenas são ex-budistas (em sua maioria tibetanos). Apesar de ser a minoria, são esses os grupos cristãos mais perseguidos na China. Além das restrições religiosas, também são discriminados pela própria família e comunidade. Estatísticas oficiais mostram que há cerca de 6,4 milhões de tibetanos e mais de 20 milhões de muçulmanos no país. Longe dos grandes centros urbanos da região costeira, a maioria dos cristãos ex-muçulmanos e ex-budistas vive em áreas remotas. Além disso, são comunidades que têm a própria língua e muitos deles não falam mandarim, que é a língua mais comum na China. Daí a necessidade de material nas línguas dessas minorias, como uigur, cazaque e tibetano.
          Ao receber a Bíblia em sua própria língua, um cristão ex-muçulmano a abraçou junto ao peito e disse: “Muito obrigado! Há quanto tempo eu sonho ter uma Bíblia”. Seus olhos brilhavam como se estivesse diante de um tesouro. Depois soubemos que ele deu a Bíblia a um amigo que estava interessado em lê-la. Patrick*, um ex-muçulmanos líder da igreja, diz: “Precisamos de tantas Bíblias quanto possível na nossa própria língua. Nós não sabemos onde encontrá-las, então tragam quantas vocês puderem. Os irmãos e irmãs precisam delas!”. Além de Bíblias, é necessário também ter o evangelho em áudio e vídeo, já que muitos desses irmãos são analfabetos.
        Apesar de rígido controle, existe um material sendo produzido nas línguas minoritárias
A Portas Abertas fez uma parceira com alguns grupos internacionais para traduzir o Velho Testamento para o tibetano, o que é um grande projeto de longo prazo. Para testar a qualidade do Velho Testamento, pretendemos publicar alguns livros no prazo de um ou dois anos. O Novo Testamento em áudio nos três maiores dialetos tibetanos (Kham, Amdo e Lhasa) também está sendo desenvolvido. Traduzir a Bíblia para essas línguas requer recursos espirituais e financeiros, bem como um bom planejamento sobre como levar as Bíblias de modo seguro.
          Desde o começo desse ano, o controle e as restrições foram reforçados em Xinjiang (uma região autônoma no noroeste da China, onde vivem muitos grupos minoritários). Policiais fortemente armados vigiam cada rua dia e noite com o objetivo de controlar possíveis atividades extremistas muçulmanas. Revistar bolsas e até celulares é uma prática comum em áreas públicas, como shoppings e cinemas. Nesse contexto, a distribuição de material cristão é muito arriscada, pois poderia ser facilmente descoberta. Apesar dos desafios, a Portas Abertas apoia nossos irmãos com material contextualizado em sua própria língua, treinamento de liderança e discipulado, visando fortalecê-los nesse ambiente de perseguição.


Fonte: portasabertas.com



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O valor que temos







Portanto, não tenham medo, pois vocês valem mais do que muitos passarinhos. Mateus 10:31.

       Aconteceu por volta de 1890, na Inglaterra. Um rico capitão trabalhava cuidando de sua frota de navios. Sua vida consistia em manter-se informado através dos jornais. Precisava saber da meteorologia e das guerras, pois seus navios ficavam expostos a essas atividades. Para ele, seus navios eram mais preciosos que tudo o mais.

       Quando atingiu a idade de sessenta anos, ele resolveu vender os navios por cerca de seis milhões de dólares. Milionário e aposentado, pensava em gozar a vida sem a luta de cada dia. Seria feliz e abastado. Contudo, a felicidade não veio. Os dias lhe pareciam negros e sem graça. Não queria mais ler as notícias dos jornais e nada lhe trazia prazer. Então, tomou uma decisão: iria afogar-se.

       Numa manhã fria e cinzenta, ele caminhou até uma das pontes sobre o rio Tâmisa, planejando saltar dali. Quando estava subindo na grade para pular, avistou um homem pobre, com roupas surradas, agachado ali perto.

       – O que você faz aqui? – perguntou ele ao aproximar-se.

       – Ó, senhor, não se importe comigo. Vim aqui para me afogar, pois não tenho dinheiro e minha família será despejada hoje.

       O capitão sentiu-se impelido a ajudar. Tirou a carteira do bolso, mostrou-a ao homem e lhe disse:

       – Vou ajudá-lo.

       – Ó, senhor, obrigado! Deus o abençoe.

       Acompanhando o pobre homem até seu lar, ele pagou o aluguel atrasado e comprou alimento para a família faminta. Até mesmo brincou um pouco com as crianças.

Ao voltar para casa naquela noite, o capitão sentia uma felicidade que havia tempo lhe fora embora. Havia descoberto que, assim como o homem na ponte e sua família lhe pareceram de muito valor, ele também era muito precioso para Deus.

       Sim, temos um valor imenso para Deus. Amá-Lo em retribuição, bem como as pessoas ao nosso redor, não me parece que é pedir demais. Na verdade, nossa felicidade e utilidade neste mundo dependem muito desta realidade.




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Qual o antídoto para a crise espiritual?



Jesus Cristo é o único que pode dar sentido à nossa vida, e eu sei disso por que experimentei por mim mesmo. Mas a vida cristã não é feita apenas de êxtase e alegria. Os espinhos existem e por diversas vezes machucam pra valer. Quando a crise espiritual chega e a fé torna-se vacilante, tentamos encontrar uma saída e, nem sempre, ela aparece na hora e do jeito que esperamos.

Em nenhum momento, no entanto, deveríamos nos esquecer de que o amor de Deus por nós continua tão forte quanto antes. Não é porque nossa fé anda mal das pernas que a misericórdia divina vai nos abandonar. “Eis que Eu estou convosco todos os dias”11, foi a promessa de Jesus.



11 Mateus 28:20.


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terça-feira, 22 de agosto de 2017





       "O grande conflito atingiu seu clímax quando Deus, surpreendentemente, decidiu se colocar no campo de batalha junto com aqueles que procurava defender. Encarnando-se como um mortal, tornou-se completamente vulnerável ao poder e engano de Satanás. Sem dúvida, foi uma decisão assombrosa e magnífica. Um ato de amor.

          Pode-se afirmar que Deus, através de Jesus Cristo, entrou no campo do inimigo para a maior e mais espantosa missão de resgate da história. Um resgate que acabaria por custar um preço absurdamente alto – Sua própria vida. Ele o fez para que seus filhos escravizados fossem libertos da tirania do mal, e pudessem sonhar com um recomeço, onde o medo e o fracasso nunca mais provocariam suas lágrimas [...]

Para ler mais, acesse:



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Cristãos em perigo na Venezuela




         No mês de abril, informamos sobre a difícil situação dos cristãos venezuelanos logo após o Supremo Tribunal destituir a Assembleia Nacional de seus poderes. O risco que o país enfrenta é de uma possível ditadura, o que pode dificultar ainda mais o desenvolvimento da igreja nessa nação. Há poucos dias, os líderes cristãos informaram que depois das últimas reuniões políticas, os cristãos que não apoiaram o governo ficaram vulneráveis.
Eles explicam que, entre as maiores dificuldades, eles estão enfrentando roubos, prisões e até perda de propriedades. Segundo um dos líderes, não apoiar o regime do presidente Nicolas Maduro é motivo de repressão e violência. As últimas notícias ilustraram um cenário religioso ameaçado, já que o governo passou a sufocar o cristianismo e a se abrir para o islã.
         A liberdade religiosa na Venezuela, como também em alguns outros países da América Latina, está passando por um momento complexo. Não há segurança para aqueles que se declaram cristãos, além de se sentirem excluídos das comunidades, principalmente para aqueles que vivem dentro de comunidades indígenas, as quais lutam para preservar seus valores e cultura. Ore pelos cristãos perseguidos na América Latina.

Fonte: portasabertas.com


terça-feira, 25 de julho de 2017

Recomeço possível...


          
         














         
          [...] Quando vou para a Bíblia, partindo da convicção que ela é a mensagem de Deus para a humanidade, algo fica muito claro: existe um grande conflito no universo; um conflito exatamente entre duas forças – uma representa o bem absoluto, a outra o mal impiedoso. Diante disso, e da história trágica daquele indivíduo à minha porta (bem como o de tantos outros como ele), tive uma vez mais a forte certeza que é extremamente difícil fugir da realidade de que estamos no meio de uma guerra feroz; uma luta cósmica onde o bem e o mal tentam sobrepujar um ao outro.
          A minha própria experiência de vida tem ajudado a fundamentar tal convicção. O dia a dia que enfrento revela-se constantemente uma batalha que vai além da simples aceitação ou negação das questões de moralidade. Tenho por vezes a nítida impressão que uma luta real está sendo travada em minha mente e coração. Uma luta que me força a fazer escolhas.  E elas trazem sempre uma consequência boa ou ruim.

          Interessante é notar que a Bíblia foi escrita em cima desse argumento. Desde suas primeiras páginas até as últimas [...]


Para ler mais: 
https://www.cpb.com.br/produto/detalhe/15528/experimente-um-recomeco



sexta-feira, 14 de julho de 2017

A fé e um tambor








“Coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé.” Mateus 9:22.

       Conta-se que, certa vez, o exército papal subiu o vale para perseguir os valdenses. Para alcançá-los, os soldados tinham que passar por um estreito desfiladeiro. Os valdenses ouviram sua aproximação e oraram fervorosamente por livramento.

Alguns minutos depois, enquanto o inimigo avançava, uma densa neblina começou a se formar nos altos picos. As nuvens desceram rapidamente e finalmente caíram sobre o desfiladeiro. A escuridão tomou conta do caminho, e os soldados não podiam enxergar para onde estavam indo. Em seu desespero, começaram a empurrar e cutucar uns aos outros. Alguns caíram nas águas caudalosas do rio e se afogaram. O restante dos homens fugiu, e os valdenses foram salvos.

       Alguns anos depois, o mesmo exército marchava em direção ao abrigo natural dos valdenses. Não demorou para que o povo indefeso ficasse encurralado num vale entre as montanhas. Quando faltavam alguns quilômetros para encontrá-los, os soldados já se gabavam de seu sucesso.

       Então, os soldados ouviram o som de cânticos. Eles riram mais ainda. O povo de Deus orava repetindo o Salmo 46: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

       – Vejamos se o seu Deus vem para livrá-los – disseram os soldados.

       Então, durante a madrugada, eles ouviram um som diferente dos cânticos. Era o toque de um tambor, que se aproximava mais a cada minuto. Os soldados olharam uns para os outros, confusos e temerosos. Chegaram à conclusão de que o barulho representava um poderoso exército marchando para ajudar os valdenses. Em pânico, eles abandonaram suas armas e fugiram apressadamente. Os valdenses foram salvos mais uma vez por causa da força de sua fé.

       O mais curioso foi saber mais tarde que uma criança havia encontrado um tambor na noite anterior e resolveu brincar batendo nele. Deus usou uma criança e um tambor para salvar Seus seguidores.



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Vivendo em Paz com os outros







Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês. Mateus 7:12.

       A colonização de um povo sempre trouxe sofrimento e violência. E os mais fortes acabam por liquidar os mais fracos. William Penn e os colonizadores quacres resolveram usar uma tática diferente. Apresentaram-se aos índios, procurando formar uma amizade entre os dois povos.

       Numa noite fria de 1682, William Penn sentou-se sob uma imensa árvore, como se fosse o líder branco dos colonizadores. À sua frente estava o chefe indígena e seus guerreiros. O chefe lhe passou o cachimbo da paz e o convidou para falar.

       – Meu povo e o seu povo têm aparência diferente, mas somos todos filhos do Grande Espírito, que deseja que convivamos em paz – disse Penn. – Estamos aqui sem armas de fogo ou machados, apenas com amor no coração e boa vontade. Queremos propor ao seu povo um tratado de amizade.

       O acordo proposto por Penn dizia que os índios e os colonizadores viveriam juntos como irmãos. As planícies e florestas estariam livres para todos. As casas dos brancos poderiam receber os índios e as cabanas destes, poderiam receber os brancos. Também propunha que não se dessem ouvidos a relatórios falsos um contra o outro, mas, em caso de suspeita, fizessem uma investigação cuidadosa. Não haveria vingança, pois tudo seria levado a um conselho de 12 homens honestos, que julgariam com justiça. As demais dificuldades seriam vencidas com muita boa vontade e educação.

       O chefe indígena levantou-se e deu um passo à frente. Estendeu a mão e segurou a mão de William Penn. Dessa maneira, o tratado de amizade foi selado sob a grande árvore, e na presença de muitas testemunhas. Nos anos seguintes, índios e colonizadores viveram juntos em perfeita paz e harmonia.

       O respeito entre as pessoas resultará no respeito entre os povos. Isso foi verdade no passado e ainda o é no presente. Você vai fazer a sua parte?



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Experimente um recomeço



"Quando vou para a Bíblia, partindo da convicção que ela é a mensagem de Deus para a humanidade, algo fica muito claro: existe um grande conflito no universo; um conflito exatamente entre duas forças – uma representa o bem absoluto, a outra o mal impiedoso. Diante disso, e da história trágica daquele indivíduo à minha porta (bem como o de tantos outros como ele), tive uma vez mais a forte certeza que é extremamente difícil fugir da realidade de que estamos no meio de uma guerra feroz; uma luta cósmica onde o bem e o mal tentam sobrepujar um ao outro.

          A minha própria experiência de vida tem ajudado a fundamentar tal convicção. O dia a dia que enfrento revela-se constantemente uma batalha que vai além da simples aceitação ou negação das questões de moralidade. Tenho por vezes a nítida impressão que uma luta real está sendo travada em minha mente e coração. Uma luta que me força a fazer escolhas.  E elas trazem sempre uma consequência boa ou ruim.
          Interessante é notar que a Bíblia foi escrita em cima desse argumento...



Para ler mais, clique no livro ao lado direito...

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Nossa maior necessidade



Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua Justiça. Mateus 6:33, ARA.

       Conta-se que, quando o famoso escritor Rudyard Kipling visitou os Estados Unidos pela última vez, ficou muito doente. Com febre alta, recebeu a visita de um médico. Como era tarde da noite, foi-lhe recomendado repouso absoluto.

       Mas a febre não abaixava e, durante toda a madrugada, Kiplig delirava e dizia: “Eu preciso... eu preciso!”

       A enfermeira que cuidava dele ficou intrigada com suas palavras, mas não quis interromper seu sossego. Kipling insistia em repetir as palavras “eu preciso”. E ela não pôde deixar de lhe perguntar:

       – Senhor, do que o senhor precisa?

       – Eu preciso de Deus! – respondeu o enfermo.

       A exemplo de Kipling, muitos só descobrem a importância de Deus no momento final da vida. Outros vão vivendo como se Deus nem mesmo existisse. Perdem a oportunidade de buscar em primeiro lugar o Seu reino e a Sua Justiça.

       Muitas vezes, Deus faz um convite para que entreguemos nosso coração a Ele, como fez certa vez com um menino:

       – Meu filho, dá-Me o teu coração.

       – Ainda não – disse o menino. – Mais tarde.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – pediu Deus ao jovem.

       – Ainda não. Eu o farei quando casar e tiver minha casa – foi a resposta.

       – Meu filho, dá-Me o teu coração agora – insistiu Deus com o homem.

       – Ainda não posso. Estou cuidando dos meus negócios. Quando tudo estiver em dia, então Te seguirei.

        Assim, o homem foi levando a vida, até que morreu inesperadamente.

Deus está chamando você hoje. Ele quer entrar definitivamente em sua vida. Que resposta você vai dar?





sexta-feira, 26 de maio de 2017

Experimente um recomeço




         















[...] O homem a minha frente não aparentava ter mais que quarenta anos. As roupas envelhecidas cobriam um corpo bastante emagrecido, e as manchas embaixo dos olhos davam a ideia de alguém que não dormia bem há um bom tempo. Depois de repetir o seu nome e dizer onde morava, ele afirmou:


          -- Sou soropositivo. Eu tenho AIDS! [...]




sexta-feira, 19 de maio de 2017

Surpreendido pelo sentido





















Sinopse: Vivemos em uma era em que o crescimento da internet deixou mais fácil que nunca ter acesso à informação e acumular conhecimento. Mas informação não é a mesma coisa que sentido, e conhecimento não é a mesma coisa que sabedoria. Muitas pessoas são engolidas por um tsunami de fatos nos quais não conseguem encontrar sentido. 

Agora, um dos melhores escritores cristãos do mundo — o teólogo e cientista Alister McGrath — escreve um sucinto guia em linguagem acessível e agradável ao leigo para ajudar os cristãos “a fazer sentido das coisas” conforme elas contemplam o lugar da ciência e da religião no mundo. 

Comentário: Alister McGrath tem se destacado nos últimos anos como um autor cristão preocupado não apenas em escrever sobre teologia, mas em alimentar seus leitores com livros que trazem as discussões acadêmicas mais atuais para a realidade das pessoas comuns. Nesta obra, ele investe no diálogo entre ciência e religião, partindo do pressuposto que elas se complementam e tem condições de apresentar uma quadro do universo bastante surpreendente. Para além do horizonte cientifico, pode-se discernir uma digital imensa em cada ângulo da natureza. Digital que revela um Criador. Algo que muitos cientistas recusam a aceitar, enquanto outros insistem em descrever. No fim, cada leitor é chamado a olhar o horizonte mais a frente, buscando encontrar sua relevância no mundo. (F. Beier)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

A luz que brilhou na África





Vocês são a luz para o mundo. Mateus 5:14.

       Davi Livingstone nasceu na Escócia, em 1813. Criado num lar cristão, desde criança Livingstone amava a Bíblia. Com a idade de nove anos, ele ganhou um Novo Testamento como prêmio por recitar de cor o Salmo 119, o capítulo mais longo das Escrituras.

       Aos dez anos, Livingstone já ajudava no sustento da família, trabalhando numa tecelagem. Nos intervalos, estudava um livro de gramática de latim. À noite, estudava mais um pouco na escola.     Também gostava de excursões por matas e rios, onde verificava a natureza que tanto amava. Gostava de livros de geologia e botânica.

       Com vinte anos, recebeu o diploma de licenciado da Faculdade de Médicos e Cirurgiões de Glasgow, conseguido sem a ajuda financeira de ninguém. Nesse tempo, sentiu desejo de ser missionário na China. Então, conheceu Roberto Moffat, um outro missionário, numa reunião entre cristãos da cidade. Moffat contou-lhe acerca do seu trabalho no interior da África. As histórias daquele homem comoveram o coração de Livingstone. “Há uma vasta planície ao norte – disse Moffat –, onde tenho visto, nas manhãs ensolaradas, a fumaça de milhares de aldeias, aonde nenhum missionário ainda chegou.”

       Após ouvir essas palavras, Davi Livingstone disse para si: “Eu irei imediatamente para a África.”

Livingstone viajou de Glasgow até o Rio de Janeiro e, de lá, para a Cidade do Cabo, na África do Sul. Iniciou-se, então, uma aventura no continente africano, que duraria 40 anos. Davi ficou de cama 31 vezes por causa da febre africana. Teve um encontro com um leão, o que resultou num ferimento em seu ombro que nunca sarou completamente. Mas, acima de tudo, ele foi uma luz na vida de milhares de pessoas.

       Certa vez, Livingstone disse a um grupo de estudantes: “De minha parte, nunca cesso de me regozijar por Deus ter-me apontado tal trabalho.”

       Que a mesma luz que brilhava em Davi Livingstone brilhe em você também!


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cristãos desanimados...














         Quantos cristãos podem afirmar que nunca tiveram dias de desânimo? O jornalista Philip Yancey relata em um dos seus livros o que resolveu dizer para Deus quando enfrentava um tempo de crise espiritual:

Às vezes, te trato como uma substância, um narcótico como o álcool ou o Valium, quando preciso de uma dose a fim de abrandar a dureza da realidade ou acabar com ela. Outras vezes, fujo deste mundo caindo num mundo invisível imaginário; e na maior parte das vezes realmente creio que ele existe, tão real quanto este mundo de oxigênio, plantas e água. Mas como fazer o inverso e deixar que a realidade do teu mundo, ou tu, entre e transforme a mesmice entorpecedora de minha vida diária, do meu eu diário? [...] Às vezes, transporto-me para teu mundo e te amo. Também aprendi a conviver bem com este mundo. Mas como posso conciliar os dois mundos? Esta é minha oração, eu acho: crer na possibilidade de mudar. Vivendo voltado para mim mesmo, fica difícil divisar a mudança. Com muita frequência, parece que se trata de comportamento aprendido, de adaptações ao meio ambiente, como dizem os cientistas. O que devo fazer para te deixar mudar a minha essência, minha natureza, para que eu fique mais parecido contigo? Será que isso é mesmo possível?9

         John Donne afirmava que seus acessos de fé chegavam e evaporavam como uma tremenda febre. A ideia de doença me vem à mente sempre que penso nos meus desvios espirituais. Tal como uma enfermidade crônica, há momentos em que a melhora é considerável, e há momentos que a coisa piora novamente. Nunca existiu um dia em que consegui dizer que estava completamente são.

         Constantemente me pergunto se esse desconforto não é de alguma maneira providencial. Como pecador, tenho a necessidade diária de me voltar para Deus. E, de que maneira perceberia isso se não existisse um espinho a me incomodar? Talvez o poeta Donne experimentasse algo parecido, pois afirmou que se sentia melhor quando tremia de medo 10.







9 YANCEY, Philip. O Deus (In)visível, São Paulo: Vida, 2001, p. 16.
10 DONNE, John. Sonetos de Meditação, Rio de Janeiro: Philobiblion, 1985, p. 71.





segunda-feira, 24 de abril de 2017

Ela não teve medo







Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus. Mateus 5:10.

       Durante uma série de reuniões evangelísticas em Niassalândia, África Central, um grupo de pessoas se preparava para o batismo. Entre elas, estava uma jovem chamada Nyangwira.

       Quando tomou a decisão pelo batismo, ela resolveu contar para o marido o que aprendera, esperando que ele também tomasse uma decisão ao lado de Cristo. Mas ele ficou muito bravo, e disse:

       – Não quero esse tipo de religião em meu lar. Se você continuar com isso, vou matá-la.

       Entretanto, Nyangwira continuou se preparando para o batismo. Com muito cuidado e cortesia, ela recusou tomar cerveja, o que deixou seu esposo mais furioso. No dia do batismo, antes de ir à reunião, ela fez uma última tentativa. Ajoelhou-se aos pés do marido e falou-lhe de sua alegria em poder ser batizada em Cristo. Mas não adiantou muito.

   – Eu já disse para você que não quero esse tipo de religião em minha família – disse ele. – Você tem que me obedecer.

       Ele caminhou em direção a um facão preso na parede e disse:

       – No dia em que você se batizar, eu a matarei com este facão.

       Nyangwira sabia que o esposo falava sério, mas seu amor a Deus era muito maior do que qualquer temor. Dessa maneira, ela saiu para a reunião e lá foi batizada. Quando voltou, seu esposo a estava esperando. Ela foi até a parede e pegou o facão.

       – Você foi batizada? – perguntou ele, furioso.

       – Sim – respondeu Nyangwira. – Aqui está o facão.

       – Você está pronta para morrer?

       – Sim, estou.

       Nyangwira fechou os olhos esperando o golpe fatal. Contudo, sua coragem desmontou completamente a ira do marido. Ele jogou o facão no chão e nunca mais disse nada.

        Nyangwira foi corajosa porque sabia que Deus estava com ela, e Ele também estará com você!



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Perseguição aos cristãos no período da Páscoa


13-india-igreja-destruida
No mesmo dia em que duas igrejas foram bombardeadas no Egito, cinco igrejas na Índia, em cinco Estados diferentes também foram alvo, mas de extremistas hindus. Agora as comunidades cristãs estão reivindicando mais segurança para as comemorações de Páscoa, além de pedirem justiça pelo que foi feito. “Modi, como de costume, quer manter uma boa imagem internacional”, disse Roger Gaikwad, um dos líderes cristãos que atua no país.
A Associação Evangélica da Índia divulgou na última terça-feira, uma declaração na qual critica “o foco nos cristãos em dias especiais de adoração, como o Domingo de Ramos e a Páscoa”, como algo condenável. A associação ainda pede ao governo medidas responsáveis que venham reduzir esses ataques. “Incidentes como esses, especialmente durante a Semana da Paixão, são tendenciosos e devem aumentar para as minorias religiosas”, dizia ainda a declaração. Quatro dos cinco Estados em que os incidentes ocorreram são governados pelo Partido Hindu-nacionalista BJP (Bharatiya Janata Party – Partido do Povo Indiano).
Enquanto isso, as chamadas “leis anti-conversão” que, por sua vez, protegem as pessoas contra conversões forçadas, estão proibindo os cristãos de qualquer tipo de evangelismo. O Conselho Nacional de Igrejas na Índia disse que o surto súbito na violência anticristã é um “sinal” de que os grupos nacionalistas hindus querem enfatizar que as minorias, como cristãos e muçulmanos, representam uma ameaça para a nação que privilegia o hinduísmo.

Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 31 de março de 2017

O alcoólatra e o Psiquiatra



 
 
 
 
 
Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto! Mateus 3:2.

       Quando João Batista disse as palavras do verso de hoje, ele queria preparar o povo para o encontro com o Messias. O arrependimento cumpre exatamente este papel: prepara-nos para o encontro com Jesus e, consequentemente, nos leva à salvação.

       Quando Billy Graham realizava reuniões evangelísticas na Harringay Arena, um alcoólatra foi convidado a comparecer. Esse homem já havia sido desenganado por seu próprio psiquiatra.

       Contudo, naquela noite, o pouco de sobriedade que lhe sobrara fez com que ele pensasse sério no que ouviu. Pensou que talvez houvesse esperança para ele. Continuou a frequentar as reuniões. Certa noite, um forte apelo foi feito, e ele resolveu levantar-se na companhia de outros. Sentindo-se arrependido de sua vida como alcoólatra, aceitou a Jesus como salvador e saiu daquela reunião com o coração convertido.

       Naquela noite, antes de deitar-se, lembrou-se da bebida e estendeu o braço para procurar a garrafa. Ela não estava lá. Curiosamente, ele se sentiu aliviado por isso. Na manhã seguinte, ao acordar, o hábito fez com que de novo ele procurasse a garrafa de bebida. Não encontrou nada, e novamente se sentiu feliz.

       Ele resolveu que iria contar ao seu psiquiatra o ocorrido.

       – Você acaba de perder um cliente. Conheci a Jesus verdadeiramente e não bebo mais.

      O psiquiatra notou que havia convicção na voz daquele homem e disse:

       – Realmente, você está diferente. Talvez eu encontre ajuda também, pois tenho os meus problemas.

       O ex-alcoólatra levou o psiquiatra para assistir às reuniões, e este acabou por aceitar a Cristo também.

       Um ano depois, tanto o psiquiatra como o ex-alcoólatra contaram sua história de conversão para um público que lotava um famoso hotel de Londres.

       Quando somos sinceros em nossa busca a Deus, Ele nos ajuda a vencermos os hábitos errados.